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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

A ‘estrelinha’ que acompanhou o Sporting nos derradeiros minutos dos jogos com PSG, Arouca, Atl. Bilbau e Nacional, é daquelas que dá muito trabalho a ‘afinar’. Porque, apesar de ser estrela, não é cadente, o que quer dizer que os triunfos leoninos nesses jogos não caíram do céu. A equipa de Rui Borges só saiu vencedora dessas partidas porque teve força mental para acreditar até ao fim, e isso não é fruto do acaso ou da sorte, antes radica num espírito competitivo superlativo.
E se a boa onda com o PSG alimentou o sucesso de Arouca, os dois deram força aos jogadores para o êxito de Bilbau, e os três juntos criaram força anímica para encarar os minutos finais com o Nacional com a certeza de que algo de gratificante estava para acontecer. É bom não esquecermos que imediatamente antes do fabuloso golo de Luís Suárez (90+6), um calcanhar de enorme espetáculo e maior eficácia, o ‘matador’ colombiano tinha visto, aos 88 minutos, outra finalização sublime, após um passe tremendo de Trincão, ser invalidada por oito centímetros (como o futebol ficaria mais justo se o International Board tivesse aprovado a lei-Wenger!).
Quer isto dizer que não faltou convicção ao Sporting para o assalto final à fortaleza do Nacional, cujos jogadores cederam à pressão de saber bem aquilo de que os verdes-e-brancos eram capazes no lavar dos cestos.
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