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Frase da Semana

Rui Gomes, em 12.02.15

 

antonio_santos_neves.jpg

 

«Estúpido, imbecil, um grave problema do futebol português, as claques, ditas organizadas, de muitos clubes, sobretudo nos maiores. (...) Horripilante, brutal, faixa "Very light 1996" tinha de ser retirada imediatamente ! Não por decisão policial, sim por rápida e peremptória ordem da Direcção do Benfica, no seu pavilhão. Não foi !!! Posterior recriminação já estaria atrasadíssima; e nem surgiu...»

 

-    António Santos Neves    -

 

Observação: O jornalista do jornal "A Bola" (à esquerda na foto a receber o Prémio Imprensa Escrita da CNID) no seu editorial de quarta-feira, intitulado Imbecis claques, no qual ele critica severamente quem, por autoridade e responsabilidade, incluindo os dirigentes de clubes, devia resolver um problema de "máxima gravidade" e que é tão degradante para a sociedade de país dito civilizado.

 

publicado às 03:45

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7 comentários

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De Fernando Albuquerque a 12.02.2015 às 09:17

Prezado Amigo Rui Gomes

Apenas uma nota sobre este post . Nas claques do SCP tenho pelo menos lá um neto, pois não acredito que a irmã esteja nessa zona. Chamar imbecis ás claques é dizer que todas as pessoas que pretendem apenas apoiar o seu clube são pessoas fracas de espírito, parvas etc., julgo que é uma afirmação grave. Como todos sabemos um País que já teve problemas terríveis neste aspecto (Inglaterra) hoje tal não acontecem, a não serem casos esporádicos e segundo rezam as crónicas foi para as entidades um caso de simples solução, que constou apenas em fazer um "expurgo" de todas as pessoas que não sabem estar em sociedade. Catalogar todas as pessoas que fazem parte das claques, parece-me que estão a entrar em nossa casa, pois, felizmente ainda existem muitas famílias onde não educam esses talibans " , pois enviar aqueles petardos é ou devia ser um caso de prisão efectiva. Infelizmente, as autoridades responsáveis pela segurança estão lá apenas para aumentar os seus proveitos mensais e verem o jogo á borla. Falou-se no incêndio na Capela da Luz. Por acaso estava a ver o jogo pela TV e o sinistro começou numa cadeira a arder, sem se perceber o que aconteceu. Os bombeiros demoraram tempo demasiado a chegar com os extintores, pois fiquei com a sensação que o estádio ía arder todo nessa zona. Culpar apenas os clubes, julgo ser abusivo, pois as forças da ordem e os seguranças estão aos magotes no estádio com essa missão e não conseguem prender ninguém quando a TV mostrou tantas vezes o local donde partiram esses petardos ?

Fui ver o jogo SCP com a Académica e gostei de ver o apoio das claques, onde não houve incidentes , mas sim um grande espectáculo, pois aqueles cânticos impressionam. Como entraram os petardos ? A culpa não é dos clubes, que pagam a tantas pessoas para exercerem a segurança total das pessoas e depois voltam a pagar multas por situações que não deviam existir (!). A PSP tem muitas pessoas disfarçadas na multidão. É assim, tão difícil localizar a zona de onde foram disparados aqueles engenhos ? Não acredito, pois a nossa PSP tem uma formação e uma competência como nunca existiu em Portugal.

Triste pelo resultado do jogo , que nem me apetece criticar, pois não esperava ver uma equipa tão medíocre e outra que quis ganhar o jogo, mas que teve erros que considero inexplicáveis. Parabéns aos jogadores do SCP que toda a semana foram mal tratados pela Comunicação Social e que em campo demonstraram que são iguais ou melhores que a melhor equipa da freguesia de Carnide.

A saga dos penaltis continua, assim como as expulsões. O apitador que nos toca no domingo é todo vermelho e o seu currículo em jogos do SCP não é muito agradável.

Um abraço Fernando Albuquerque


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De Rui Gomes a 12.02.2015 às 11:55

Caro Amigo,

Creio que compreende a intenção do artigo de Santos Neves. Esta questão das claques é um problema generalizado, há muito, e não obstante a participação do seu neto, a próprias claques do Sporting também têm tido comportamentos pouco exemplares.

Sempre fui defensor das claques, assente nos princípios que deram origem à sua criação. Daí para cá, o número e a gravidade de incidentes de comportamento selvagem por parte de uns quantos, obrigam a repensar a sua existência.

Um pouco mais logo vou publicar um post sobre as aparentes dificuldades da PSP em identificar os autores dos actos de sábado e domingo.

Um abraço
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De Julius Coelho a 12.02.2015 às 12:51

O caso gravíssimo dessa coisa do Very light é a prova clara do estado de impunidade com que se vive no futebol em Portugal .
Esse futebol portugues que está mais que preso dentro de um colete de forças invísiveis, o poder de quem pode, manejado pelo dinheiro corrupto.
Faz-se o que lhes dá na gana porque só existe a lei da conveniência.
É degradante, deprimente e vergonhoso para uma personalidade como a do presidente do Sport Lisboa e Benfica presente no local a assistir ao jogo de futsal manter-se impávido e sereno a observar a tal "coisa" sem ter movido um dedo , porque lhe deu um bledo .
É degradante , vergonhoso e aterrorizante que as autoridades presentes no local testemulhem a "coisa" e não metessem de imediato na cárcere o delinquente que que a ostententava orugulhosamente.
Autoridades que vêm todos os dias com lições de moralidade mas que não enxergam um boi á frente dos olhos.
O poder instalado fala sem decoro e sem pudor , não agir é tambem uma provocação grave.
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De Rui Gomes a 12.02.2015 às 18:34

Essa não acção por parte de LFV é tão ou mais baixa ainda que a acção dos autores da tarja.
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De Julius Coelho a 12.02.2015 às 18:56

Mas aí é que está a causa de toda este rebuliço que levou ao corte de relações, Não se trata agora de politiquices , trata-se algo de muito grave e vergonhoso que nada dignifica a instituiçao Benfica , LfV cometeu uma imprudéncia gravosa que vai trazer danos incalculáveis no futuro.
Estas personagens mostram-se incompetentes quando ignoram as suas responsabilidades, esquecem que á adeptos benfiquistas e sportinguistas em 99% das familias portuguesas , não se dão conta das tragédias que podem estar a originar.
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De Anónimo a 14.07.2016 às 17:27

Boa tarde. Acabo de ler a crónica do Sr. Santos Neves na Bola sobre a seleção e a sua defesa desta contra aqueles que a "acusaram" de ter tido sorte.
Eu sei que temos estado desesperados por ganhar um troféu internacional e que não conseguimos admitir uma sombra sobre o que acabámos de conquistar.
No entanto e em reflexão sobre o último jogo, lanço a seguinte ideia: A saída de CR7 (lesão) proporcionou a Portugal, no contexto da melhor 1ª parte da equipa francesa, a capacidade de equilibrar as operações nesta zona (nevrálgica) do terreno e do jogo. Não sei se testemunharam como eu que os jogadores da seleção, ficaram mais ativos e proativos, assumindo uma responsabilidade de que tinham sido despidos há cerca de uma década de forma paulatina e sistemática.
Quanto ao argumento de que não fomos beneficiados, e tirando este "pressuposto" prévio e posterior absoluto a qualquer jogo que a seleção faça, convido a revisitar o minutos 53 da final, na área de Portugal (um cruzamento de Payet para Giroud) e desafio a encontrar diferenças entre este lance e o lance, referido na crónica de hoje, do penálti contra o país de gales (não assinalado) de que nos apressámos a registar como garantia colateral de um eventual desaire que assombrou o inconsciente lusitano nesta competição.
Convido ainda a comentar o amarelo a Koscielny e a eventual influencia que teve na abordagem do jogador no lance do golo português.
Tudo isto é glória para nós, dentro das abstrações praticadas que pintam os nossos feitos de ouro.
Boa tarde.
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De Rui Gomes a 14.07.2016 às 17:48

Meu caro,

O seu comentário foi publicado desta vez, mas fica o alerta que neste espaço exigimos que o leitor se identifique (nome/pseudónimo).

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