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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Como sempre, não faltam desculpas ao nosso treinador de milhões numa tentativa de justificar o injustificável, face a mais uma pobre exibição a que assistimos. Mesmo tendo em conta esta fase "madrugadora" da época, devia-se ver alguns sinais de evolução na equipa, tanto em termos individuais como colectivos. Claramente, não é esse o caso. Continuamos com problemas defensivos gritantes que nos levou a sofrer nove golos em quatro jogos, e a construção de jogo ofensivo evidencia-se pela sua escassez. O pouco de positivo à vista tem vindo dos jovens, aqueles que Jorge Jesus pretere à primeira oportunidade. Eis algumas das suas declarações pós-jogo:
«O desgaste suplementar devido à longa viagem teve influência, foi uma viagem de duas horas até chegar ao jogo. Não aquecemos e entrámos completamente desconcentrados. Foi um estágio para aproximar as pessoas à equipa, conhecermo-nos uns aos outros porque há muitos jogadores novos. Claro que a organização não foi boa porque houve jogos em que tivemos de andar duas ou duas horas e meia de autocarro. Se já estávamos fatigados, ainda ficámos mais».
Neste contexto, seria necessário rever a organização interna do Sporting que programou este estágio, obviamente com a aprovação do treinador. Mas, mais para o caso, dois jogos consecutivos em que a equipa chega atrasada ao destino e ao jogo, por imprevistos no percurso que deviam ter sido antecipados. Quem é responsável por esta desorganização ?
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