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Ainda relacionado com o recém-alegado interesse do Arsenal em Rui Patrício, Joaquim Melo, antigo guarda-redes do Sporting, oferece algumas considerações sobre a questão:

 

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«Só deve sair se, para ele e para o Sporting, for um contrato irrecusável. Sabemos que, apesar de todo o profissionalismo, os jogadores também têm de pensar no seu futuro. Ederson é um pouco mais novo, mas se estão a tentar valorizá-lo por 40 milhões, considero que 15 milhões pelo Rui Patrício é muito pouco. Com Bruno de Carvalho na negociação, os números poderão subir um pouco mais... ou até bastante mais. Por esse valor, não acredito na transferência do Rui Patrício.

 

Aos 29 anos, está no auge da sua carreira. Para um guarda-redes, não é velho. Não quero fazer comparações, mas eu acabei a carreira com 42 anos. O Buffon, por exemplo, tem 39. Se não existir uma lesão grave, o Rui ainda tem muitos anos de carreira pela frente e eu gostava que fossem no Sporting. Há jogadores que são imprescindíveis nos clubes, como Luisão no Benfica, ou Patrício e Adrien no Sporting».

 

É muito possível, caso hajam mesmo negociações, que o valor do passe de Rui Patrício venha a aumentar, mas não me parece lógico fazer qualquer comparação com Ederson. O que este valerá, só o mercado esclarecerá, mas os propagados 40 milhões não passam de uma fantasia, pelo menos neste momento.

 

É verdade que as carreiras dos bons guarda-redes prolongam-se e, nesse contexto, Rui Patrício ainda tem muito a percorrer. Apesar de estar satisfeito no Sporting, clube que representa há 17 anos, jogar fora fronteiras num emblema de topo, não deixa de ser uma aventura muito aliciante. 

 

publicado às 06:15

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1 comentário

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De joao pereira a 29.03.2017 às 10:23

"Há jogadores que são imprescindíveis nos clubes"

Não partilho desta opinião, jogadores muito importantes, sim.
jogadores que transmitem valores, mistica, cultura de Clube, capitães de equipa, liderança, sim.
Jogadores que ficam para a história, sim.
Imprescindiveis, não.

Contam-se pelos dedos os jogadores que fazem toda a carreira num só Clube, Gerrard, Maldini, Baresi, Giggs, Scholes, Shéu, João Pinto, Rodolfo Reis.
Foram de uma forma ou de outra importantes para o Clube, os troféus e a massa adepta, mas considero que nenhum jogador é imprescindível para os Clubes.

No caso concreto do Patricio, acho que está bem no seu Clube, feliz, acarinhado e bem pago.
Mas para dar o salto que necessita na sua carreira, tanto qualitativo como financeiro, terá de sair para um bom Campeonato, testar novos desafios e novas realidades.

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