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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Um Benfica - Sporting é um encadeamento de histórias, de muitas histórias dentro de outras histórias, numa narrativa intemporal. Em cada dérbi encontram-se os ingredientes principais da arte dramática, sendo que o relvado é o próprio palco, o treinador faz de diretor de cena e os jogadores são os atores. O público é o coro, como numa peça de teatro grega. Ainda há um personagem que, por vezes, assume um papel que não lhe é devido: o árbitro.
Se não houver foco e cabeça fria é quase certo que não teremos sucesso. Creio que Rui Borges não fará alterações, neste momento sabe-se qual é o melhor onze. Na baliza estará Rui Silva e na defesa alinharão Diomande e Gonçalo Inácio, com Fresneda e Araújo nas laterais. É um jogo para a clarividência de Hjulmand e para a mestria de João Simões (com Morita à espreita). À frente não tenho grandes dúvidas: Quenda, Trincão e Pote no apoio a Suárez.
Como é sabido por todos, o primeiro dérbi realizou-se rigorosamente cinco minutos antes da criação do Mundo. Isso já foi há muito tempo, em Carcavelos, no Campo da Quinta Nova. De muitos dérbis há grandes fotografias, umas épicas, outras dramáticas. Vitória ou derrota. Sangue, suor e lágrimas no futebol. Mas, também há fotografias simplesmente bonitas. Como esta no Estádio Nacional em 18 de Novembro de 1951.
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