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Homenagem a Chana

Rui Gomes, em 14.10.18

 

homenagem_a_chana_5_1.jpg

 

Sem o stick na mão, mas com as memórias intactas de um passado repleto de glórias. O jogo entre o Sporting CP e o Benfica, da primeira jornada do campeonato nacional, contou com uma homenagem a Chana, um génio que integrou a histórica equipa composta por Rendeiro, Sobrinho, Ramalhete e Livramento.

 

Nos ecrãs passaram os momentos épicos da carreira do jogador, que venceu tudo ao serviço dos leões (incluindo a Taça dos Clubes Campeões Europeus) e também da selecção nacional. O Pavilhão João Rocha – quase cheio - levantou-se para aplaudir um craque eterno do hóquei em patins português.

 

Palmarés de ouro de Chana:

 

Em 10 anos conquistou 5 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal, 1 Taça das Taças e a histórica Taça dos Campeões Europeus de 1977, na altura em que formava com António Livramento uma dupla de avançados quase imparável naquela que ficou conhecida como a Equipa Maravilha.

 

Jogou 117 vezes pela Selecção Nacional ao serviço da qual marcou 226 golos e foi três vezes Campeão da Europa e duas vezes Campeão do Mundo.

 

Em poucas palavras, Chana descreveu o momento: “Fiquei muito emocionado, foi muito especial”.

 

 

Miguel Afonso, vogal do Conselho Directivo, explicou que o acto simbólico era necessário para reconhecer a grandeza de Chana. “Mais do que uma figura das modalidades, é uma figura do Sporting CP. Chana foi seguramente um dos maiores génios que vestiu de verde e branco ao peito. Era um jogador maravilhoso e maravilhou várias gerações de Sócios do Sporting. Esta homenagem não é mais do que justa a um símbolo vivo do Sporting CP, a alguém que vestiu esta camisola com um orgulho imenso. É um dia marcante pela positiva na história do Sporting CP. Fizemos justiça a um homem que tanto deu ao nosso Clube”.

 

publicado às 21:47

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8 comentários

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De Pereira a 14.10.2018 às 23:03

Este sempre foi o meu maior ídolo do hóquei, até porque quando Livramento chega ao Sporting, já ele e Salema faziam dupla no ataque e já éramos campeões, é claro que com Antônio Livramento ganhamos balanço para ganhar a taça dos campeões europeus, que até ali só os espanhóis ganhavam, nem o Benfica com Uma grande equipa que tinha Ramalhete, Casimiro Jorge Vicente e Livramento a conseguiu ganhar. Quando Torcato Ferreira e Ramalhete vieram para o Sporting, começámos logo a ganhar campeonatos nacionais, pois fomos buscar Rendeiro ao Infante de Sagres, Chana e Sobrinho á Juventude Salesiana. O Sporting que não tinha pavilhão jogava no Pavilhão dos Desportos agora Carlos Lopes e eu que morava na Rua Artilharia Um ali mesmo ao pé, via os jogos todos, chegou a jogar também na Amadora, onde festejamos um campeonato e eu estava lá, campeões europeus já fomos no velhinho pavilhão onde é agora o metro do Campo Grande.
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De Rui Gomes a 14.10.2018 às 23:06

Memórias fantásticas!
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De Pedro51 a 15.10.2018 às 07:51

...E Garrancho. (equipa do Benfica).
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De Pereira a 14.10.2018 às 23:34

Pois é Rui o nosso ADN é o ecleticismo, vi tudo, desde Agostinho na serra da estrela com Herculano de Oliveira, aquele campeonato fabuloso de Basquetebol no velhinho Alvalade, fonde foi a fase final com Augusto Baganha, Mário Albuquerque, Carlos Lisboa, Rui e Howard um dos melhores americanos de sempre em Portugal, vi muitos campeonatos nacionais de corta mato com Carlos Lopes Aniceto e Fernando Mamede, vi no pavilhão dos Desportos, sermos campeões nacionais de Andebol com uma das melhores equipes de sempre, Manuel Brito, Adão, Bessone Basto, Manuel Marques, etc. Por isso é que foi muito triste que após João dos Anjos Rocha, as modalidades tenham sido deixadas ao ostracismo, ganhando um campeonato de Andebol 18 anos depois, de voleibol 24 anos depois e Hóquei 33 anos. Rui o maluco não tinha condições para ser presidente do clube, .mas trouxe alma e interesse ao Desporto do Sporting, que sucessivas Direções abandalharam. Nós todos não podemos deixar que isso aconteça mais e se alguém o fizer tem-me do lado contrário da barricada.
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De Rui Gomes a 15.10.2018 às 00:09

Relativamente ao seu último parágrafo, compreendo o seu sentimento. E subscrevo, diga-se!
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De José Lima Curral a 15.10.2018 às 13:37

Também gosto, mas não será possível manter sem consistência financeira, como muito bem acentuaram alguns candidatos, incluindo o vencedor. O nosso mercado é pequeno, logo não é fácil obter patrocínios compatíveis com os pesados orçamentos das várias equipas. No tempo de João Rocha era mais fácil, havia menos controlo fiscal, a”factura” era mais leve.
Compete ao Conselho Directivo trabalhar afincadamente, porque recorrer à antecipação de receitas do futebol não é sustentável ...
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De Pereira a 15.10.2018 às 00:39

João dos Anjos Rocha, naquele tempo viu ou compreendeu bem o Desporto em Portugal, tanto que numa entrevista ou numa Assembleia geral disse aos adeptos do clube que o Sporting nunca seria o maior clube português pelo futebol, pois a força do nosso principal rival é muito forte na sociedade e disse mais era no ecleticismo que nós podíamos ser os maiores e a visão dele já naquele tempo era correcta e elegeu sempre como adversário principal o Porto. Os seus sucessores e os adeptos nunca viram isso e acabamos por ser ultrapassados pelos Andrades, que com o 25 de Abril e a luta Norte-Sul encetada por Pinto da Costa, teve a visão correta para crescer á nossa custa. Tive divergências grandes com João Rocha, acabar com o Basquetebol foi das maiores, como deixar no princípio da época Manuel José com 9 jogadores no pré estágio no Algarve, mas foi muito melhor presidente que todos os sucessores até agora. Ao Sporting falta-lhe uma política desportiva correcta e que deve ser seguida pelas Direções independentemente de quem está á frente dos destinos do clube. Pode apostar mais nisto ou naquilo, mas o essencial tem que lá estar.
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De António a 15.10.2018 às 13:32

Uma equipa do Sporting que, ainda assim, ficou aquém do esperado.

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