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A 29 de Maio, a Federação Portuguesa de Futebol anunciou que as equipas da primeira divisão de futebol feminino passarão a ter nos 550 mil euros um limite do que podem pagar aos plantéis, numa competição que não é profissional.

Centenas de jogadoras, entre elas várias dezenas de internacionais portuguesas, incluindo Cláudia Neto, capitã da selecção nacional, protestam contra as medidas que classificam de... "avassaladoramente violadora dos seus direitos individuais enquanto jogadoras de futebol".

Fonte oficial da Federação Portuguesa de Futebol diz que quaisquer propostas de alteração aos regulamentos "serão analisadas e terão resposta".

Reportagem completa de Diogo Pombo, em Tribuna Expresso, disponível aqui.

publicado às 02:30

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5 comentários

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De PSousa a 19.06.2020 às 10:23

Eu sou a favor do tecto salarial, quer para femininos, quer masculinos.
A Alemanha já pensa nisso e a UEFA/FIFA também deveriam ponderar criar leis e regras para isso.
Assim, talvez, poderíamos ter um futebol mais homogêneo em Portugal, Europa e no Mundo.
SL
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De Rui Gomes a 19.06.2020 às 11:58

Concordamos sobre o tecto salarial, mas acho muito injusto começarem com as mulheres que ganham muito menos que os homens.
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De PSousa a 19.06.2020 às 20:06

De acordo.
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De LG a 19.06.2020 às 12:44

já o disse aqui, esta medida é uma vergonha. Que terá sido promovida pelos principais clubes (Sporting, Benfica, Braga), uma vez que os restantes nem em sonhos têm orçamentos de 550.000€ para salários (para um plantel de 20 jogadores, dá pouco mais de 2.000€/mês).

Em vez de se discutir um teto salarial máximo, devia discutir-se é um chão mínimo, isto é, a obrigatoriedade de um salário mínimo para o futebol feminino, que está previsto para todo o futebol masculino.

Esta medida, conjugada com a reformulação dos campeonatos (a primeira divisão feminina vai ter 20 clubes para o ano, divididos em duas séries), vai significar o retrocesso de alguns anos do futebol feminino. Mas são só mulheres, para quem é basta.


Tetos salariais no masculino? Isso é que era coragem e pagaria para ver. Que não funcionam em campeonatos e desportos abertos, isto não é a NBA , a MLB ou semelhantes americanices. Teria de ser uma medida, pelo menos, a nível europeu, e gostava de ver como a UEFA ia lidar com a União Europeia a este respeito.
Mas pode ser que a FPF emende a mão, ainda vão a tempo
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De Rui Gomes a 19.06.2020 às 13:49

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