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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

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Aproveitando o ensejo, transcrevo esta afirmação do futuro ex-treinador do Sporting CP, numa entrevista que ele concedeu ao jornal do Clube:
"O importante é que ficam as memórias, tudo o que passámos juntos. O número de jogadores que lançámos, as dificuldades, o quarto lugar, os primeiros lugares, o segundo lugar, as desilusões... Foi tudo muito marcante e não poderia pedir melhor final. Acima de tudo, a aventura foi inacreditável. Foi muito melhor do que pensava, fiz muitos amigos e serei sempre um bocadinho do clube. Virei cá quando tiver de vir.
Fiz uma escolha muito difícil para mim, mas volto a dizer: não cresci do Sporting, mas esta foi a melhor fase da minha vida. Marcar assim as pessoas é o mais importante".
Bem... considerando esta sua grandiosa generosidade, a de ser sempre um bocadinho do Sporting, parece-me que mais uns quantos agradecimentos estão em ordem, talvez umas tarjas e uns artefactos pirotécnicos.
Nada menos satisfaz o seu 'gracioso' abandono do clube neste momento da época!
Cada um tem a sua opinião e reconheço, desde já, que a minha, enquanto partilhada por muitos sportinguistas, não será consensual. Nunca lhe perdoarei esta sua acção e não me deixo embalar pela 'cantiga' que, aos 39 anos, é uma oportunidade única de vida. No final da época, eu seria o primeiro a aplaudir, não agora, nunca agora!!!
Que o corpo directivo tenha optado por agir com um teor de comunicação politicamente correcto, enquanto compreensível, nas circunstâncias, peca pelo exagero, e ainda me exacerba mais. Na Sporting TV, tanto moderadores como comentadores, sob ordens para o efeito, têm insistido em passar atestados de estupidez aos sportinguistas.
Quanto a Rúben Amorim, quando aceitou a proposta para trocar o SC Braga pelo Sporting, após apenas dois meses à frente da formação minhota, ele sabia muitíssimo bem que dava um enorme salto qualitativo, não obstante o momento menos auspicioso que a equipa leonina atravessava. Agora pensa o mesmo, apenas por ser o Manchester United. O tempo dirá se esta aposta sua, que ele ousou apelidar de "sonho", vai resultar, justificando o seu abandono do Sporting CP de uma maneira nada ética, diria até desprezível.
Mas, enfim... só podemos seguir em frente e pensar no futuro, seja este com João Pereira, ou outro, no que diz respeito ao futebol profissional e esperar que a equipa não altere o seu actual momento de excelência.
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