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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Dia sim dia sim, somos conspurcados com mensagens e comunicados dos encarnados do outro lado da Segunda Circular dirigidos à arbitragem, mas, ainda pior do que isso, lamúrias sobre o que eles apelidam de
"padrão de decisões que favorece sistematicamente o Sporting e penaliza o Benfica".
Na mais recente missiva (de domingo) exigem "que a FPF e o Conselho de Arbitragem actuem com firmeza, garantindo assim que os princípios da verdade desportiva e da igualdade de tratamento entre clubes sejam efectivamente respeitados".
Citam exemplos que segundo eles "é uma realidade que não pode ser explicada apenas por coincidências ou por meros erros humanos".
1. Estoril-Sporting – Foi validado um golo em claro fora de jogo, perante a inacção do árbitro e de um VAR que falhou na sua função essencial. No mesmo jogo, ficou por assinalar um penálti evidente contra o Sporting.
2. Famalicão-Sporting – O jogador Gonçalo Inácio deveria ter sido expulso quando o jogo se encontrava empatado. Mais uma vez, o árbitro foi complacente, beneficiando o Sporting.
3. Nacional-Sporting – Quando o Sporting ainda estava em desvantagem, foi expulso um jogador madeirense de forma unanimemente considerada injusta e exagerada, uma vez que o primeiro cartão amarelo não tinha fundamento.
Nem sequer vale a pena transcrever mais da carnavalesca missiva, mas é impossível não questionar se estas acções que visam exclusivamente pressionar a arbitragem não têm limite ou se vão ser toleradas infinitamente.
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