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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Sério e competente: eis o Sporting que bateu ontem à noite o Estoril sem demasiadas dificuldades, ainda que várias vezes a ver jogar, que a vida não está para grandes correrias numa equipa em que os jogadores vão caindo que nem fruta madura. O futebol não é posse de bola, mas sim golos e oportunidades, e aí os leões foram reis.
Mas há mais boas notícias. Rui Borges parece ter percebido de uma vez por todas que é com três centrais que a equipa se sente mais equilibrada e, pesem os pontos já perdidos, foi fácil constatar que há mais organização. Além disso, desta vez foi possível ver Harder em campo ao mesmo tempo que o sueco. E assim, da força bruta nasceu o terceiro golo. Nunca é tarde para mudar.
Caso o departamento médico leonino consiga dar uma ajuda, talvez Rui Borges venha a ter condições para jogar de igual para igual com os rivais. É que sem Nuno Santos, Pote, Bragança, Hjulmand, Maxi, Morita, Quaresma, St. Juste e até João Simões a vantagem está mesmo do lado de Lage e Anselmi. Mas o leão segue vivo. E na frente da liga.
Artigo da autoria de Bernardo Ribeiro, Director de Record
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