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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Carlos Mané está a jogar há quatro épocas na Turquia, onde vive com a mulher e os quatro filhos. Fã de novelas brasileirias e dono de uma empresa de TVDE em Portugal, o extremo continua a relembrar os altos e baixos da carreira, que passou duas vezes pela Alemanha, onde jogou em dois clubes diferentes, e pelo Rio Ave, com um regresso ao Sporting pelo meio, antes de se instalar no Kayserispor. Acentua o arrependimento de não ter ido para o Fulham.
Um breve excerto de uma entrevista concedida recentemente a Tribuna Expresso...
"Recebi abordagens de duas equipas alemãs, o Estugarda e novamente do Hamburgo. Também fui abordado pelo Fulham, da Inglaterra. Decidi ir para o Estugarda".
"Mas há uma história engraçada, pelo meio. Quando fui para o aeroporto, tinha viagem marcada para Inglaterra e para a Alemanha. O então presidente do Sporting queria que eu fosse para o Fulham. Eu queria jogar mais, porque sabia que se jogasse ia conseguir mostrar o meu valor. O mister Jorge Jesus nunca quis que eu saísse, mas decidi com a minha família que tinha de sair para poder mostrar o meu valor e, ao mesmo tempo, sair da minha zona de conforto, porque cresci no Sporting, o Sporting é tudo para mim, por mim ficava no Sporting a vida inteira, é o melhor clube do mundo".
"Tenho quatro filhos e todos os nomes deles começam com a letra S, de Sporting".
"Gostava de acabar a minha carreira no Sporting, mas sei que é difícil. Acho que todos os jogadores que passaram pelo Sporting gostariam de terminar lá a carreira. Mas o mais importante para mim é ver o nosso clube estar cada vez melhor. O presidente Frederico Varandas tem tudo para ser o melhor presidente da história do clube. Tem ganhado muitos títulos e tem o Sporting CP no lugar que merece. Acho que todos os sportinguistas estão-lhe gratos pelo trabalho que tem feito".
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