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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
O campeonato nacional é uma prova longa. Trinta e quatro jornadas que correspondem a que correspondem 102 pontos, meta difícil de atingir por qualquer clube. Estamos a meio do percurso, o SCP tem 42 pontos, o FCP 49 e o SLB 39. Na mesma altura da época anterior, O Sporting tinha 41 pontos, e o actual primeiro classificado 40. No final da época a nossa equipa fez 82 pontoa e o agora primeiro 71, ou seja na segunda parte dessa época perdeu 10 pontos para o Sporting.

As estatísticas sendo apenas números rigorosos valem o que vale. Para além delas existe uma panóplia de factores que influenciam os resultados. Sabemos que o Sporting, na época anterior, esteve bastante condicionado por muitas lesões, mas conseguiu manter o foco no objectivo final, contra ventos e marés. Na realidade, na primeira parte de prova teve 2 empates e 2 derrotas e no final mais 5 empates sem mais derrotas. Isto prova que de quase um empate, em pontos, na primeira metade da prova, o actual líder teve uma grande queda.
Esta longa descrição estatística vem a propósito de quê? Pretende ser uma resposta para quem no Sporting dá o campeonato como perdido. Sempre disse que o futebol é muito volúvel e todas as equipas costumam ter quebras, em função de variadas circunstâncias. Claro que é melhor ir à frente que atrás e se a distância pontual me preocupa há um aspecto que me preocupa mais.
Hoje, o Leão Zargo escreveu num post do blogue que para o jogo de terça-feira temos 10 jogadores e para o seguinte 11. Estará a referir-se a jogadores habitualmente titulares, porque iremos sempre jogar com 11, mas esta realidade é deveras preocupante. Cabe ao nosso técnico encontrar a melhor solução, mas não gostaria de estar no seu lugar. Não sou partidário de lamentações, ou desculpabilizações, mas a verdade é que estamos num período complicado numa frase crucial da época. Apetece perguntar, o que mais nos irá acontecer, salientando o que sempre digo. Não há vencedores antecipados. As contas fazem-se no fim.
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