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Líderes tribais

Rui Gomes, em 28.03.18

 

Entre Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho há, sobretudo, uma diferença de estilo.

 

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Entre o registo sobejamente passivo-agressivo de Luís Filipe Vieira e a notória acidez desbragada de Bruno de Carvalho não há assim tantas diferenças como isso. De um lado, há um presidente que garante respeitar os rivais sem se rir apenas para os atacar logo a seguir com uma série de indiretas apontadas à jugular. Do outro, um presidente que usa as redes sociais para comparar o homólogo a um conhecido gangster com uma série de piscadelas de olho tão óbvias que correm o risco de serem confundidas com um tique nervoso.

 

A separá-los, apenas uma questão de estilo. A uni-los, a mesma opção pelo arremesso de achas para a fogueira. Nada de novo no futebol em geral e no português em particular. Os dirigentes, uns mais sonsos, outros mais dados à comédia, sempre se comportaram como líderes tribais. Há de ser também por aí que se explica que, nas franjas, haja tantos adeptos que se comportam como selvagens.

 

Jorge Maia, jornal O Jogo

 

publicado às 03:04

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3 comentários

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De Pinheiro a 28.03.2018 às 09:19

“Jornalismo” contemporâneo. Misturar uma série de palavras para reduzir ao máximo duas questões e torná-las iguais para que a comparação seja forçosamente possível.

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De João Sportinguista a 28.03.2018 às 16:09

A diferença fundamental esta no currículo, Luis Vieira foi homem de mão de Pinto da Costa, conhece bem o esquema, utiliza jagunços espalhados pela comunicação social para fazer passar a mensagem, Bruno de Carvalho vai a todas, faz pegas de caras, de cernelha e muitas vezes dá socos no ar deixando fugir o touro.
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De António a 28.03.2018 às 17:16

Jagunços do Benfica:
- Carlos Dolbeth
- Pedro Correia
- Otávio Machado
- Fernando Mendes
- José Pina...

Há mais, mas escrever neste teclado tão pequenino faz cãibras nos dedos.

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