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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
As contradições das nossas escolhas são, no essencial, reflexos de nossa humanidade. Elas mostram que somos seres em constante evolução, moldados pelas nossas experiências e memórias. Longe de serem falhas, são evidências da nossa capacidade de adaptação e das nossas ambições. O que realmente importa é a autenticidade com que vivemos as nossas escolhas, frequentemente complexas. Quando observamos essas contradições devemos resistir ao impulso de julgá-las como incoerentes. Em vez disso, devemos encará-las como janelas para o conhecimento da alma humana.

Esta reflexão vem a propósito do enigmático post que Morita publicou nas redes sociais. Sobre ele, o seu carácter e personalidade, muito já foi dito e escrito. Ruben Amorim foi elucidativo. Sobre a sua qualidade como jogador também não há dúvidas. Rui Borges fala dele com admiração. O jogador leonino assumiu que atravessa uma “fase pessoalmente difícil” e que “neste momento, estou a lutar comigo mesmo. Todos os dias me questiono e trabalho arduamente”. É conhecida a sua aspiração de jogar na Premier League e aos 30 anos o tempo urge. Entretanto, perdeu o estatuto de titular ao lado de Hjulmand. Aconteça o que acontecer nunca esquecerei que, além de um grande profissional, é bicampeão pelo Sporting.
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