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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Há alguns dias Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, anunciou mudanças no formato da Taça de Portugal e já a partir da próxima época. Proença revelou que as equipas da Primeira Liga só vão entrar em prova a partir da quarta eliminatória e que as meias-finais passarão a ser disputadas num só jogo.
São decisões que podem gerar avaliações dispares.
Numa época em que a densidade competitiva é muito elevada, esta redução do número de jogos levará a um alívio no calendário dos clubes do escalão principal. Por outro lado, a entrada mais tardia destes clubes em prova significa menos jogos transmitidos na televisão e, por isso, menos receita para todos os clubes (sobretudo os mais pequenos), para além de voltar a atribuir ao sorteio das meias-finais carácter demasiado relevante, nomeadamente pela importância, muitas vezes decisiva, do factor casa.
Equilibrar um calendário competitivo cada vez mais denso não é uma tarefa fácil, mas, na minha perspectiva de adepto, não sou partidário destas alterações. Compreendo-as, mas não as apoio.
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