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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Na conferência de imprensa após o jogo de sexta-feira, o treinador da equipa do Benfica, numa crítica disfarçada à arbitragem desse jogo, proferiu umas declarações onde afirma que "há um jogador do Sporting que é intocável, que manda no jogo, que faz as faltas que quer, que puxa adversários e mais uma vez sai sem amarelo". Sem o nomear, referia-se ao capitão do Sporting, Morten Hjulmand.
Independentemente da realidade dos factos o desmentir, com o jornal Record a publicar uma estatística onde revela que o médio do Sporting foi quem que mais amarelos viu na 1ª Liga desde 2023, estas declarações sobre o nosso capitão são lamentáveis e, sabendo ele a importância do jogador no rendimento global da equipa do Sporting, procuram influenciar a acção dos árbitros na forma como futuramente vão avaliar a atitude em jogo do jogador.
Apesar de, neste regresso ao futebol português, utilizar um discurso politicamente correcto e demonstrar uma aparente simpatia, o actual treinador da equipa do Benfica não mudou em nada os fins que norteiam as suas acções. Com uma realidade que exige uma estratégia diferente, mantém a tentativa de condicionar a acção dos diversos agentes do futebol e dos elementos fundamentais das equipas adversárias.
A conferência de imprensa do Rui Borges, após o jogo, ocorreu antes da expressão destas palavras, mas espero que ele, ou alguém responsável da estrutura do Clube que tenha essa possibilidade, numa próxima oportunidade, aborde o tema, defenda o jogador e reponha a verdade dos factos.
É o nosso capitão, é um profissional exemplar e merece ser defendido publicamente, pelos responsáveis da equipa e do Clube, de declarações vergonhosas e caluniosas, feitas por um indivíduo que vive, ele sim, com um tratamento especial.
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