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Esta jornada da Taça da Liga teve dois palcos importantes, mas vou começar com uma breve análise ao que se passou naquele que viu o Sporting vencer o Penafiel, por 3-1. Na minha opinião, muito pouco para o que se exigia e esperava, com o Sporting só a aparecer a mostrar a sua superioridade na segunda parte do encontro e durante cerca de 30 minutos. Nos primeiros 45, a equipa leonina, apesar de mais posse de bola, nunca conseguiu controlar o meio campo e a penetração ofensiva evidenciou-se pela sua quase total inexistência. O primeiro remate à baliza surgiu aos 21 minutos, por William Carvalho, e não se pode dizer que o Sporting tenha criado quaisquer oportunidades flagrantes de golo, salvo, evidentemente, o que foi marcado por Carlos Mané, aos 44 minutos, a cruzamento de Wilson Eduardo.

Não será injusto avançar que alguma melhoria do Sporting começou pela entrada deste extremo, aos 37', em substituição de Vítor Silva, que andava totalmente desaparecido no jogo. Essa disposição evidenciou-se na segunda parte, com Wilson Eduardo a marcar um golo de belo efeito aos 68 minutos e a participar em mais lances de algum perigo para a baliza do Penafiel.

O terceiro golo do Sporting surgiu através de grande penalidade executada por Adrien Silva, aos 81', mas grande mérito para Eric Dier que acompanhou o movimento ofensivo da equipa, penetrou a grande área pelo corredor central e provocou a falta assinalada pelo árbitro Marco Ferreira. Neste contexto, ficam dúvidas se não ficou uma outra falta para grande penalidade por assinalar, sensivelmente aos 51 minutos de jogo, por mão do defesa do Penafiel.

Em geral, uma exibição do Sporting aquém do que era expectável, para superar uma equipa da II Liga e marcar os golos necessários para avançar para as meias-finais contra o Benfica.

Não assisti ao jogo no Dragão e pelo ocasional acompanhamento fiquei muito surpreendido com o resultado mesmo até ao fechar do pano, quando uma grande penalidade é assinalada já nos descontos, para permitir o apuramento do FC Porto, com um golo marcado de vantagem sobre o Sporting.

Duas questões finais: contactei um amigo que me participou que a falta para grande penalidade a favor do FC Porto sucedeu fora da área. Vale o que vale !... A segunda questão que me surgiu, é a razão que levou ao jogo do FC Porto a ter começado, ou a ter terminado, sensivelmente 5 minutos mais tarde do que o do Sporting. Nada disto me surpreende, na realidade, inclusive da oportuna grande penalidade, mas gostaria de ver a questão clarificada. 

 

publicado às 22:58

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1 comentário

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De Fernando Albuquerque a 27.01.2014 às 09:24

Prezado Amigo Rui Gomes

Não vi o jogo do nosso SCP com atenção, pois estava a jantar no aniversário do meu neto mais velho. Vi ontem o programa da TVI e como sempre cada vez mais penso que o futebol em Portugal é uma mentira.
Todos nós felizmente temos a nossa opinião e sinceramente o problema levantado pelo nosso clube não me parece que tenha qualquer lógica, pois o facto de os jogos estarem com horários diferentes de 3 minutos, não encontro qualquer mal nisso. Se o tal famigerado apitador tem prolongado o jogo em demasia para além do tempo, aí teríamos uma segunda edição do Calabote.

A verdade dos jogos é que foi mais uma vez branqueada, pois o FCP tem um golo fora de jogo no primeiro encontro e o SCP um penalti descarado que até se viu na CAPELA DA LUZ , onde normalmente falta a luz, perdão a visão.
Terei de dizer que esperava mais do meu SCP , pois a jogar contra uma equipa da segunda divisão, e que agora tem outro nome, acho que a primeira parte foi muita macia embora o adversário faça parte das equipas que aderiram á rodoviária nacional colocando um autocarro ao serviço de terceiros, pois não entendo o treinador adversário a jogar sem qualquer objetivo abdicar de jogar futebol. Ele lá saberá porque colocou o autocarro e quais as suas intenções e outras coisas que possam estar por detrás dessa atitude negativa, que nada honra o futebol.

E assim, vai o nosso "estimado" futebol, onde a verdade desportiva continua nas ruas da amargura. Aguardo os próximos capítulos deste campeonato, pois é o que nos resta.

Um abraço Fernando Albuquerque

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