De De Perry a 31.08.2025 às 09:47
Vamos falar de futebol que é o que interessa.
A equipa apenas tem um central de choque ( Diomande), quando não pode jogar, principalmente nos jogos grandes e Champions vai ser uma desgraça. A equipa a jogar com 3 centrais ficava muito melhor na coesão defensiva e saía a jogar muito melhor, perdemos um médio defensivo do carassas (Debast) , nos jogos grandes seria primordial para jogar ao lado do capitão. Nesta tactica de 3 centrais Quaresma não serve e St Juste também não, necessitamos de 1 central forte na marcação e jogo de cabeça o que ajudava também muito para libertar Debast para o meio campo pois ele como defesa central em jogos grandes a jogar a 2 centrais não tem o poder de choque necessário. A diferença de jogar entre 2 e 3 centrais é muito grande. A linha avançada ainda anda a ser retocada, onde está o jogador de pé direito para jogar no lado esquerdo que estamos à espera dele há desde 3 anos ? Não temos ninguém a não ser o Pote de pé direito para jogar no lado esquerdo, tirando a possibilidade de Pedro Gonçalves jogar em outras posições como centro campista ou a 10.
Gyokeres tapava tudo que estava mal na equipa, inclusive as maleitas do treinador, com os seus golos, agora acabou.
A feitura do plantel ainda anda em bolandas, na minha opinião que é apenas a minha opinião com a alteração da tática para 2 centrais, necessitamos de um central com poder de choque e um jogador para o lado esquerdo de pé direito e mandar embora os excedentários que ficam, será que em 2 dias temos essa capacidade ?
De Perry,
Sem Diomande a nossa defesa sofre bastante, principalmente em jogos de dificuldade elevada. Gostaria que o Sporting tivesse outra opção com as suas características, mas a estrutura directiva não parece ter essa opinião.
O sistema é uma discussão batida, irrelevante face às ideias fixas do treinador.
O extremo desequilibrador do lado esquerdo é uma necessidade que, espero, seja colmatada até ao fecho deste mercado.
De De Perry a 31.08.2025 às 12:29
Caro Leão do Norte, o sistema neste caso interessa muito e se a estrutura com o treinador à frente não deseja mais um central para o plantel quando muda para 2 centrais e não tem jogadores para isso, tem apenas 2, está a errar. Quanto ao homem para jogar no lado esquerdo é como de pão para a boca, ainda agora Pote se lesionou num pé, se Trincão se lesionar também é um problema, porque se houver o tal jogador Pote faz o lugar de Trincão e o Sporting está muito dependente destes 2 jogadores. A equipa a jogar neste sistema, o Sporting necessita do central e do homem para o lado esquerdo , vamos jogar ao mais alto nível na Champions, assim como em Portugal, os nossos rivais estão a um nível muito melhor que o ano passado
De RCL a 31.08.2025 às 16:43
Perry
O Liverpool também joga no 4-2-3-1 mas tem centrais de elite. Nós não temos. O sistema tem de se adaptar aos jogadores e não o contrário. Na época passada Borges fez marcha-atrás a pedido dos jogadores e foi campeão. Está na altura de virar o disco.
De Perry, não digo que o sistema não interessa. Refiro-me é que essa discussão parece estéril face as ideias e à aparente intransigência do treinador.
O extremo esquerdo desequilibrador é uma necessidade vista por todos. Até pelos responsáveis da equipa.
De Jai a 31.08.2025 às 17:53
Adaptar o sistema ao plantel ou o plantel ao sistema? Chamar intransigência à escolha errada é uma novidade...
Jai, tem dúvidas que o sistema de jogo do Sporting traduz as ideias do treinador?
E que a estrutura directiva cauciona essa opção?
Se assim é, qual é o proveito de mantermos essa discussão?
Nem vou entrar por questões de semântica ou de um comportamento versus uma avaliação, porque estas duas últimas não são mutuamente exclusivas.
De Verdinho a 31.08.2025 às 12:36
Vamos falar de futebol mas só diz banalidades. Acha sinceramente que o Sporting trocava melhor a bola com 3 centrais?? Quando? Onde?
Quantas vezes não atirámos bolas para a frente para o Gyokeres ir buscar e reolver o jogo??
Vale a pena fazer esse jogo quando não temos um jogador que segure a bola de costas para a baliza? Nem o Harder que tb tem corpo o fazia como o Gyokeres. O Gyokeres segurava muitas bolas, sofria muitas faltas de costas para a baliza, dava muitas segundas bolas. Não temos mais esse jogador, quem tem é o Porto que temno Samu e o De Jong que também fazem isso muito bem.
O Suarez não é esse tipo de jogador, Harder tb não e o Ioanidis também não. Então vamos continuar a atirar bolas para frente como fazíamos com 3 centrais??
Aqui há um mês antes de chegar Suarez eu escrevi que eu preferia um jogador mais frio, de jogo nórdico, mais simples nos processos, de ligas intensas de bola a rolas. Sugeri Kasper Hogh do Bodo/Glimt e Fisnik Asllani, pois foi esse tipo de jogador que nos levou ao Bi.
A estratégia foi diferente: jogadores mais técnicos de ligas latinas menos intensas. Vamos ver no final se esta mudança de estratégia foi correcta ou errada.
De De Perry a 31.08.2025 às 13:20
Caro Verdinho a verdade é que quando Amorim saiu do clube jogavmos futebol Champanhe e não era apenas bola para a frente, começou a ser bola para a frente após Amorim, dou-lhe razão quanto ao Gyokeres não vai ser nada fácil após ele mas veio Ioannidis que é diferente mas que me parece um excelente jogador, mas que a ewuipa necessita de ser retocada para jogar com 2 centrais necessita, tudo é possível com os jogadores calhados para o sistema em que se joga
De Verdinho a 31.08.2025 às 13:58
Sim, claro, o futebol champagne que a ganhar 3-0 fez-nos perder 4-3 a Supertaça com um FCP muito, mas muito menos competente que este.
Ou que nos fez empatar com PSV sem sabermos como..
E o tal futebol champagne de Amorim antes de Gyokeres resultou num 4to lugar e o mesmo futebol tem sido trágico para o United.
Gyokeres disfarçou muitas debelidades do sistema de jogo que tínhamos que era muito passivo, muito estático e por isso tínhamos tantas dificuldades em dar a volta a um resultado negativo. Quando começavamos a verncer e o Gyokeres, Pote e Trincão tinham espaço, corria tudo bem. Quando começavamos a perder e as equipas ficavam muito compactas era muito difícil criar lances de perigo(mesmo com o Gyokeres). A vossa memória é curta.
Nem tanto ou mar, nem tanto à terra.
Com Amorim também ganhamos ao City depois de estar a perder e em Braga estando 2-0 em desvantagem no marcador. E neste último jogo sem qualquer golo ou intervenção decisiva do Gyökeres.
Não vamos esgrimir argumentos em defesa do passado versus o presente. A mim interessa-me o futuro.
De Zé Manel a 31.08.2025 às 14:50
Concordo consigo, esse tema dos centrais já foi aqui debatido noutro post, na falta do Diomande não temos mais nenhum "centralão" que se imponha pelo físico. O Debast e o Inácio são centrais "refinados" que tratam bem a bola, mas não têm aquele poder de choque que é preciso contra avançados possantes. A dupla ideal será sempre um central mais possante e outro mais "refinado". Depois na linha avançada também acho que falta um desequilibrador estilo Quenda dextro para o lado esquerdo. SL
Ze Manel, aponta situações já aqui debatidas, mas os responsáveis da equipa parecem só avaliar essas necessidades em 50%.
De Zé Manel a 31.08.2025 às 16:41
Eles lá saberão melhor do que nós. Às vezes no meu trabalho posso ver e rever as coisas 10 vezes e não encontro problema nenhum, vem um colega com o "olhar fresco" e encontra logo coisas a melhorar. O que quero dizer é que às vezes um ponto de vista externo não é de se ignorar. SL
Um ponto de vista externo é sempre importante e pode ser diferenciador.
Mas também acredito que a estrutura do Sporting deve ter, e considerar, esses pontos de vista externos.
Se eles são divergentes e não os valoriza...
De José Sousa a 31.08.2025 às 10:09
“Não é caso para dramas”, mas convém não fechar os olhos e tapar os ouvidos.
Dois jogos contra adversários directos que deixam muitas interrogações no ar, sobretudo ontem contra uma equipa com muitos elementos novos, mas já com processos consolidados e identidade.
A estabilidade era a nossa grande vantagem para esta nova temporada, que desbaratamos com a mudança do sistema táctico e com a entrada excessiva de elementos no grupo de trabalho.
Falta um central de choque, que se vai notar nos jogos entre os grandes e sobretudo na Champions.
Os novos reforços, nenhum deles entra no onze de caras, ficamos na dúvida pelo menos.
Suarez já o disse algumas vezes, é um jogador voluntário, mas não é o matador que precisamos.
Com Pote e Trincão inspirados, a equipa não tem criatividade, o que é muito curto para as aspirações do SCP.
O nosso mercado foi demasiado mexido, contra as expectativas generalizadas, e sobretudo acho que não acrescentou real valor.
Vamos aguardar o que nos espera.
Nota: Fiquei muito apreensivo quando vi a colocação de muitos vidros na remodelação do estádio, e para mim não acho nada boa ideia em espaços desportivos.
José Sousa, não se trata de fechar os olhos e tapar os ouvidos, antes pelo contrário. O dramatismo e o catastrofismo é que nos toldam o raciocínio, com resultado igual a fechar os olhos e tapar os ouvidos.
São evidentes as debilidades e as falhas da equipa e devemos ter a capacidade para as diagnosticar, avaliar e corrigir.
Concordo que este Sporting mexeu demais, muito mais do que eu esperava, e essas mudanças estão a ter impacto no rendimento da equipa. Mas Diomande, Maxi e Morita, principalmente os dois primeiros, tem grande influência no rendimento da equipa e a sua falta nota-se bastante.
Se Pote e Trincão estão pouco inspirados e são anulados, não parece existir na equipa quem assuma essa criatividade e desbloqueie jogos "amarrados". Até neste aspecto o Maxi é importante.
De João Silva a 31.08.2025 às 12:05
"A estabilidade era a nossa grande vantagem para esta nova temporada, que desbaratamos com a mudança do sistema táctico"
Tudo resumido.
SL
João Silva
De Luis Carvalho a 31.08.2025 às 10:40
Conforme já referi não vi o jogo, como tal não me pronunciarei sobre o mesmo. Mas tal e qual o Caro Leão do Norte, não me surpreendeu o resultado. O Sporting em 5 jogos oficiais esta época perdeu os 2 com equipas do “ seu campeonato”, ganhou 2 jogando contra 10 muito tempo( não estou a dizer, longe disso, que as expulsões não foram justas) e ganhou ao Casa Pia em Rio Maior, com uma exibição suficiente. Perder este jogo não será caso para dramas, mas é um motivo para refletirmos. Após o fecho do mercado, terei seguramente a oportunidade para fazer o balanço do mesmo e tirar conclusões. Bom domingo a todos!
De mike1906 a 31.08.2025 às 11:48
Acho fantástico como consegue emitir opinião sobre uma coisa que não viu...
Não sou advogado de defesa do Luís Carvalho, nem ele necessita, mas onde é que ele emitiu opinião sobre o jogo?
De Mike1906 a 31.08.2025 às 12:42
Quando diz que não lhe surpreendeu o resultado.
Sem ver é difícil perceber se o resultado foi surpreendente ou não. Só acompanhando as incidências do jogo se pode tirar essa conclusão. Penso eu...
De Verdinho a 31.08.2025 às 13:08
Pois. Eu vi todos os jogos e não tenho a menor dúvida em dizer que este ano o Sporting parece-me muito mais capaz a chegar à área adversária com qualidade do que em anos anteriores.
Fazemos boas trocas de bola, boas combinações, mas falta acutilância e simplicidade na hora de finalizar. Com o Nacional vimos duas partes, a primeira em que o Sporting decidia sempre mal, na segunda parte o Pote decidiu simples e finalizou lances simples e mostrou que parece fácil fazer remates simples em arco. Ontem sofremos um golo em arco super longe da baliza e nós em frente à baliza na entrada da área, enquadrados, rematámos para as nuvens ou para as mãos do Diogo Costa. Quando tínhamos de ser mais práticos.
Quando o Porto marca o golo, o Sporting estava muito por cima a começar a fazer as suas combinações e o Farioli fez duas alterações porque sentia a equipa a afundar. Tiveram a sorte e audácia de marcar mas na segunda parte o Porto sofreu muito e perdeu muitas bolas antes de marcar o golo. Depois de marcar já se sabe que uns ganham confiança e outros ganham nervosismo..
Verdinho,
O problema deste Sporting, especialmente com determinadas ausências, não está na chegada à área. Está em determinados aspectos defensivos (bolas paradas e em transição para as suas "costas") e na definição ofensiva.
Contra o Antas estas lacunas seriam um sério problema. E foram, mas numa medida inferior ao que eu esperava. O Jong ganhou quase todos os lances de cabeça e as tabelas em transição, típicas do jogo directo de Fariolli, foram um problema que resultou no primeiro golo.
O Pote tem problemas nos jogos em que a marcação é intensa, num estilo misto zona/homem a homem. Ele e o Trincão. Ontem, mesmo quando o Pote e o Trincão quiseram decidir e rematar simples, quando remates esbarraram em jogadores do Antas? A pressão era intensa.
Neste contexto quem marcasse primeiro adquiriria vantagem decisiva.
São situações diferentes.
A mim também não me surpreendeu o resultado e não foi por ter visto o jogo. Interiorizei a possibilidadede derrota antes do jogo se disputar. Ver o jogo foi quase uma constatação, não uma surpresa.
E fi-lo pelo facto das limitações e ausências deste Sporting serem um oportunidade para o estilo de jogo deste Antas nos causar muitos problemas.
De Luis Carvalho a 31.08.2025 às 15:19
O meu Caro, é só muito pouco inteligente e falho de capacidade de perceber a língua Portuguesa. Desculpe, mas hoje especialmente não estou nada disponível para ler e ouvir coisas, que como diria o Al Pacino, no Padrinho I, insultam a minha inteligência.
De Luis Carvalho a 31.08.2025 às 15:16
Agradeço sempre a ajuda de pessoas, que não conhecendo pessoalmente, merecem pelo que escrevem, pela educação que facilmente se adivinha estar muito presente, o meu reconhecimento. Muito obrigado Caro Leão do Norte.
De Luis Carvalho a 31.08.2025 às 15:13
E se tivesse um só pico de inteligência, coisa que lhe parece alheia, arredia, teria a oportunidade de ler, analisar e entender( qualquer miúdo de 10 anos fá-lo-ia com facilidade), que sobre o jogo nada disse. Limitei-me a dizer que não esperava um resultado diferente, que não fiquei surpreendido com o mesmo e a recordar os resultados obtidos( aqui até um miúdo de 6 anos consegue perceber). Faça lá um esforço, é só ler e pensar um bocadinho, antes de escrever necedades.
Caro Luís Carvalho,
A minha "não surpresa" está relacionada com as debilidades, principalmente na ausência de Diomande e Maxi, que este Sporting tem e a forma como o jogo deste Antas está talhado para as aproveitar.
Apesar das vitórias, este Sporting vinha deixando dúvidas e preocupações, que ontem se adensaram, e que devem ser motivo de reflexão interna.
Este campeonato parece-me ainda mais desequilibrado entre os quatro primeiros da época passada e os restantes (com excepção do Famalicão), pelo que os jogos entre candidatos vão ter importância redobrada e a perda de pontos vai sair mais cara.
De Luis Carvalho a 31.08.2025 às 19:22
Meu Caro Leão do Norte, comungo da sua visão, não tendo visto o jogo, para os filhos irem ao JA, alguém tem que ficar com os netos, os avós, e apesar das 3 vitórias na Liga, a nossa defesa pareceu-me sempre frágil, sobretudo no jogo aéreo, e na intensidade física, na disputa da bola. Aguardemos pelos próximos capítulos, mas sou sincero, não estou nada otimista, a equipa habituou-se muito a ter na frente alguém que mesmo quando se jogava pouco, normalmente abria o caminho para a vitória, esse alguém já cá não mora,
Caro Luís Carvalho,
O que seria dos pais sem os avós?
Também por mim falo e da preciosa ajuda que recebo.
A fragilidade na defesa será, em grande parte, colmatada pelo regresso do Diomande. O problema está na frente.
A terapêutica, altamente eficaz, que se utilizava para resolver jogos já não se aplica e serão necessários muitos ensaios e testes para se encontrar outra, com resultados minimamente comparáveis.
De luis Moreira a 31.08.2025 às 23:18
Meu caro, nós temos sempre um jogador a menos no meio campo e temos 4 jogadores avançados . Juntando os laterais que jogam compridos os nossos centrais são muitas vezes apanhados em situações dificeis. O treinador tem que ver isso
Cumprimentos
De Júlio a 31.08.2025 às 10:48
Creio que contra equipas grandes os 3 jogadores da frente, Pote, Trincão e Catamo que são muito talentosos mas pouco intensos como a sua morfologia física mostra. Fazem pressão só com o olhar e correm pouco para trás.
Já temos talento e criatividade que chegue. Em vez de extremos de 30 milhões quero antes mais um avançado (Clayton), e músculo (Gustavo Sá).
Júlio,
O problema dos nossos criativos é realmente a intensidade no aspecto físico. Quando estão sujeitos a marcações cerradas, estilo "colete de forças", e muito limitados na sua acção, como ontem estiveram pelo Varela e pelo Froholdt, não conseguem dar ao jogo a sua qualidade.
Enumerou dois jogadores que também aprecio e que acrescentariam bastante a este Sporting. Gustavo Sá é de qualidade indiscutível e o Clayton, ao contrário da opinião da maioria dos adeptos do Sporting, seria muito útil. É o tipo de avançado que tem sucesso no campeonato nacional. Forte fisicamente, com instinto pelo golo, oportuno e com razoável qualidade técnica. É um bom remédio para jogos encravados, contra "autocarros" e em campos impraticáveis.
De Verdinho a 31.08.2025 às 12:53
Ora aqui estão dois comentários correctos em vez da balela dos 3 centrais. O Clayton apesar não ser muito mais alto e pesado com o Suarez parece-me um jogador que sabe segurar as bolas melhor posicionando o corpo e isso é algo que não temos e não vamos ter com ioanidis e portanto sim. É uma decisão questionável a escolha de dois avançados semelhantes em detrimento do Clayton.
A questão Pote e Trincão é o que todos sabemos, jogadores muito criativos mas que não são jogadores que saibam defender sem bola, tal como Geny e Quenda.
Nestes jogos grandes ou mais intensos, repartidos, o 3 elemento do meio campo teria de ser um Simões ou Bragança e não o Pote ou Trincão. O Trincão rende mais à direita, o Pote pode jogar no meio contra equipas pequenas do campeonato português, mas em jogos intensos não serve, portanto ou joga na esquerda ou não joga. É a minha opinião. Geny é suplente de qualquer um destes que referi.
O Clayton seria muito mais aproveitável do que a maioria dos adeptos do Sporting julga. A forma como segura e esconde a bola proporcionaria jogadas de perigo ao Pote e ao Trincão.
Pote e Trincão ficam muito limitados contra equipas com capacidade de os meter num "colete de forças". Só com a presença, à sua volta, de jogadores físicos e com capacidade de segurar a bola é que se poderão libertar.
Seria interessante os sportinguistas estarem a ver o jogo do Rio Ave com o Braga, para verem como joga o Clayton, e não só como marca, e como poderia ser útil ao Sporting.