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O cientista Michael Levitt - tem tripla nacionalidade, britânica, americana e israelita - , que venceu o prémio Nobel da Química em 2013, desdramatizou os cenários apontados de milhões de mortes em todo o mundo derivados da pandemia de Covid-19.

Levitt teve ocasião de fazer um modelo de investigação que aplicou à China e acertou na previsão sobre a desaceleração e queda da curva de casos registados e de mortes, pelo que agora aplicou o mesmo método ao Ocidente, chegando à conclusão de que a pandemia não será tão fatal quanto muitos epidemiologistas perspectivam.

"Para por as coisas em perspectiva, o número de mortes por coronavírus em Itália é de 10% das mortes por influenza entre 2016 e 2017. Há pânico injustificado que temos de controlar. Não é o fim do mundo. Vamos ficar bem.

Tem de se encarar o corona como uma gripe severa, de quatro a oito vezes mais forte, e mesmo assim a vasta maioria das pessoas vai continuar saudável e a humanidade vai sobreviver. Esta não é a altura para sair com os amigos. A situação real não é nem de perto tão terrível como dão a entender".

O cientista justifica a perspectiva de um decréscimo de casos a partir de agora com o facto de todos os governos estarem a tomar medidas bastante mais severas de isolamento social, fundamental para combater o problema.

publicado às 03:04

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29 comentários

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De RCL a 25.03.2020 às 09:35

Há noticias que não descansam:

Uma médica do S. José , sem sintomas, fez o teste ao Covid-19, particular - deu positivo.(fonte Expresso)
Um enfermeiro no norte, trabalhou durante uma semana com febre- deu positivo
(fonte Expresso).
Pelo menos o pessoal de saude devia ser testado.
Testar, testar, testar.
SL
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 10:46

Apaguei as primeiras duas linhas do seu comentário por não fazerem sentido algum, especialmente no post do meu colega Leão Zargo, que nada tem a ver com a actual pandemia.
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De Indiana Julio a 25.03.2020 às 10:13

Estamos a caminhar para os meses mais quentes o que fará conter e estabilizar a pandemia na Europa mas no inverso os países da América do Sul que caminham para o Inverno terão mais dificuldade em contê-la e terâo que manter as medidas severas.
O que coloca em pânico muita gente são o numero de mortes diárias em Itália e Espanha principalmente, onde estâo a morrer mais de 1000 pessoas por dia no conjunto dos 2 países é surreal.
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 10:44

Essa de "os meses mais quentes" é facto que retirou de parecer perito ou apenas a sua opinião?
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De Indiana Julio a 25.03.2020 às 22:17

A minha filha é cientista microbiologa e esta convicta que esta nova versao do SARS tem maior dificuldade em adaptaçao nas altas temperaturas e ira deslocar-se para temperaturas mais baixas ou esperar depois de novo o Inverno.
Assim é provavel que nos meses mais quentes diminua substancialmente a sua propagaçao o problema é que até la chegarmos ainda vao morrer muitas pessoas a um ritmo diario alucinante principalmente nos paises em que teimam em nao levar a serio esta pandemia.
A minha filha faz parte da NAZA do departamento de estudo de microorganismos extra terrestres e de solućoes para la do nosso planeta ,na semana passada foi requisitada pelo governo portugues para a ajuda de procura de soluçoes que se baseiem nas fragilidades deste virus e ja trabalha neste momento num laboratorio em Lisboa .
De todas as formas e aparte ela ser uma excelente tecnica comungamos das mesmas ideias.
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 22:44

Muito bem Julius.
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De Indiana Julio a 25.03.2020 às 23:05

Mas preparemo-nos caro amigo o futuro reserva-nos sombrio com a chegada de outras pandemias quiza mais mortíferas .
Ciclos de bonança e depois novo ciclo de guerra biológica .
O aumento brutal da nossa espécie vai trazer muitos problemas.
Muitos indivíduos de uma espécie criam competição é assim com todas as espécies e essa competição pode chegar a níveis exagerados tratando-se da humanidade.
Podemos avaliar o seguinte:
Uma pandemia com vírus = alarmante
Uma pandemia com bactéria que tenhamos antibiótico = muito serio
Uma pandemia de uma bactéria multi resistente = game over ,tchau humanidade.

O assunto é muito serio e mais serio se vai tornar no futuro.
A minha filha calcula nesta pandemia algo de 30 a 40 mil mortos mas na próxima podemos estar a falar de muitos milhões.
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 23:23

Até acho que é melhor não se falar nestas coisas, nada resolve e só servem para preocupar.
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De Indiana Julio a 26.03.2020 às 00:21

Caro amigo o meu (nosso) objectivo nao é alarmar mas sim consciencializar para uma dura realidade e para as pessoas reflectirem porque têm que cambiar em muitas coisas principalmente obrigar os liders a pensarem diferente que cegos seguem num ritmo desenfreado na competiçâo economica.sem olharem para as consequencias.
A nossa especie tem que adquirir nas geraçoes futuras o altruimo no seu ADN so assim podemos ser mais fortes e equilibrados e tambem pensar seriamente num plano mundial que controle a natalidade.
E por ultimo, de uma vez por todas reduzirmos substancialmente a poluiçao no planeta.
Prevêm-se de futuro soluçoes radicais
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De Anónimo a 25.03.2020 às 19:24

Essa de o vírus ser mais volátil ou não consoante a temperatura, na minha opinião não faz sentido. Se assim fosse ele morria dentro do nosso organismo, pois a temperatura dentro do nosso organismo ronda os 37 graus
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 19:26

Faltou a identificação!
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De Hugo a 25.03.2020 às 19:32

Peço imensa desculpa mas não reparei
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De Balakov a 25.03.2020 às 10:18

Eu nao sei se este cientista se lembra de ver a gripe a obrigar a abrir pavilhoes para por os corpos, requesições civis de hospitais privados, hoteis, etc
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 10:43

Bem... não me parece que ele esteja a comparar a Covid-19 a uma simples gripe, apenas que a actual crise não atingirá a dimensão perspectivada por alguns.
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De Balakov a 25.03.2020 às 11:24

Li mal ?

""Para por as coisas em perspectiva, o número de mortes por coronavírus em Itália é de 10% das mortes por influenza entre 2016 e 2017"
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 11:31

Não leu mal. Quanto muito é uma questão de interpretação. Ele relativizou a questão, parece-me...
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De ChakraIndigo a 25.03.2020 às 18:14

Longe de mim contestar um cientista, e ainda por cima com um Nobel.

Não sei se será algum erro de tradução, mas comparar um determinado numero de mortes por gripe no espaço de um ano/dois anos com as agora ocorridas em menos de um mês....

o que é importante é perceber que na realidade, mesmo que nada fosse feito, a humanidade sobreviveria sempre, com o que alguns chamariam de danos colaterais.

o que aconteceria de certeza, seria uma contaminação indiscriminada, com as pessoas idosas e com patologias graves a irem desta para melhor pelo crash dos sistemas de saúde e pelo seu abandono, uma grande maioria de pessoas a serem assintomáticas ou imunes, outras com sintomas ligeiros, outros, uma minoria, com sintomas graves e a entupirem o serviço de saúde, com muitas mortes e por aí fora.

Mas esta minoria somada aos idosos é um numero dantesco.

Provavelmente falaríamos de dezenas de milhões de mortos, no mínimo, em todo o mundo, a selecção natural seria feita com o auxilio do vírus.

Se já se está a fazer triagem de guerra em Espanha e Itália, imagino o que seria sem quarentena aqui na Europa.
Algo semelhante aos 40M de mortos da gripe pneumónica ou espanhola.

Depois de um determinado período com mais de 60% de infectados, a natureza faria o seu trabalho e seria uma doença como outra qualquer, uma larga parte da população imunizada naturalmente, e o o aparecimento primeiro de tratamentos, e depois de vacinas.
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 19:23

As considerações dele era mais extensas. Talvez tenha sido erro meu transcrever apenas a que está publicada, mas pareceu-me simples e directa ao ponto.
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De LG a 25.03.2020 às 11:24

"O cientista justifica a perspectiva de um decréscimo de casos a partir de agora com o facto de todos os governos estarem a tomar medidas bastante mais severas de isolamento social, fundamental para combater o problema."
Quase todos, Brasil e EUA são "honrosas" exceções.
Os médicos comparam mais esta doença a uma pneumonia do que a uma gripe 4/8 vezes mais forte. Que pode deixar graves sequelas (danos permanentes no
sistema cardiorrespiratório) mesmo nos 80% que apanharem um COVID com sintomas moderados.

E não comparem a facilidade em estabelecer medidas de quarentena nos países asiáticos com os países ocidentais
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 11:29

Qual é a diferença entre países?

Vem-me à ideia a população, mas não sei bem que mais infere no seu comentário.
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De LG a 25.03.2020 às 11:46

Rui, na China (e países asiáticos em geral) as autoridades mandaram ficar em casa e as pessoas obedeceram. Em Espanha, Itália e em menor extensão em Portugal as pessoas passaram a quarentena em parques públicos, praias e bares.

E depois temos países como Brasil e EUA, cujos presidentes são contra a quarentena
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 12:45

Foi só para esclarecer.

No Brasil não sei, mas Trump é um idiota.
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De Anónimo a 25.03.2020 às 14:21

Caro, Rui
O trampas é um idiota mas o bolsonaro consegue ser pior... o Boris está a dar luta mas precisa de se esforçar mais.!!
PS: Na China chegaram a entaipar as pessoas nas suas próprias casas para não poderem sair, imagine uma medidas dessas aqui em Portugal.
Cumpram o isolamento social pf.
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 15:20

Faltou a identificação!
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De Paulo a 25.03.2020 às 17:31

Sorry
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De António Vieira a 25.03.2020 às 12:16

Um comentário optimista deste cientista, mas as minhas duvidas continuam,já tenho lido muita coisa sobre este vírus, mas ainda não sei como ele surgiu assim tão der repente. Esta pandemia veio revelar que o sistema mundial de saúde está muito mal na maior parte dos países e gastam-se milhões de $$$€€€ a fazer guerras onde morrem milhões de pessoas. Espera-se que nos meses quentes comecem a decrescer o numero de infectados, pois segundo dizem o cientistas o vírus morre a temperaturas superiores a 30 graus c. A ver vamos assim dizia o cego que não via nada...
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De Rui Gomes a 25.03.2020 às 12:47

Muitas dúvidas, ainda...

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