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Não nos deixemos iludir...

Rui Gomes, em 15.10.19

albert_einstein_a_realidade_e_meramente_uma_ilusao

Estou plenamente convicto, há muito, de que a esmagadora maioria dos sportinguistas apoia firmemente a Direcção no seu possível propósito de banir radical e definitivamente de associados e de todas as instalações do Clube essa indesejável gentalha, cujo constante e condenável comportamento desordeiro tem provocado crescente mal-estar e indignação de todos os que - no estádio ou no pavilhão - têm pleno direito a assistir pacificamente às variadas actividades do Sporting, para além de incomensuráveis danos financeiros e de repercussão.

Lamentavelmente, a agora tão mal-afamada (dentro e fora do país) Juve Leo tornou-se gradualmente presa fácil de arruaceiros, delinquentes e afins (alguns até com cadastro criminal), estratégica e astuciosamente infiltrados na própria claque, usando-a como única actividade 'profissional', explorando parasiticamente o Sporting Clube de Portugal - gozando das inadmissíveis, injustificáveis e generosas benesses (incluindo bilhetes grátis, viagens, estadias, acesso directo aos jogadores e técnicos, etc.) concedidos pelo psicopata charlatão, tardiamente destituído, em troca de serviços pessoais de milícias protectoras do alucinado ditador.

São, pois, estes ditos órfãos do 'brunismo' que, saudosos das suas muitas infames regalias - e contando com a vergonhosa conivência da media sem escrúpulos - espalham e fomentam os ridículos espectáculos desordeiros que se têm verificado e que visam atacar o Sporting e os seus legítimos dirigentes. Não nos deixemos iludir...

Texto da autoria do nosso leitor/colaborador Leão da Guia

publicado às 04:03

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25 comentários

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De José Lima Curral a 15.10.2019 às 11:18

Tocou na ferida. Frederico Varandas e quem o acompanha no Conselho Directivo assumiram com coragem medidas que tendem a acabar com privilégios inadmissíveis. Mas sozinhos estarão condenados a fracassar, por muito resilientes que sejam. Tanto os restantes corpos gerentes, com atitudes de igual coragem na relação com os insurrectos, como os restantes sócios e adeptos devem demonstrar sem margem para dúvidas de que lado estão. Mas, fundamentalmente, o poder político e judicial devem tomar medidas sérias de combate à violência no desporto, se necessário erradicando as claques. Os adeptos que verdadeiramente gostam dos seus clubes, das suas equipas, não deixarão de as apoiar de outras formas.

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