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sporting-sad.jpg

 

A Sporting SAD convocou esta quinta-feira os seus accionistas para uma Assembleia Geral a realizar a 11 de Maio, que tem como finalidade adiar o reembolso das obrigações que chegam à maturidade no próximo mês e avançar com uma nova emissão de 60 milhões de euros até ao final do ano.

De acordo com a convocatória, a Assembleia Geral terá apenas dois pontos na Ordem de Trabalhos. O primeiro diz respeito ao adiamento do reembolso da emissão de 30 milhões de euros que chega à maturidade em Maio. Como o Sporting já tinha revelado, o objectivo passa por realizar o pagamento destes títulos apenas em Novembro.

O segundo ponto diz respeito à nova emissão, que a SAD liderada por Bruno de Carvalho pretende que possa chegar aos 60 milhões de euros.

"O Conselho de Administração da Sporting Clube de Portugal – Futebol, Sad, vem, nos termos e para os efeitos do disposto no número 2 do artigo 8º dos Estatutos, propor à Assembleia Geral da Sociedade, reunida aos 11 de Maio de 2018, que delibere conceder-lhe autorização para uma ou mais emissões obrigacionistas até ao montante máximo global de € 60.000.000 (sessenta milhões de euros), a realizar mediante ofertas públicas de subscrição de obrigações ordinárias, com uma maturidade não superior a 4 anos e com o valor nominal unitário de € 5 (cinco euros), emissões essas a terem lugar até ao final do ano de 2018", refere a convocatória.

 

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publicado às 03:12

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54 comentários

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De Schmeichel a 20.04.2018 às 09:14

Este aumento do empréstimo obrigacionista tem de ser melhor explicado..... qual a razão disto?!? segundo a retórica do nosso presidente a reestruturação financeira estava feita, e este aumento não estava previsto..... tem de ser explicado!
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De Joao a 20.04.2018 às 09:40

Isto é muito preocupante. Eu julgo que o aumento de 30 para 60 se explica por dois motivos: em primeiro lugar o adiamento da liquidação da actual emissão vai ter custos: por exemplo em vez de pagar 30 milhões , tem de pagar 35 milhões para compensar a demora. Em segundo, está a prever que a avaliação destas novas obrigações seja desfavorável. Os 60 milhões são o valor nominal das obrigações, isto é, o valor final de pagamento, não é quanto os investidores vão pagar por elas. Neste caso, o valor nominal por obrigação e 5 euros. Se o clube apenas vender cada obrigação por 3 euros, apenas tem de receita 36 milhões e não 60.

Penso que é isto é não é nada bom
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De Joao a 20.04.2018 às 09:42

E o problema será que apenas recebe esse valor (36), mas daqui a quatro tem de fazer um pagamento de 60. E onde vai arranjar o dinheiro para isso?

E assim se enterra um clube
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De Jorge a 20.04.2018 às 11:11

Posso estar enganado mas vai aí uma grande confusão.

Não percebo de onde vem essa historia dos 3 eur e dos 36 milhoes.

Se a emissão é de 60 milhões, os subscritores pagam 60 milhões. Se eventualmente as quiserem transaccionar antes da maturidade, é muito natural que as tenham que vender no mercado abaixo do valor de subscrição.

Afinal de contas o risco de um clube de futebol não é baixo, gerido por um tipo impulsivo como este, pior ainda, e passar de emissões de 30 milhoes para 60, é tudo menos bom sinal.

Mas se esperarem até à maturidade, havendo dinheiro, recebem a verba investida.

Provavelmente parte dessa verba será para pagar as anteriores obrigações. Pressuponho que 30 milhoes + juros de 6 meses. Desconheço a taxa mas duvido que cheguem aos 35 milhoes que refere.

Eu acho que é preocupante mas não tanto pelas questões que refere, a não ser que haja outra informação que eu não saiba. É preocupante porque, afinal de contas, traduz um aumento do endividamento de 30 milhões. Para um clube que, teoricamente, estará tão saudável financeiramente.....

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De joao a 20.04.2018 às 11:34

Nao. As obrigacoes nao teem que ser vendidas ao seu valor nominal. Podem ser vendidas acima ou abaixo desse valor. O valor nominal apenas determina o valor dos juros a pagar (que e' a taxa de cupao a multiplicar pelo valor nominal) e o valor de reembolso final (que e' o valor nominal). Os investidores no leilao estabelecem o quanto acham que elas valem, junta-se a oferta e ai determina-se o preco. Que, novamente, pode ser acima, igual ou abaixo do valor nominal de 5 euros.

Os valores que usei eram apenas para dar um exemplo numerico.
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De Joao a 20.04.2018 às 12:02

Onde posso estar enganado e que o valor de mercado a angariar esteja fixado nos 60 milhões e o que ter de ajustar e o número de obrigações a emitir. Isto é, se as obrigações forem vendidas ao seu valor nominal , o Sporting vai precisar de emitir 12 milhões de obrigacoes . Se vender por menos tem de emitir mais do que 12 e o valor de reembolso a pagar daqui a 4 anos e superior a 60 milhões
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De Jorge a 20.04.2018 às 12:30

Não, o nr de titulos a emitir tb é pré determinado.

Nada disto augura nada de bom mas calma...
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De Jorge a 20.04.2018 às 12:12

Não sou especialista na matéria mas acho que está enganado. Salvo melhor opinião, o preço de subscrição é pré-estabelecido, é divulgado no prospecto, não está sujeito a negociação, e nas ultimas penso que terá coincidido com o valor nominal.

Efectivamente penso que poderá não coincidir com o valor nominal embora até seja o mais usual. Duvido que alguma vez se tenham chegado sequer perto de valores como os que refere com subscrições 40% abaixo do par.

Depois disso,ou seja, após a subscrição e até à maturidade, o preço a que se poderão transaccionar será determinado pelo mercado. Assumo que foi por isso que pressupôs uma desvalorização drástica dos titulos após a subscrição, o que me parece fazer sentido.

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De Jorge a 20.04.2018 às 12:25

http://www.sporting.pt/incscp/pdf/investor_relations/ir_resultadosdaofertapublicadesubscricaodasobrigacoessportingsad20152018.pdf

Estas foram as condições das ultimas.
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De PSousa a 20.04.2018 às 19:31

Meu caro,
Na emissão de obrigações não há preço "variável" compra pelo preço de emissão e pelo mínimo de obrigações a comprar. As obrigações tem variação após a sua colocação, total ou não!
Por isso, se existirem compradores para os 60M€, é esse valor menos as despesas inerentes à operação que o Sporting vai encaixar.
Pós venda, por exemplo no dia seguinte é que poderá ter logo a cotação da obrigação a 4€ (por ex.) em vez dos 5€, é normal!
Geralmente as obrigações tem sempre um decréscimo inicial e a chegarem à sua maturidade tendem a chegar a 100%, em certas empresas há por vezes alturas que as obrigações estão acima do valor adquirido (mais de 100%) e nessa altura o obrigacionista pode vender com mais valias, dependerá sempre se existir compradores.
Por isso não há história de vender 60M€ de obrigações ao preço de 36M€.
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De Fidalgo a 20.04.2018 às 09:56

Bom dia,

A restruturação financeira não aconteceu, e não irá acontecer tão cedo. Não passa tudo de uma enorme falácia. Queremos ser grandes, andar em carros topo de gama, ter televisões maiores que as do vizinho, mas não passamos uns pés descalços, com a mania da perseguição, com um sentimento de inferioridade muito grande, e sem capacidade auto-crítica. O Bruno Miguel personifica as caracteristicas mesquinhas do povo português. O Bruno Miguel faz-me lembrar aqueles industriais novos ricos dos anos 80 que andavam ao volante de Ferraris, encheram os bolsos de dinheiro, fechavam empresas atrás de empresas, não pagavam a fornecedores e que desgraçaram a vida a muita gente. Cada um tem o que merece, e o Sporting se calhar merece ter o Bruno Miguel.
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De Leão Zargo a 20.04.2018 às 10:00

Há alguma coisa que não está a ser devidamente explicada aos sportinguistas a propósito deste pedido de autorização aos acionistas sobre o empréstimo obrigacionista global num montante até 60 milhões de euros até final do ano. As emissões serão realizadas mediante ofertas públicas de subscrição de obrigações.

Entretanto, foi solicitado um adiamento de seis meses para se proceder ao reembolso de uma dívida de 30 milhões que vencia em maio deste ano, que naturalmente será cumprida com o pagamento de juros. Mais de metade deste empréstimo obrigacionista destina-se a satisfazer esta obrigação.

Bruno de Carvalho tem afirmado que a reestruturação financeira foi um sucesso e que o Sporting é um caso de sucesso nesse aspecto. No entanto, ficou-se a saber por outros meios, que não o da propaganda oficial da direcção do Clube, que na realidade se vão concretizar duas operações de financiamento. Uma de 30 milhões para financiar o reembolso do empréstimo anterior no mesmo montante e outra para reforçar as disponibilidades de liquidez da Sporting SAD, com pelo menos 15 milhões de euros. Esta verba destina-se a cobrir as necessidades de financiamento da SAD.

Um empréstimo obrigacionista é, como o nome indica, um empréstimo que obriga a entidade emissora cumprir uma série de requisitos previamente contratualizados com os tomadores das obrigações. Afinal, o que é que se passa? Um problema grave com passivos bancários? Esgotaram-se as receitas da NOS? Aproxima-se um novo descalabro financeiro? Ou trata-se apenas do caminho certo e seguro para o Sporting-Clube perder a maioria na Sporting-SAD?

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De Lusitanista a 20.04.2018 às 12:00

É ouvir a conversa "leekada" do Ricciardi e percebe-se.... A ideia é a mesma de há muito tempo. Vender a SAD do Sporting.

O Sporting não é campeão à demasiado tempo. Os adeptos estão completamente cegos e desesperados por serem campeões. BdC prometeu-lhes isso e não está a cumprir. Irá endividar o clube até mais não só para ser campeão e ficar "recordado" para sempre como o presidente que conquistou o titulo de campeão (sim, porque são demasiados que já nem se lembram qual o último presidente a ser campeão...).

Quem vier depois que feche a porta.....
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De Joao a 20.04.2018 às 12:04

Já agora qual é a taxa de cupao das actuais obrigações e qual a taxa de cupão destas novas? Sabe dizer?
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 14:53

Caro Leão Zargo,

Por muito complexas que estas questões sejam, fundamentalmente estamos a pedir um empréstimo para pagar outro empréstimo, e com juros acrescidos para atrair investidores.

Muito embora seja prática comum nos clubes portugueses, fica a ideia que estamos simplesmente a empurrar os problemas para apenas lidar com eles mais tarde.
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De Leão Zargo a 20.04.2018 às 15:10

Caro Rui Gomes
Foi o que pensei num primeiro momento. Trata-se de pagar empréstimos anteriores e empurrar os problemas para lidar com eles mais tarde, como refere. Mas, na verdade, sabe-se que dos 60 milhões, há uma verba de 30 milhões + juros para pagar uma obrigação antiga. Até aqui, compreende-se de certa maneira.
No entanto, neste empréstimo obrigacionista há também uma quantia de 15 milhões para reforçar as disponibilidades de liquidez da Sporting SAD. E para além destes 15 milhões ainda resta uma quantia elevadíssima, dependendo dos juros que têm de se pagar.
Sendo assim, é lícito concluir que há um aperto financeiro muito severo e que se está contrair um novo empréstimo. No fim de contas, parece que a saúde financeira do Sporting é pouca ou nenhuma.
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 15:32

Daí a dificuldade de alguns de nós, já há bastante tempo, em acreditar totalmente na muito propagada saúde financeira.

Na realidade, o problema para alguns sportinguistas, não necessariamente todos, é acreditar em seja no que for, divulgado por Bruno de Carvalho e o seu "team".
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De Leão Zargo a 20.04.2018 às 15:39

Exactamente. É motivo de grande preocupação!
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De Naçao Valente a 20.04.2018 às 16:05

Caros Rui e Leão Zargo,
Há muito tempo que comungo da vossa preocupação. Sem ser especialista na área há muito que digo, com base em indícios que vão surgindo, que a propalada saúde financeira, não passa de uma história da carochinha, muito bem contada. Há muito que se sabe que a reestruturação financeira não se deve à genialidade de Bruno Miguel, mas à influência, no meio, de Ricciardi. Aconteceria com outro presidente.
Forçado pelas circunstâncias, a direcção teve de fazer uma política de contenção no inicio do seu mandato. Depois deslumbrou-se e começou a gastar o que não tinha para conquistar rapidamente o campeonato. Mesmo a elogiada melhoria das modalidades, não se fez sem grandes custos. Acho que se pode concluir que o que esteve e está em jogo, não foram os interesses da colectividade Sporting, mas a glorificação do seu presidente. O que me custa a crer é que haja tanta gente a seguir esta ilusão. E que perante tantas evidências não se questionem. Não há dúvida que adoram Bruno Miguel. Mas será que gostam do Sporting?
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 16:39

Premissa para grande debate, caro Nação Valente.

Devia fazer um post deste seu comentário.
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De Anónimo a 20.04.2018 às 18:41

A "propagada saúde financeira" começou a definhar quando se começa a perceber que ano após ano o presidente do Sporting continua a pôr-se nas mãos de Jesus como o seu salvador. Está visto e revisto pelo caminho que as coisas têm levado desde a sua vinda para o nosso clube, que Jesus gosta de gastar dinheiro folgadamente e sem apostar no lançamento progressivo de jovens da nossa formação.

Com este dobrar do valor de um empréstimo obrigacionista, Bruno de Carvalho dá um sinal preocupante do que pode ser uma consequência financeira da sua aposta cega num treinador que até pode ser bom, mas tem de ser balizado nas suas acções.
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De Anónimo a 20.04.2018 às 18:43

Assinado: Peão de Alvalade
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 21:04



P.S.: Já agora, simples instruções em como se identificar para comentar:

http://camaroteleonino.blogs.sapo.pt/3531015.html

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De PSousa a 20.04.2018 às 19:43

Leão Zargo,
Não é através das "obrigações" que o Sporting perde a sua maioria na SAD, só os accionistas!
A emissão de obrigações para pagar outras que vão vencer é uma prática comum em várias empresas nacionais, estrangeiras e inclusive os estados (Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, etc.). Em muitos dos casos serve para pagar outras emissões e garantir um cash flow positivo.
Vou dar um mero exemplo, pois ainda não sabemos as condições de mercado a que vão sair as obrigações, se o SCP emitir estes 60M€ e pagar por exemplo 2% de juros, pode evitar pagar juros à banca por exemplo de 3%. Ficaria a lucrar 1% com o "negócio", ou como é que pensa que Portugal vende a sua divida? Em vez de pagar 2% aos outros estados, oferece aos cidadãos uma emissão (certificados, títulos tesouro) com taxas de 1,25% - só aqui ganha 0,75% que com os milhões que emitem são um GRANDE ganho em pagamento de juros.
Espero ter dado algum esclarecimento adicional, e se precisarem estarei cá para tirar mais duvidas.
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 21:07

Esta cadeia sucessiva de obrigações para pagar obrigações quando e como para ?
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De Anónimo a 20.04.2018 às 21:43

Caro Rui,
Pode até não parar.
Mas geralmente pára quando a "empresa" consegue fazer lucro suficiente para pagar o empréstimo obrigacionista sem recorrer a um novo.
Pode demorar anos, ou meses, ou décadas. Mas note-se que numa economia saudável, tanto as obrigações como as acções são "necessárias".
SL
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De PSousa a 20.04.2018 às 21:48

Fui eu que respondi.
Bolas que o nick de vez em quando... foge!
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 22:12

Bem... até pode fazer sentido, sendo legal e possível, mas no fim do dia chega-se à mesma conclusão: empurrar para a frente até não mais!

Isto quase que me faz lembrar aqueles esquemas de cartas em cadeia, não sei bem o nome próprio.Claro que não é a mesma coisa, mas fica a ideia.
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De Luis a 20.04.2018 às 23:56

Tendo em conta o adiamento e o consequente não cumprimento das obrigações de 30M, duvido muito que a taxa de juro seja inferior a 5%. Este incumprimento em termos de mercado quer apenas dizer que o clube não tem capacidade para cumprir com as suas obrigações e por isso é penalizado nos juros a pagar. Quanto maior o risco... maior o juro.

Mas há algo que deveria deixar os Sportinguistas bem mais preocupados... VMOCs.

Ora, o clube não teve agora 30M para honrar com os compromissos assumidos e por isso tem de pedir mais 60M a 3 anos. Ou seja, em 2021 terá de pagar 60M mais juros. Dificilmente os terá e terá de pedir novo EO no mesmo valor ou ligeiramente superior. Isso contando que os bancos estão dispostos a colocar esse produto no mercado. Se for colocado mete o clube a ter de pagar entre os 60M e os 80M (valor especulativo) em 2024... 1 ano antes de ter de reembolsar as VMOC. Ora, admitindo que o Clube (e não a SAD, é preciso ter atenção a este detalhe) possa ter "juntado" alguns milhões para recuperar parte, acho muito pouco credível que consigo recuperar o suficiente para se manter como maioritário. Pessoalmente, acho que 2025 é o ano em que o clube muda de mão... isto se não mudar antes! É que está gestão do BdC deixa muito a desejar.

PS: por acaso estou curioso para ver os "Misters" e os "Artistas" explicarem isto... pois nas palavras deles o SCP respira saúde.
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De PSousa a 21.04.2018 às 08:36

Ainda não estão as condições definidas, mas tem razão de quanto maior o risco, maior o juro que se paga. No entanto e em condições de mercado actuais, não prevejo um juro superior a 3,25%. E a emissão não sei se será por 3, 4 ou 5 anos. Até pode ser a 10! Vamos ver....
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De Greenlight a 20.04.2018 às 10:57

Sou, Sócio do Sporting Clube de Portugal, Accionista da Sporting SAD e Credor Obrigacionista da Sporting SAD. Enquanto o sr.Dr.Bruno de Carvalho for Presidente da Sporting SAD não emprestarei nem mais um cêntimo a essa sociedade.
Já não bastava o incumprimento das promessas de vitórias no campeonato e agora tenho que suportar o incumprimento nos compromissos financeiros. O senhor Bruno e os seus indefectíveis acólitos podem arengar diariamente na Tv os méritos do sr.Bruno na reestruturação financeira do Sporting. Este adiamento, a 1 mês da respectiva data, do reembolso das obrigações só pode ser classificado de uma maneira:
GESTÃO INCOMPETENTE!
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De Bento de Jesus Carvalho a 20.04.2018 às 12:35

Aparentemente é uma forma normal e comum de financiamento, utilizada por empresas clubes e até pelo Estado.
No entanto, acho que há que refelectir sobre o seguinte:
- fizemos o empréstimo obrigacionista de 30 milhões;
- no prazo do empréstimo o Sporting não só não conseguiu pagar o respectivo valor + juros, como ainda terá de contrair novo empréstimo de idêntico valor;
- ou seja a manter este estilo de gestão, no final do prazo do novo empréstimo, voltaremos a ter de fazer o mesmo;
Por muitas voltas que se dê à questão, não consigo perceber como isto pode ser considerado uma gestão sustentada ... mas pronto!!
Mas a outra questão que coloco é a seguinte:
E se os obrigacionistas rejeitarem o alargamento do prazo de pagamento, o que acontece?
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De PSousa a 20.04.2018 às 19:48

Na sua ultima questão, é simples...
Em primeiro não acho que os obrigacionistas vão deixar de aproveitar mais um mês, dois ou três, com uma taxa de juro a 6,25% (penso que era esta a taxa).
Em segundo, se rejeitassem e o SCP fizesse uma posição de "ferro", poderia acontecer uma questão idêntica ao BES... não receberiam nada! Ou entravam em acordo para receber uma parte!
Mas penso que não é isso que o SCP quer nem os obrigacionistas, penso que esta medida de alargar o prazo por mais um tempo é por forma a garantir a emissão com outra emissão, com taxa de juro mais adequada à actual situação, e não o evitar pagar seja o que for.
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De Fernando a 20.04.2018 às 22:56

Mas quem é que disse que vão adiar a data da maturidade com pagamento dos respectivos juros?

Eu não contaria muito com isso!
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De PSousa a 20.04.2018 às 23:16

Não contaria com o quê?
O reembolso das obrigações tem um prazo e ou paga-se ou não, a existir acordo para adiar a empresa terá de pagar os juros do tempo de "atraso". A não ser que o obrigacionista não se importe (chegue a acordo) de receber mais tarde.
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De Luis a 21.04.2018 às 00:00

Questão de quem percebe pouco da "poda".

Tendo em conta que a SAD tem tudo dado como garantias e penhoras e nada mais pode dar (de acordo com o ultimo R&C) o que é que aconteceria ao clube se falhar com as obrigações? Abre insolvência da SAD? É isso que significa? Até hoje ainda não vi ninguém explicar o que acontece à SAD em caso de incumprimento e falta de acordo com os credores.
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De PSousa a 21.04.2018 às 08:30

"Questão de quem percebe pouco da "poda"." penso que seja para o BJC.

Quanto às suas questões:
1) Se falhar com as suas obrigações, se isso for possivel em SAD 's, pode abrir insolvência.
2) Sim é o que pode significar e os "credores" ficarem sem o seu dinheiro.

A SAD não vai deixar de pagar, nenhum clube do Mundo até hoje não conseguiu colocar as sua obrigações e deixou de pagar.
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De Paulo Salcedas a 20.04.2018 às 13:12

É a tal gestão financeira de excelência..... só gostava de saber o tamanho do buraco onde estão a meter o Sporting, e mais tarde ou mais cedo saberemos
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De Anónimo a 20.04.2018 às 13:21

´
A questão é se estamos dispostos a abdicar de GELSON, B.FERNANDES, ACUNA, WILLIAM, PATRICIO COATES.....

Para sustentar uma equipa destas são mais de 70 milhões / ano e as receitas correntes nem chegam a metade!

O futebel português não gera receitas regulares para sustentar estes valores, tal como, os valores gastos pelos rivais !

Queremos mesmo titulos ?

SL


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De Anónimo a 20.04.2018 às 13:38


Aproveito ainda para recordar, que os 60 milhões , não estarao longe do montante que será colocado pelo FCP este mês ou pelo SLB no proximo mês de Junho.

Nesta vertente de emprestimos ficamos ainda aquem dos rivais e todos têm contratos com a nos de valores semelhantes ( a grande fonte de receitas regulares).

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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 13:41

Meu caro,

Se insistir em não se identificar, eliminarei todos os seus comentários. É uma exigência deste blogue.
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De Anónimo a 20.04.2018 às 13:48

Rui gomes, Desconhecia esse facto.

Obrigado SL
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 14:00

E continua...

Se olhar bem, esse alerta aparece por cima da caixa de comentários.

Obrigado pela atenção.
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De Paulo Salcedas a 20.04.2018 às 14:11

Como é evidente, uma equipa para conquistar títulos precisa de investimento e de segurar os seus melhores jogadores, isso não está em questão, o que se questiona é ter em poucos anos mais de 100 contratações para a equipa principal e para a equipa B, algumas completamente desastrosas, e a verdade é que o retorno de tanto investimento é, a meu ver, insuficiente para tantos milhões gastos. O que se passa dentro da casa dos rivais a mim não me interessa minimamente, nem nunca interessou, não podemos governar a nossa casa em função da do vizinho.
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De Paulo Salcedas a 20.04.2018 às 14:13

Para além disso, não concordo que os nossos jogadores promissores da academia sejam emprestados e continuemos a comprar por atacado para os lugares que estes podiam perfeitamente preencher, com qualidade e com menos dispêndio por parte do clube.
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De PSousa a 20.04.2018 às 19:52

Paulo,
Nisso tem razão, comprar só por comprar é um erro!
Para mim, a compra de qualquer jogador tem de ser "pesada", comprar com Qualidade, quem diz agora que os valores gastos em Bas Dost e Bruno Fernandes são mal empregues?
Critico por comprar jogadores tipo Pongole, Doumbia, entre outros. E critico não se apostar nos "nossos", Geraldes & Companhia.
No que diz respeito ao tema "obrigações" e à forma de como se faz esses negócios, expliquei em comentários anteriores.
SL
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 14:46

"Apenas" a realidade factual!!!
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De Paulo Salcedas a 20.04.2018 às 16:07

É mesmo mas há muita gente que não a quer ver, quer é ganhar a qualquer custo.
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De Governo Verde a 20.04.2018 às 13:50

Não gosto do estilo, noticias de em préstimos, quando estamos em"festa",em comunhão com noticias da sábado, fazem-me sempre lembrar métodos do outro lado da 2a circular.
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 14:47

Isto já está no "forno" há algum tempo. O problema é que os dias passam e decisões têm de ser tomadas.
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De Paulo Salcedas a 20.04.2018 às 16:06

É sempre importante que os sportinguistas saibam o que se passa no clube.
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De Luis Vicente a 20.04.2018 às 17:58

Não percebo qual é a admiração.
A saúde financeira do Sporting está toda plasmada no último R&C.
Engana-se quem pensa que o Sporting tem 30 milhões de EO a curto prazo.
Até ao fim do ano tem 68 milhões para pagar em EO.
Boa tarde.
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De Hugo T. a 20.04.2018 às 20:05

Boa tarde,

A acontecer esta emissão de 60M€ irá ser um duplo fracasso.
Por um lado o assumir do fracasso da autoproclamada gestão"champions" com a necessidade de emitir mais dívida.
Em segundo lugar, porque não haverá procura que vá atingir esse montante, pois com o adiamento do pagamento das atuais "obrigações" a perda de confiança é imediata e não há produto financeiro que resista à ausência de confiança... Para além da que decorre desde já relativamente ao representante máximo do clube e da SAD.
SL
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De Rui Gomes a 20.04.2018 às 21:11

Bem... até poderá ter razão, mas teremos de esperar para ver se há ou não procura substancial. Até termos essa definição, tudo será meras conjecturas.

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