Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Em declarações à Lusa, esta terça-feira, Pedro Gonçalves explicou o bom início de época do Sporting com o bom ambiente que se vive no balneário e manifestou a vontade de voltar a ser o melhor marcador da Liga na época em curso.

"Estamos a criar boas ligações uns com os outros. Como o míster disse, estamos a fazer mais jantares de equipa, isso talvez esteja a ajudar. A conta é a dividir por três. Quem paga? Depende. Fazemos o 'meiinho', quem for o rei tem de pagar. Neste último tive de ser eu, o [Gonçalo] Inácio e o Nuno [Santos], os que renovaram. Quem renova também tem de pagar jantar!".
Pedro Gonçalves foi questionado se Rúben Amorim é o treinador de sonho...
"Não, todos os treinadores são os nossos de sonho. Claro que é muito importante para mim, mas não é um treinador de sonho. Nunca sonhei ser treinado pelo míster. Adoro a maneira como ele treina e como nos prepara para os jogos. É muito próximo de nós".
A forma singular com que finaliza as jogadas, como se fizesse um passe para a baliza e não um remate...
"Nos treinos, o Adán, o Callai ou o Franco [Israel] dizem que tenho um remate muito pronto, que não os deixo pensar muito. É repentino. Às vezes fica mais difícil para eles chegarem à bola. É uma questão de treino. E também sempre fui habituado a chutar mais em jeito, nunca em força, talvez porque não tenha tanta".
No entanto, admitiu, ainda, que o golaço de "letra" de Nuno Santos ao Boavista foi "mais bonito" do que o seu ao Arsenal, em Londres.
Por fim, em resposta ao humorista Pedro Fernandes, que lhe perguntou se podia ficar com 10 por cento da sua próxima transferência, disse que não tenciona transferir-se.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.