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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Uma jornada fantástica para o Sporting, a última da primeira volta. Os leões aumentaram para 6 pontos a distância para o FC Porto e viram o Benfica falhar na Luz e ficar a 11. E logo voltou à mesa a conversa de ser ou não candidato ao título, algo que Rúben Amorim recusa terminantemente. E depois?

É assim tão importante que o jovem técnico assuma algo que todos já percebemos que é real? Aliás, até o plantel leonino já acredita que está a lutar por coisas maiores do que as que lhe eram pedidas. A época começou com um desnível de investimento tão brutal que o clube de Alvalade parecia ser obrigado a resignar-se à luta por um lugar na Champions. Porque FC Porto e Sp. Braga tinham candidaturas mais musculadas. E ao autodesignado Benfica estratosférico apontavam-se outros voos. Agora...
Foi Rúben Amorim o grande motor da mudança. Finalmente Frederico Varandas acertou na contratação de um treinador. E Hugo Viana em reforços dignos desse nome. Tudo isto regado com ‘putos’ cheios de vontade de jogar à bola como Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Matheus Nunes ou Tiago Tomás. Alcochete agradeceu.
Na Luz as palavras de Rui Costa falharam. 11 pontos. Será altura de o presidente fazer qualquer coisa?
Artigo da autoria de Bernardo Ribeiro, Director de Record
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