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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Uma pessoa revisita as últimas equipas do Sporting e haverá muitos adjetivos para lhes colar, mas nenhum deles será certamente “competente” ou “eficaz”. Ou até “sólida”.

Mas é isso que o Sporting CP transpira por estes dias, principalmente desde que a grande qualidade de jogo que mostrou no início da época se desvaneceu. Mas talvez seja esse o segredo das equipas candidatas a algo: ganhar mesmo nos momentos menos bons, quando os melhores jogadores desaparecem (olá Pedro Gonçalves).
Frente ao SC Braga, o Sporting tinha o primeiro grande teste em muito tempo, pelo menos o primeiro grande teste desde que é líder e, não tendo sido muito provavelmente a equipa que melhor jogou em Alvalade, foi não obstante aquela que definiu melhor e controlou os momentos essenciais do jogo, algo que o treinador Rúben Amorim até já vem falando, pelo que, provavelmente, não será por acaso.
O carteiro só precisou de tocar duas vezes e com tudo isto, já são 14 jogos seguidos sem perder para este Sporting. Uns foram mais bem jogados, outros menos, mas o certo é que a equipa de Rúben Amorim começa o ano de 2021 a vencer um dos jogos mais importantes deste Janeiro terrível, que pode definir muito do que vai ser a temporada dos leões.
Excerto da crónica de Lídia Paralta Gomes, em Tribuna Expresso
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