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O céu é o limite

Naçao Valente, em 04.11.20

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A prestação da equipa do Sporting CP, na primeira Liga, está a surpreender os optimistas, os cépticos, e os derrotistas. Um plantel onde predominam jovens, alguns até de grande potencial, a dar os primeiros passos numa prova de dificuldade máxima, não estaria nas melhores previsões. É certo que os adversários enfrentados, até agora, não são dos mais conceituados, com excepção do campeão nacional, mas com o qual fizemos um bom jogo, que até poderia ter sido ganho.

Esta equipa, pautada pela juventude, e na qual ainda há muita margem para progressão, pode sonhar e voar alto. O céu, na sua ambição, tem de ser o limite. Uma ambição assente em trabalho, assente em confiança, assente em irreverência, assente na união, e assente na crença da vitória. Mas o voo para atingir o limite, tem de ser seguro, e prudente para não queimar as asas, como aconteceu no mito de ícaro.

O sonho comanda a vida, e é a sonhar que esta equipa poderá chegar ao topo, não é mero delírio. O que lhe falta em experiência, sobra-lhe em qualidade, e sobretudo em querer e crer. Tem debilidades no sector defensivo, mas que podem e devem ser melhoradas. O optimismo é legítimo, mas cuidado com o maior inimigo do sucesso, a euforia.

À partida, temos adversários directos com plantéis, pelo menos, teoricamente, mais fortes e muito mais experientes. Temos um candidato que se considera estratosférico, mas que já mostrou debilidades. O campeonato é uma maratona, e não uma corrida rápida. O facto de no arranque irmos na frente, significa apenas isso. É positivo, é agradável, mas só se ganha no fim. A prova é longa, e há imprevistos, dentro e fora das quatro linhas.

Como muito bem já disse o timoneiro Rúben Amorim, a meta do Sporting é jogo a jogo.  É, na minha perspectiva, a estratégia correcta... No fim fazem-se as contas. Estes primeiros jogos indiciam, no mínimo, que a catástrofe anunciada pelos “falsos” sportinguistas, não se deve concretizar, pelo menos num futuro próximo. Também indiciam que, da mesma forma, temos um treinador competente, que, até ver, está a calar os que criticaram o valor pago pela sua contratação. E como tudo na vida é relativo, até pode acontecer, que ainda fique barato.

Por fim, a esperança que esta equipa traz ao universo sportinguista, deu à sua Direcção e ao presidente, uma nova vida. E uma coisa é justa: se na época anterior cometeu erros desportivos, nesta época, o que está a acontecer, deve-se a ter tomado boas medidas, e isso deve ser elogiado. Ao mesmo tempo, a não existência de espectadores nos estádios está a favorecer em muito o crescimento destes jovens. Sim, porque com a presença daqueles que apareciam só para fazer “chicana política” não se vai a lado nenhum. Neste momento, é preciso acreditar e apoiar a equipa, com a certeza que não é invencível. Se não se afirmar, plenamente, no presente, será, sem dúvida, uma equipa de futuro.

publicado às 03:19

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32 comentários

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De Leandro Marques a 04.11.2020 às 09:39

A grande vantagem do Sporting este ano é mesmo só ter de se dedicar às competições domésticas e com isso a eventual falta de profundidade no plantel ser esbatida. Têm condições de lutar pelo título sim, principalmente enquanto durar a pandemia e não haver público nos estádios. Isto também joga a favor do Sporting por incrível que pareça, não haver público é uma vantagem. O que só demonstra que aqueles que se julgam imprescindíveis e que vão a todo o lado e que por isso merecem regalias na verdade estão a ser mais doença que cura ao Sporting.
Gostava de recuperar aquele texto daquele "jornalista" que dizia que o Sporting não tinha melhorado... Só o Pote, conforme eu tinha referido, foi um valente acrescento. E não só este, o Nuno Santos, por exemplo também permite outras soluções. O Porto também foi um acrescento de wualidade. E o João Mário, apesar de ser só para um ano.
Ou aquele "jornalista" é um perdido... Ou foi texto encomendado, devem-lhe ter passado pela "janela". Foi um texto digno de valer 35€.
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De Leandro Marques a 04.11.2020 às 09:41

Porro e não Porto. A escrita inteligente dá nisto. Embora possa usar isso como picardia saudável que tem de existir no futebol... Sendo Porto claro que seria um acrescento de qualidade. 😀
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 13:02

Leandro Marques,

Obrigado pelo contributo. Há de facto dois aspectos que favorecem a equipa: estar a participar apenas nas competições domésticas, e não haver público nos estádios, já que no caso do Sporting, só desajudam.

Sobre os jornalistas, como diz o ditado "cada cabeça, cada sentença". Não os levo muito a sério.
SL
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De Leandro Marques a 04.11.2020 às 13:34

Caro Nação Valente, de facto, as opiniões valem o que valem... Mas há algumas que por muito que se tente até ferem os olhos.

É sempre um gosto ler os seus posts, sempre assertivos, claro e maioritariamente certeiros, por muito que custem aos seguidores do histérico dono. Também por gostar muito de o ler que venho cá diariamente. Este blog tem escribas de alto quilate, até tenho pena de não serem do mesmo clube que eu () porque adeptos como vocês são daqueles que qualquer clube deveria ter.

Saudações draconianas.
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 15:45

Leandro Marques,

A rivalidade saudável só beneficia o desporto. Mas, tome cuidado, se não ainda passa para este lado.
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De Leão do Norte a 04.11.2020 às 21:59

Caro Nação Valente,

Não é caso para ter cuidado, seguir em direcção a algo positivo nunca se deve evitar!
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De Julius Coelho a 04.11.2020 às 09:54

No balneario do Sporting vive-se varios momentos de motivaçâo que ajudam a manter a disponibilidade total de todo o grupo no foco do jogo a seguir; a vida nova dos jovens que chegaram á equipa principal e que realizam e vivem o seu sonho , os mais velhos que sentem a obrigaçâo de dar o exemplo e a somar a tudo isto verem-se no primeiro lugar da classificaçâo, tudo isto sao trunfos extra para que aceitem e compreendam melhor a mensagem diaria do que pretende o treinador.

O grupo de trabalho do Sporting tem um numero elevado de jovens titulares na equipa que tambem traz as suas vantagens para a equipa tecnica , sao mais faceis de manobrar a um objectivo , têm menos vicios ou quase nenhuns , sentem uma necessidade enorme de vencer , de sonhar , prestam melhor atençâo a tudo o que se passa á sua volta e tudo isso facilita o trabalho do treinador em que os mais velhos e experientes sentem-se obrigados a aceitar e a acompanhar como profissionais que sâo.
Tudo isso ja se vê até na forma como festejam os golos , o facto de terem sido eliminados pelo Lask e sairem da Europa e dos jogos de 3 em 3 dias foi para mim o elemento decisivo que pode lançar a equipa a ter outras capacidades para chegar ao sucesso na prova rainha nacional.

Vamos por isso todos apoiar , porque agora é tempo de apoiar a equipa, todos os que gostam e sentem o Sporting têm a obrigaçào de o fazer, vem aí tempos dificeis de muito sofrimento e os jogadores têm que sentir que estamos com eles porque se de facto o sentirem, tenho a certeza que darâo tudo.
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 13:06

Julius

Subscrevo. E como conclui, o caminho não é fácil. A equipa vai precisar de muito apoio, nos momentos bons, e menos bons.
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De Leão Zargo a 04.11.2020 às 10:32

Caro Nação Valente

Tem razão, “o céu, na sua ambição, tem de ser o limite”. Isso fundamentado no trabalho, na confiança, na irreverência, na união, e na crença da vitória. Essa ambição deve reflectir a galáxia infinita de talento que temos no nosso plantel.

Utilizando uma linguagem do futebol, é obrigação dos sportinguistas substituírem as “jogadas individuais” por “dinâmicas coletivas”, pois são uma condição do sucesso. Todos devem, com humildade, sabedoria e paciência, dar tempo ao tempo e o benefício da dúvida a quem trabalha com dedicação e competência.
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 13:10

É verdade, caro Leão Zargo, é preciso "dar tempo ao tempo" e não pôr tudo em causa, ao eventual, primeiro desaire. Espero isso dos sportinguistas, mas continuo céptico em relação aqueles que "se dizem".
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De LG a 04.11.2020 às 10:32

Eu gostava de ser minimamente otimista, e a equipa dá-nos razão para isso. Concordo com grande parte do etxto

Mas não compreendo porque se diz que a falta de público (quando se quer dizer a falta das claques, sejam honestos) é benéfica à equipa.
Se isso é assim, dantes os jogadores eram mentirosos quando diziam que gostavam do apoio do público, de março até ao final do campeonato anterior o que não faltava eram jogadores e treinadores de todos os clubes a dizer que lhes faltava esse "ruído", nem que fosse para dizer mal ou assobiar.
Também se pretende esquecer que historicamente, em Alvalade, o primeiro local do público em que se ouviam assobios era na central. Eu sei que já foi há muito tempo, e para não ter de falar nos assobios com que frequentemente eram brindados os meninos de Queiroz (Riade89 e Lisboa91), parece que recentemente isso não aconteceu com Nani, Gelson, Carrillo, Patrício, ...
É que tirar uma conclusão tão definitiva a partir de uma pequena amostra de jogos (no total oito jogos sem público) e que contradiz o historicamente designado factor casa parece só um pouquinho temerário.

E também não concordo com a parte final. Esta equipa não poderá ser uma equipa de futuro porque os elevados défices de tesouraria obrigarão a uma constante venda de anéis.

PS: na questão da euforia não estou preocupado com Ruben amorim ou os jogadores: estou preocupado com a direção e principalmente com a imprensa, que já começou a fazer o seu trabalho, e isso vai moendo.

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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 13:17

LG,

Não concordo que os jogadores gostem de assobios e insultos. Admito que sempre tenham existido, Mas de há dois anos a esta parte, o estádio transformou-se num local de contestação, independentemente da prestação da equipa. E não tem nada a ver com futebol jogado.

É verdade que o Clube precisa de gerar e vender mais valias. O que não acredito, é que de um ano para o outro, saia a equipa toda. Irão saindo de acordo com a sua evolução e interesse do mercado.
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De Schmeichel a 04.11.2020 às 10:45

Vou dividir em duas partes......

1- a equipa de futebol está a jogar bem, mérito essencialmente do treinador que conseguiu aumentar o rendimento e conseguiu potenciar vários atletas. Apesar disso as conclusões são ainda precipitadas uma vez que estamos na 6a jornada, o ano passado o Bruno Lage era o melhor do mundo a meio da época e depois acabou despedido. Neste aspecto é preciso não colocar muita pressão na equipa.

2- sobre o publico, é deveras confrangedor ler sportinguistas a dizer que os donos do clube não podem ver jogos e que são a razão do insucesso do clube, bem perante esta conclusão pergunto outra vez quem são os donos do clube e se os donos do clube não podem fazer o que querem do clube? Chegamos a um ponto em que a elite sportinguista culpa o povo pelo insucesso do clube, transformando o Sporting numa espécie de jardim da Lapa onde só entram os betinhos bem comportados da elite sportinguista.... isto é uma visão redutora e muito pequena do Sporting, como é óbvio o Sporting é composto por 3M de pessoas e isto incluiu todo o tipo de pessoas..... eu sei que a democracia faz confusão a muita gente porque permite que pessoas de bairros sociais possam entrar na cidade limpa e organizada de Lisboa e fazer barulho, a elite sportinguista pretende varrer para debaixo do tapete os sportinguistas barulhentos porque não gostam do barulho..... que eu saiba vivemos têm num Estado de Direito, que se respeite isso, e só respeitando esse barulho poderemos acabar com esse barulho, não é proibindo.
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De João F. a 04.11.2020 às 10:58

Deve-se respeitar o barulho...E os insultos também? E num Estado de Direito?
Como sempre mais do mesmo, mas vindo de quem vem...
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De Leandro Marques a 04.11.2020 às 13:40

Não sei porque perdem tempo com ele. Não sou sportinguista mas quando leio as opiniões dele (ou das que lhe mandam dizer) até reviro os olhos.

Engraçado vir falar em democracia quando se intende das suas palavras o controlo de um todo por uma minoria. É a democracia inversa que alguns iluminados gostariam de ter. Saudosos de um infeliz passados talvez, presumo.

Também achei curiosos os 3M. Epah, o dono dizia 3.5M.... Estaremos, finalmente, aos poucos a ver um esquecimento dos ensinamentos do guru e teremos finalmente a esperança de ver outro tipo de comentários não tão infelizes da parte dele?
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 15:50

Vou abrir excepção a uma regra de não responder ao que não tem resposta, só para dizer o seguinte:

O Sporting não tem donos. Tem órgãos sociais, sócios e adeptos, de todas os grupos sociais.. Houve quem quisesse ser dono, mas não conseguiu, para bem do Sporting
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De Luis Moreira a 04.11.2020 às 12:21

As contratações este ano respeitaram o Sporting. Bons jogadores a preços justos.E sabedoria do treinador que conhecia quem queria contractar. Nada é por acaso.
E sim, o plantel dá garantias.
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De MAV a 04.11.2020 às 13:08

A importância que têm este desempenho até agora é importante mas irrelevante mais vale estar em 1 que em 4.
6 jogos não dizem nada de importante para os objectivos mínimos que será 3 lugar e um troféu taça de Portugal ou Liga.
RB esteve muito.bem ao dizer para os jogadores não lerem jornais.. penso que os adeptos deviam fazer o mesmo.
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 13:22

MAV,

Na questão de não ler jornais, não iria tão longe, mas compreendo a mensagem e interpreto-a: não devemos deixar-nos influenciar pelas críticas ou pelos elogios. Há um caminho a percorrer e vai-se percorrendo.
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De Leandro Marques a 04.11.2020 às 13:42

Se estes jogos tivessem corrido mal já seriam importantes para os tais objetivos mínimos ou estamos a ver a história do copo meio cheio ou meio vazio?
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De Leão do Norte a 04.11.2020 às 15:09

Caro Nação Valente,

É sempre um gosto ler os seus posts, elaborados numa perspectiva construtiva, com optimismo lúcido e o necessário realismo.
Partilho plenamente os pensamentos da sua exposição. Se não for já no presente, com certeza que o futuro desta equipa será brilhante. Assim todos o queiramos e deixemos.

Em relação ao público eu sou daqueles que adora ir ao futebol e que desde pequeno sempre me habituei a fazê-lo. Adoro sentir e viver aquele ambiente e penso que os adeptos são (ou têm o dever de ser) o verdadeiro 12° jogador, que "levantam e empurram" a equipa para a frente quando esta está a cair. Mas não me iludo. Sei que por vezes os adeptos podem não ser essa força impulsionadora extra, antes pelo contrário. Os adeptos têm o direito, até o dever, de questionar/criticar quando as coisas não correm bem, mas há formas e limites para o fazer. Quando essas formas são prejudiciais, em vez de benéficas, para o rendimento da equipa ou chegam ao insulto gratuito, penso que esses limites foram ultrapassados.
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 15:43

Caro leão do Norte,

Obrigado. Também aprecio a sua participação neste blog pela sensatez e crítica necessária e construtiva.

Em relação ao comportamento do público, penso que é um reflexo da própria sociedade. No tempo em que vivi em Lisboa e frequentava o estádio, não me lembro de os nossos atletas serem apupados. Poderá ter acontecido, mas seria uma excepção. Apoiávamos a equipa, aceitávamos a derrota, sobretudo quando era justa.

No futebol, por ser um mundo de emoções, sempre existiram, uma vez ou outra desmandos. Mas eram principalmente contra os homens do apito, Sinal dos tempos.
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De Naçao Valente a 04.11.2020 às 15:55

Caro Rui,

Espectacular imagem que fala por si e vale por mil palavras: um leão nas nuvens, mas com um ar sereno. Obrigado. Parabéns.
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De Rui Gomes a 04.11.2020 às 15:57

Simplesmente adequada ao seu excelente escrito. Obrigado!
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De Leão do Norte a 04.11.2020 às 16:11

Se o Nação Valente me permitir faço minhas as suas palavras.
A imagem por si só é forte e marcante, mas depois de ler o texto acho que é quase impossível encontrar uma imagem que se enquadrasse tão fielmente com o seu conteúdo.
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De Rui Gomes a 04.11.2020 às 18:09

Agradeço as suas simpáticas palavras. Sempre adorei a arte fotográfica. Ao longo dos anos dediquei muito do meu tempo à fotografia e despendi muito dinheiro em expedições para o efeito e em equipamento.

Hoje em dia, para mim, o desafio é deveras inferior, dado todo o equipamento moderno disponível. Em tempos de outrora, fotógrafos como eu, amadores e não só, usavam exclusivamente equipamento manual que, por natureza, exigia muito mais do artista.
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De J.Oliveira a 04.11.2020 às 16:03

Nação Valente ou Rui, agradeço que apaguem o meu 1º comentários, substituindo-o por este, pois o anterior tem uma frase fora do sítio. Obrigado.
A falta de público nos estádios e principalmente no nosso, como o incompreendido Beto disse, ajuda a equipa e porquê? Sendo uma equipa com muitos jovens, já o ruído de fundo de espectadores no estádio cria um ligeira tremideira e motivação. Se as coisa começassem a correr bem no início do jogo, tudo bem, mas se o golo não surgisse, com público, começava o nervosismo nas bancadas, a cada passe mal efectuado, ou golo falhado, daí até aos assobios era um passo. O que seria prejudicial à equipa. Assim sem pressão extra têm mais tempo e paciência para chegarem ao golo. Jogadores maduros, grande parte deles, alguma pressão (não assobios) até os motiva para dar tudo, nos jovens tem o efeito contrário como é lógico.
Mas, longe de mim não querer espectadores no estádio (até eu estou "em pulgas" para ir a Alvalade), o futebol precisa de público, não precisa é de assobiadores, e muito menos aqueles que durante com os jogos a decorrer chamam nomes ao presidente em coro, desestabilizando a equipa. Querem assobiar ou apupar o presidente ou seja quem for esperem que acabe o jogo ou façam-no fora do estádio (claro que não acho bem que se assobie ou apupe jogadores, presidentes ou seja quem for, é pelo diálogo e nos sítios certos que quezílias devem de ser tratadas).
O Beto tem razão.
Temos que evitar falar em ganhar o campeonato, isso só mete pressão extra numa equipa tão jovem e criaria ainda mais anticorpos na CS hostil e nos rivais
É jogo a jogo, e tem que ser com o nosso apoio. Isto é como nos casamentos, para os bons e maus momentos, o nosso apoio deve ser sempre o mesmo.

SL

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