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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
O discurso do presidente Frederico Varandas na gala “Rugidos de Leão” não foi apenas uma intervenção institucional — foi um manifesto de guerra. E não uma guerra subtil, diplomática ou simbólica: foi um ataque frontal, cirúrgico e calculado, com alvos escolhidos e munições pesadas. Villas-Boas, FC Porto, Benfica, arbitragem e narrativas rivais — ninguém escapou. E o que é mais interessante? Varandas já não fala como quem precisa de provar alguma coisa; fala como quem sabe que tem terreno ganho e capital político interno para arriscar.

O leitor pode ler o discurso aqui no Leão de Alvalade.
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