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O estado do Sporting

Naçao Valente, em 31.01.20

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Tenho seguido o grande debate sobre o estado do Sporting na comunicação social e nas redes sociais. Depois de tudo espremido chego a uma conclusão pessoal que admito possa ser polémica: o que vejo discutir-se são minudências. Procurando ser mais explícito o que é que se discute? Se perdemos um ou outro jogo, com os rivais directos ou não, se estamos ou não a dezanove pontos do primeiro lugar, se não ganhamos nenhum título, se temos uma equipa fraca, se nos faltam defesas ou médios, se compramos mal, se o treinador tem ou não tem competência, se a Direcção deve ou não cumprir o mandato, se a estrutura do futebol actua bem ou mal. Em conclusão pequenos assuntos apenas relacionados com o futebol profissional.

Na minha perspectiva é uma discussão irrelevante no que ao Sporting Clube de Portugal diz respeito, porque a Instituição é muito mais que uma equipa de futebol de profissional, embora este seja fundamental, porque a sua existência está ligada a um glorioso e ecléctico percurso. No ciclismo, que mobilizava o povo de Norte a Sul do país e fez crescer o número de adeptos, no hóquei em patins, que colava o mundo leonino à rádio, nos seus tempos dominantes, e no atletismo, que fornecia campeões internacionais a Portugal,  apenas para dar alguns exemplos.

O passado é história, eu sei, mas foi nela que se caldeou o grande Clube que hoje temos. E, precisamente por isso, recorro a essa história para sublinhar que a grandeza do Sporting CP não pode estar dependente de minudências. Durante mais de um século aconteceram vitórias e derrotas, títulos perdidos ou ganhos, por pequenos pormenores, com grandes ou pequenas distâncias pontuais. Há nessa história fases boas e menos boas, grandes e menos grandes equipas, assim como períodos de maior ou de menor domínio. Com o orgulho de, como já tenho escrito, terem as nossas conquistas sido feitas dentro do que consideramos a verdade desportiva.

O desporto, em geral, e o futebol, em particular, evoluíram, acompanhando a evolução da sociedade. A passagem épica do amadorismo para o profissionalismo tornou o desporto e o futebol numa gigantesca indústria que hoje move muitos milhões. A transparência foi sendo substituída pela opacidade. O Sporting CP, na sua genuinidade/ingenuidade, não se adaptou bem a essa mudança, mas não deixou de ser o grande Clube graças à sua massa adepta, que se perpetua como uma grande família. Se o Sporting dependesse somente de resultados mais ou menos pontuais do futebol, para ser uma Instituição de referência,  já não existiria. Portanto, repito,  colocar a discussão no patamar de resultados transitórios é uma perda de tempo inconsequente.

O que o Sporting CP precisa de discutir, para além da espuma dos dias, é um projecto que alavanque o presente e que garanta o futuro. Com ideias, com elevação, longe do ruído dos estádios, à margem da bola que entra ou não, e da conversa de café que deve servir apenas para o adepto "lavar a alma" como sempre aconteceu, mas não mais do que isso.

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II

Um projecto estruturado não pode estar apenas dependente dos títulos a curto prazo. Tem de apontar em primeiro lugar para a construção de uma estrutura financeira sólida. Passa por tirar de imediato o Sporting do estrangulamento financeiro em que vive há muito, sempre à beira da insolvência em primeiro lugar e da falência logo a seguir. 

Em primeiro lugar, os adeptos têm que ser devidamente informados da situação real. As despesas não podem continuar a ser superiores às receitas, nomeadamente os gastos com o futebol profissional, que arrastam a parte de leão. Isso implica constituir uma equipa de futebol condizente com os recursos, que represente o Clube com total dignidade e lute pelos melhores lugares, sem estar sujeita à pressão dos títulos, independentemente de os conquistar.

A aposta continuada e consistente na formação, muito abandonada nos últimos anos, tem de ser (já devia ser)... o alfa e o ómega do Clube, gerando activos tanto na área desportiva como na financeira.  A abordagem ao mercado precisa de ser muito mais criteriosa, com a constituição de uma equipa de pesquisa competente, que avalie possíveis activos, seguidos e observados durante um tempo conveniente. Este tem de ser um trabalho de fundo, que produza mais "nozes que vozes".

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III

Este pode ser o bom caminho se os adeptos quiserem e acreditarem que é possível. Mas há outros. Eu não sou, em teoria, favorável à venda da maioria da SAD. Mas vivo na realidade e não costumo meter a cabeça na areia. Assim sendo, e se outra solução não resultar, não vejo qual seja a alternativa, e não apenas para o Sporting. Apesar de ser uma questão que não está em cima da mesa, não será inoportuno começar a fazer sobre ela uma reflexão sem tabus.

A ideia recorrente que o Sporting CP, ou qualquer outro clube, é dos sócios, parece-me uma ilusão. O Sporting é e será de quem tiver capacidade para gerar o capital que permite o funcionamento do Clube. A contribuição financeira dos associados é uma gota de água no cômputo geral das despesas. Os seus direitos, expressos nos Estatutos, consistem em eleger ou demitir os Órgãos Sociais, aprovar orçamentos, e regalias no acesso a recintos desportivos, como contrapartida de pagamento das quotizações. E não é coisa pouca.

Daí a considerarem-se donos do Clube vai uma enormíssima distância. Comparativamente e para explicitar com absoluta clareza o que pretendo dizer, todos nós temos por hábito afirmar, enquanto portugueses, que o País é nosso. É verdade que escolhemos os nossos representantes, produzimos riqueza, pagamos impostos, no fundo financiamos o Estado para cumprir as suas funções. Mas é deste modo que funcionam os clubes desportivos?... De maneira nenhuma. A realidade é que a contribuição financeira dos adeptos não garante a sua sustentabilidade. Esta vem da publicidade, da venda de activos, da participação em provas, e desinvestimentos feitos por accionistas. Se os sócios querem que o Clube tenha "ad eternum" a maioria da SAD, têm de garantir, "de persi" a respectiva sustentabilidade, mas nem sequer vejo sócios endinheirados a avançar com o seu dinheiro.

Se se conseguir encontrar o equilíbrio financeiro, o Sporting continuará a ter a maioria da SAD, e será um grande clube nacional, mas tendo em conta a dimensão do país e do nosso mercado, será sempre uma equipa de futebol mediana no contexto europeu. Assim como qualquer outro clube português. Não vejo que nenhum passe desta mediania, sem que primeiro se disponha a vender a maioria do capital a um investidor que aumente bastante o acometimento. É uma questão de opção, e de realismo.

P.S.: Enquanto há quem trabalhe para tornar o Clube mais sustentável, há outros, que sem qualquer responsabilidade e sem qualquer solução viável, teimam em desestabilizar, brincando às demissões, sem razões plausíveis. Lamentável.

publicado às 04:33

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67 comentários

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De Nicolae Santos a 31.01.2020 às 07:23

Fantástica reflexão, especificamente o último ponto. É mais do que hora de se discutir a entrada de investidores nas SADs portuguesas, e fazê-lo de forma sóbria e não com a demagogia do costume.
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De RASR a 31.01.2020 às 09:43

O maior erro de se repetir os mesmos erros, é esquecendo o passado!
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De Cris Dileo a 31.01.2020 às 11:08

Qual é a demagogia do costume ? Que o Sporting deixa de ser dos sócios ? Isso é demagogia ?

A mim não me parece porque ao abrir as portas do clube, não sabemos quem entrará e mais importante como sairá se isso for necessário.

Mas mais importante que isso- ainda ninguém conseguiu explicar porque um investidor vai ter mais sucesso que direções.

Quando alguém conseguir começar a fazer isso, poderei rever a minha posição.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 14:57

Vou-me repetir. O Sporting será dos sócios quando estes colocarem no Clube,do seu bolso, o dinheiro que precisa para funcionar. Além disso se o Sporting tiver 90 mil sócios pagantes, é apenas desses? E outros milhões que lhe garantem apoio, que não sustentabilidade, são adeptos de segunda?

Por outro lado, as experiências conhecidas mostram, que os clubes em que existe um investidor com capital maioritário, não deixaram de ter adeptos e estádios cheios.

A questão é simples. Ou os clubes geram receitas para se manter ou morrem. Se a sua manutenção depender da entrada de dinheiro de um investidor recusa-se' O tempo do "romantismo" já não existe.

A entrada de um investidor com capacidade de adquirir activos de grande valor e qualidade, é o ponto de partida para o êxito desportivo.

Como escrevi no texto, esta é uma questão para reflectir e ponderar, e nem está posta em cima da mesa, no imediato.
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De RASR a 31.01.2020 às 15:26

Acho que há um problema fundamental nesse pensamento, caro Nação Valente. Nenhum investidor vai aceitar que o Sporting continue a "queimar" dinheiro em modalidades que não dão qualquer retorno financeiro. Por isso, podemos desde logo dizer adeus a uma das características que todos os sportinguistas mais apreciam, o ecletismo! Se não for adeus às modalidades, podemos dizer adeus à sua competitividade. Isto é um dado adquirido!

Mais um apontamento. Numa altura em que o Sporting fala da entrada de investidores financeiros, no outro lado da rua, falam em recomprar quase a totalidade da participação social à SAD. O que é que então estará aqui mal? Será o Sporting de gerar receita ou a forma como o Sporting tem sido gerido ao longo dos anos?!?!?

O problema do Sporting é outro e nada tem a ver com isto! O Sporting parou de se modernizar à 20 anos e agora está a pagar essa fatura! A academia, uma das melhores, agora é banal. É isto fruto da incapacidade de gerar receita ou de se modernizar às exigências do futebol mundial e da concepção e captação de novos talentos?

Uma estrutura amadora nunca conseguirá competir contra estruturas profissionalizadas. A anterior direcção apelava a isto e depois o que se viu foi a entrada e a promoção de familiares e amigos! Mudámos isso neste ano e meio? Não! Continuamos a ser uma escola quando devíamos ser o topo do mercado.

Parceiros de negócios atrativos. Outra área que o Sporting peca por se chegar à frente. Ouvi 2 parcerias com clubes firmadas, se não estou em erro. Este número devia ser 4x mais, pelo menos. Não só desportivos, mas também parceiros comerciais e financeiros. Deve-se procurar não só em Portugal mas também no resto do mundo, levantar todas as pedras em busca de outros parceiros que consigam desenvolver o clube, uns com experiências profissionais e outros com dinheiro.

É uma só opinião. Vale o que vale.
SL
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De Iur Semog a 31.01.2020 às 15:57

As modalidades não são responsabilidade (incluindo financeira) do clube? As SADs, que eu tenha conhecimento (não muito aprofundado, confesso), teoricamente não metem o bico nas modalidades amadoras, certo?
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 16:32

Iur Semog,

O que se sabe é que as receitas vindas dos associados são usadas para financiar modalidades. Mas o que também consta é que não são suficientes para as manter competitivas. Deste modo diz-se que a SAD mete lá dinheiro. Em que moldes, não sei.
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De Iur Semog a 31.01.2020 às 18:03

Nação Valente,

Sim, já tinha também ouvido esses “rumores”. Nem sei como isso é possível, em que moldes, como diz e, quiçá, se é ou não discutivelmente legal.

Mas, no fundo, queria frisar que, para a questão da SAD, o argumento das modalidades não servirá (muito) de argumento para a entrada de investidores (com perda de maioria para o clube, já que não estou a ver entrada em força (com dinheiro fresco) sem capacidade efetiva de decisão. Isto, admitindo que a tal passagem de recursos financeiros da SAD para o clube, a existir, não seja muito significativa.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 16:15

RASR,

Diz que o Sporting deixou de se modernizar há mais de 20 anos. Eu acho que foi há muitos mais, talvez desde a emergência do futebol profissional. Por outro lado, não se pode mudar num ano o que levou dezenas a cimentar-se de forma errada. O projecto Roquete foi o último que pretendia relançar o Sporting em moldes modernos, mas também falhou. A partir daí foi sempre a navegar à vista, incluindo esta Direcção.
O Sporting precisa de ser repensado com calma e moderação. E não será debaixo de um clima de guerra civil.
SL
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De RASR a 31.01.2020 às 18:18

Concordo consigo, Nação Valente. Por isso, e por saber ser necessário tempo e vontade para que o Sporting se renove, é que suspeito sempre que esta conversa (e não estou a desfazer o intuito de debate que foi aqui avançado) aparece nos principais meios de comunicação social, como aconteceu nas últimas 2/3 semanas, dos mais variados players do mercado. A mim, soa-me a "apalpar terreno", a preparar a massa, a perceber do impacto da decisão e não gosto disso. Não me parece um debate desinteressado quando se começa a ver demasiada movimentação no mesmo sentido.

Primeiro, deveríamos esgotar todas as opções e resolver os maiores problemas que o Sporting tem antes de sequer se pensar nisso. Como é que é intelectualmente honesto falar-se em vender a participação social a um investidor quando o Sporting tem problemas mais fundamentais e estruturantes para resolver? Problemas que colocam todo e qualquer dinheiro investido em risco de se perder em movimentos fúteis? O investidor depois agarra e foge com o que consegue e o clube fica para trás, desfeito, em cacos...

Acho que é primário resolver as questões como Frederico Varandas se propôs a resolver. Equilibrar o melhor possível as finanças e encontrar o equilíbrio sustentável para o Sporting. Depois, deve-se analisar a competitividade possível, de todas as modalidades, nesse equilíbrio. Aí, se o resultado for o de que não existe competitividade em equilíbrio, então pensa-se, debate-se e vota-se numa entrada de investidores na SAD. Antes de tudo isto, o dinheiro servirá para apenas pagar contas e fornecedores, não para a melhoria das condições do clube e da sua competitividade.
É claro que isto não é do dia para a noite e, por isso, digo que todas as direções devem cumprir os seus mandatos, desde que não cometam ilegalidades.
SL
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De Pedro Piedade a 31.01.2020 às 18:41

Ou muito me engano ou "do outro lado da rua" a OPA é apenas um primeiro passo para depois oferecer uma posição relevante na SAD a um parceiro estratégico, sem perder a maioria.
Numa SAD lucrativa como a do Benfica é interessante para qualquer investidor ter 25/30% e para o clube procurar um parceiro não é uma necessidade mas uma opção de planeamento estratégico do crescimento externo e isso faz toda a diferença.
O pior que pode acontecer ao Sporting ou a qualquer outro clube nacional é ter que abrir as portas da SAD em estado de necessidade que lhe retira capacidade negocial.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 21:30

É verdade. Quanto mais frágil estiver um clube, menos hipóteses tem de fazer demasiadas cedências em negociação. Por isso antes de entrar num eventual processo desse teor tem de arrumar a casa.
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De Clorophilo a 31.01.2020 às 19:11

Ainda assim, não resisto a reproduzir esta tirada do NV em modo nefelibata:

«Vou-me repetir. O Sporting será dos sócios quando estes colocarem no Clube, do seu bolso, o dinheiro que precisa para funcionar.»

Abrenúncio!
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De Rui Gomes a 31.01.2020 às 20:21

É livre de discordar com o quer que seja, para isso aqui estamos, mas não seja desrespeitoso, como foi no outro comentário que apaguei.

Devia dirigir esse tipo de narrativa a mim, em vez de o fazer ao meu colega.

P.S.: Está inscrito no SAPO, não está?
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De Clorophilo a 31.01.2020 às 20:28

«Desrespeitoso»?...
Desculpe, mas não entendo a pergunta acerca do SAPO!
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De Clorophilo a 31.01.2020 às 21:16

Passe bem. Até lhe agradeço a censura!
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De Rui Gomes a 31.01.2020 às 21:21

Não é censura, mas sim moderação. Para isso existe.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 21:49

Agradeço ter introduzido vocabulário que não conhecia. Na realidade estamos sempre a aprender. Com a sua sapiência linguística enriqueceu o meu vocabulário. Mas não é essa a função deste espaço. Por isso nada mais posso acrescentar.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 12:42

Nicolae,

Concordo. Temos de acompanhar os novos tempos. A entrada de um investidor não invalida a existência de sócios e adeptos e dos seus direitos. Todos sabem que não há clube desportivo, sem adeptos.
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De Cris Dileo a 31.01.2020 às 13:04

O Sporting não precisa de investidor, precisa de melhor gestão
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De Rui Gomes a 31.01.2020 às 20:24

Isto vindo de quem adiantou que o Sporting devia/podia resolver os seus problemas financeiros de uma vez por todas com a venda de Bruno Fernandes.

Deve descer das núvens meu caro...
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De Cenas Talvez a 31.01.2020 às 08:22

"minudências" exacto os 19 pts de atraso no final da 1º volta é isso mesmo comparando com o que poderá ser no final da época.

A suposta crise financeira é a desculpa para aniquilar desportivamente o clube.

Já agora este CD já fez +170M€ em vendas de jogadores sem contar com +65M€ da Apollo.

Continuem a defender a incompetência sob a bandeira de questões financeiras (o que é diga-se uma falsa premissa).

SL,
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De Carlos a 31.01.2020 às 08:43

Ouve lá, onde estava a tua indignação quando há precisamente 3 anos, na época 2016/17, o SPORTING estava à 18º jornada:

> em 4º lugar do campeonato a 10 pontos da liderança!
> ELIMINADO da Taça de Portugal!
> ELIMINADO da Taça da Liga!
> FORA das Competições Europeias!
> Com um plantel reforçado com contratações de jogadores com rendimento quase nulo!

Com o melhor treinador do mundo a ganhar alguns 7/8 milhões por época e os craques Douglas, Petrovic, André Balada, Campbell, Castaignos, Spalvis, Melli, só para nomear alguns.
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De Pedro51 a 31.01.2020 às 11:14

Naby Sarr, Ramy Rabia, Shikabala, Oriol Rosell, Simeon Slavchev, Junya Tanaka ou Ryan Gauld...
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 12:46

Carlos,
Obrigado pelo contributo no esclarecimento ao leitor Cenas Talvez. Mas duvido que perceba, até porque não quer perceber.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 15:25

CT,
Em parte o leitor Carlos já lhe respondeu. Como estaremos no final da época, apenas no final da época saberemos. Não vou pesquisar sobre números por falta de tempo. Para haver rigor teria que ver receitas, despesas, e dívidas que continuam por pagar. Quem não quer tapar o Sol com a peneira, sabe que a situação financeira é grave. E a falência, ainda não está afastada.
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De João Correia a 31.01.2020 às 08:56

Caro Nação Valente,

Dou-lhe os meus parabéns pelo excelente texto. Muita matéria para reflexão.

O problema é que a maior parte dos adeptos só quer saber dos resultados da bola, nada mais. E assim vai continuar...
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 12:50

João Correia,

Tem toda a razão. Só querer saber de resultados faz parte da natureza do adepto. E é pena, porque por esse caminho é difícil, se não impossível, colocar o Sporting no lugar onde devia estar.

SL
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De Rui Miguel a 31.01.2020 às 09:35

Caro Nação Valente

A análise é de facto excelente
Mas tem um problema à partida, que como é em quase tudo no Sporting, não permite que seja utilizada como estratégia futura.

Basicamente, o Sporting tem um grave problema nas profundezas do seu âmago, que é a noção e conceito do que é o Sporting como clube e qual é o seu propósito e a sua essência.

Basta ouvir os Sportinguistas, ver os seus "comentadores" na TV, a multiplicidade de blogs e comentários nas redes sociais pelos seus adeptos.
Ainda esta manha, dei uma olhada em dois blogs leoninos de grande popularidade, e num deles o principal tema é sobre o último editorial do jornal Sporting.
O tema deste editorial é a passagem pelo clube do Bruno Fernandes, eternizando-o como uma referência no Sporting, e colocando no topo entre outros nomes que por cá passaram.
E logo caiu o Carmo e a Trindade, porque há certos sócios (e não são poucos) que para eles o BF não passa de um.rato traidor.

Concluindo, esta multiplicidade torna impossível qualquer união, o assumir entre todos de uma estratégia, de aceitar um presidente como o seu presidente (pelo menos até às próximas eleições), apoiar um treinador, o lutar solidário por uma equipa.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 13:03

Caro Rui Miguel,

Agradeço o seu contributo que subscrevo. Acrescento que é um dó de alma ver a chicana entre sportinguistas nas redes sociais. Deste modo, em vez de lutarmos para recuperar o Clube, digladiamo-nos numa permanente guerra civil, da qual só beneficiam os nossos adversários.
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De Greenlight a 31.01.2020 às 13:04

Existem, de facto, uns brunistas, pobres de espírito, que apelidam o Bruno Fernandes de traidor. No entanto, Varandas, foi infeliz, mais uma vez, no editorial que escreveu. Para elogiar BF não tinha necessidade nenhuma de ir buscar nomes como Moutinho ou Simão Sabrosa. Este, cada vez que fala na Tv, destila o seu anti-sportinguismo a par do seu ferveroso "benfiquismo". Moutinho pouco fala, mas já teve ocasião de propagandear o seu "portismo". Para além da infeliz gestão futebolística, Varandas continua a dar tiros nos pés, com as suas intervenções mal preparadas, ou mal pensadas. Muito se falou da política de comunicação e da necessidade de Varandas ser bem assessorado (também) nessa área mas não tem jeito. Ele é assim e infelizmente, para nós sócios, não parece ser o presidente que o Sporting precisa para nos afastar, definitivamente, do caos em que BdC deixou o clube.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 15:01

Greenligt,

Varandas foi eleito para um mandato de quatro anos. Nessa altura, na minha perspectiva, deve ser feita a avaliação do seu trabalho, do ponto de vista global.
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De Greenlight a 31.01.2020 às 15:34

Sim, a avaliação global de Varandas deverá ser feita no fim do mandato. Mas, no entretanto, como sócio do SCP e accionista da SAD, a minha avaliação parcial (entenda-se no tempo) é positiva, no que respeita às questões financeiras mas negativa no que concerne à gestão desportiva. E só não é totalmente negativa por oposição ao descalabro que foi a gestão do seu antecessor, eleito, pelos sócios, mas, destituído, antes do fim (normal) do mandato, também pelos sócios, porventura, demasiado tarde. A decisão maioritária dos sócios, nem sempre acertada, como se pode constatar, no passado recente do Sporting, é soberana e deve sobrepor-se a qualquer opinião, por mais iluminada que ela possa ser. Por vezes, ou melhor, muitas vezes leva as sociedades e organizações por maus caminhos já que os eleitos demonstram, muitas vezes, não serem capazes de liderar quem os elegeu.
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De Jorge a 31.01.2020 às 09:59

Concordo de uma forma geral, com as ideias que o post passa. A grande diferença é que o Nação Valente vê nesta direcção alguém com capacidade e que tem feito o seu trabalho para manter/recuperar financeiramente o clube, enquanto eu não reconheço, pela amostra de ano e meio, competência a esta direcção para conseguir levar a missão a que se propôs.

1. Ao contrário do que se fala, o Sporting não vinha de uma situação financeira terrível. Tinha sem dúvida um desequilibrio operacional, mas que vinha sendo compensado e até ultrapassado por receitas extraordinárias. O próprio vice actual das finanças o admite numa entrevista poucos meses depois de ter entrado em funções. O que se impunha, após o vergonhoso ataque a Alcochete e rescisões, seria reduzir o custo do plantel que, sem essas receitas extraordinárias que eram esperadas, era muito caro. Algo parecido com o que foi feito em 2013/14. Não só Sousa Cintra não o fez, como ainda aumentou. A actual direcção, até ver, nada conseguiu resolver nesse aspecto. Mesmo sem os 8 M do Jesus. O único passo positivo que vejo dado pela actual direcção é a reestruturação financeira, que foi muito ligeiramente melhorada face à negociada pela anterior administração.

2. Com custos semelhantes, o Sporting tem uma equipa muito menos competitiva, sem hipotese de chegar à champions, vamos ver se à Liga Europa. Vai vendendo alguns activos, mas para já não se vislumbram outros para substituir. Sem vendas extraordinárias, e com estes custos, as finanças da SAD num futuro próximo vão afundar...

3. Se na SAD, os sócios têm pouco peso (receitas de bilheteira, gamebox, marketing), no clube já não é assim. Com menos sócios a pagar quotas, os orçamentos das modalidades vão forçosamente baixar. Já vimos isso nesta época. A continuar assim, mesmo nas modalidade que tanto orgulham os sportinguistas, o futuro não parece brilhante.

Posto isto, o ponto essencial que é o equilíbrio financeiro parece-me estar muito longe de ser assegurado, assim como o caminho para lá chegar não está a ser trilhado. Espero estar enganado, mas temo bastante pelo futuro a médio prazo do clube...
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De relva a 31.01.2020 às 10:54

Pois está mesmo enganado.
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De Jorge a 31.01.2020 às 14:54

Admito essa possibilidade, mas era bom que me explicasse quais os fundamentos para estar tão optimista.
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De relva a 02.02.2020 às 01:53

quando as contas forem apresentadas, se verá. Pelo peso orcamental dos jogadores que sairam.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 13:16

Jorge,

O problema do Sporting não se resolve sem equilíbrio financeiro, seja quem for o Presidente. Sem ter acesso ás contas o que sei é existem pagamentos em atraso para pagar. As despesas precisam de ser mais reduzidas e isso implica uma menor qualidade no plantel.
Quanto às modalidades, concordo que precisam da contribuição dos sócios, mas para terem competitividade, isso não chega. Tirando os associados que as seguem, não me parece que, de uma forma geral, mobilizem muito os sócios. Basta ver a recepção que têm neste blog as notícias sobre as diversas modalidades.
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De Jorge a 31.01.2020 às 15:04

Mas eu concordo que é preciso equilibrio financeiro. O problema é que não só não reduzem os custos, como a competitividade baixou drasticamente! Se o orçamento fosse reduzido a metade, apostassem na formação, e os resultados fossem os actuais, não seria critico como tenho sido. Concordando ou não, pelo menos seguia-se uma estratégia!

Mesmo assim, 2013/14 provou que não é de todo impossível baixar orçamentos, equilibrar contas e ser-se competitivo. O Braga tem um orçamento se calhar 1/3 do Sporting e faz melhor actualmente. O problema também é a falta de competência especialmente na área do futebol, o que também é responsabilidade de quem nos dirige.

As modalidades têm a contribuição dos sócios quer eles queiram, quer não. Quer queiram saber das modalidades ou só liguem ao futebol. A quotização vai por inteiro para o clube. Claro que a mesma tem ligação com o futebol, pois é expectável que com o futebol sem rumo, com estes resultados desportivos, o nº de sócios pagantes desça o que vai afectar directamente as modalidades.

Para já, apenas aponto que, pelo que vejo, não só o clube está sem um rumo claro, bem definido, como aquilo que se vê é incompetência, como não vejo a direcção a conseguir mobilizar os sportinguistas, fazê-los acreditar.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 16:25

Jorge,
Concordo que o Sporting navega à vista, e não é apenas durante esta Direcção. Acontece há muito tempo. Não vou entrar na discussão se esta Direcção é boa ou má. Terá tomado medidas certas e erradas. Mas a verdade é que está sujeita a muitos condicionalismos. Poderia haver outro rumo? Qual?
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De Jorge a 31.01.2020 às 17:35

A questão é precisamente não haver um rumo definido, pelo menos que seja vísivel. Um dos possíveis, para mim o mais acertado, já foi aqui sugerido:

1) Reduzir custos
2) Apostar na formação
3) Contratações cirúrgicas.

Os dois primeiros são relativamente fáceis. O terceiro sabemos que é mais volátil, mas possível com rigor, conhecimento e alguma sorte.

Esta direcção não cumpre nenhum destes pontos, nem apresenta um rumo alternativo. Estamos à deriva... sem redução de custos, com cada vez menos competitividade, com menos activos para realizar encaixes financeiros, menos receitas, menos assistência, menos merchandising, menos sócios. Urge inverter esta tendência, e a direcção tem de se pronunciar sobre o que pretende para o futuro do Sporting, já até agora tem sido tudo menos o que prometeram na campanha e nas entrevistas que foram dando!

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De mike1906 a 31.01.2020 às 10:22

Fico satisfeito de ver que aquilo que já por aqui tenho sugerido, ou seja, a alienação da maioria do capital da SAD, como opção mais viável para o Sporting, comece a ser cada vez mais equacionada, sem dramas e sem fundamentalismos inadequados aos tempos modernos.
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De Cris Dileo a 31.01.2020 às 11:11

E porquê ?

Para sermos mais modernos ?

Partindo do princípio que não vendemos a Sad a alguém que vem perder dinheiro, como é que um investidor terá mais sucesso que presidentes ?
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De mike1906 a 31.01.2020 às 12:28

Não me diga que pensa que todos os investidores do futebol perdem dinheiro... Como é que um investidor terá mais sucesso do que presidentes ? Há logo à partida uma diferença grande. Utilizando dinheiro dele não deverá ter interesse em perde-lo portanto fará escolhas mais assertivas. Depois rodeando-se de pessoas competentes sem se preocupar se são de um grupo ou grupinho para agradar a A ou B para conseguir votos.
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De Schmeichel a 31.01.2020 às 11:43

Olhando ao que está a ser feito por esta direcção….. é exatamente esse o objectivo…. reduzir quotização, reduzir assistências, colocar o Sporting a competir com o Braga, e depois perante o desanimo e a falta de receitas operacionais, colocar como opção a venda do clube.

Inaceitável, mas expectável…. nada dessa retórica me surpreende.
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De mike1906 a 31.01.2020 às 12:29

Eu não apoio esta Direção, mas realmente você só falta dizer que a intenção deles é acabar com o Sporting... enfim
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De Schmeichel a 31.01.2020 às 14:24

É intenção deles acabar com o Sporting dos sócios….. é só ler a entrevista do Roquete….
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 15:34

SC,

Não faça demagogia. Nenhum clube que possua um investidor deixou de ser dos sócios. Os apoios e os estádios continuam cheios. Nenhum clube existe sem adeptos, mas também nenhum clube existe sem meios financeiros. São duas faces da mesma moeda. Além disso nada na prática desta Direcção confirma que quer vender a SAD. Antes pelo contrário, está a fazer tudo para que isso não aconteça-
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De relva a 31.01.2020 às 10:55

Era esse o caminho até Marco Silva, depois o caos
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De M1950 a 31.01.2020 às 11:13

O problema do Sporting não é o seu passado ou o seu presente mas sim a falta de perspetiva para o futuro devido à falta de rumo e de um projeto consistente , assente em premissas simples que muitos prometem mas ninguém cumpre : aposta na formação e comprar poucos , caros e bons...

Temos história é verdade e muito mais que futebol , quem não entende isto não sabe o que é ser Sporting , o problema aqui é que o futebol é o catalisador das massas e são essas as bases financeiras que sustentam o Clube , discordo da sua análise quando reduz a importância financeira dos sócios e adeptos , porque sem estes não há os patrocínios - procuram visibilidade - que sustentam a SAD.

Depois acho errado a venda da maioria da SAD ser vista como a solução para os problemas desportivos do Sporting , não façam comparações erradas com o que acontece noutros países , isto porque Portugal é um mercado pequeno mesmo se contarmos com os PALOP , portanto dificilmente teríamos um investidor do nível do que sonham os adeptos e claro os melhores provavelmente teriam maior interesse no FCP e SLB.

A solução para o Sporting está no que eu escrevi acima: aposta na formação , comprar poucos caros e bons , e um excelente treinador.

Ninguém consegue fazer isto , porquê ?

O Sporting não vai meter um jogador no Euro 2020.

Não haja dúvidas que esta direção deve ir até ao fim , isto para bem da normalização do Clube , temos que conseguir manter Presidentes , treinadores e jogadores ( num certo ciclo de tempo para não ficar sem referências ) para dar alguma consistência ao futebol do Clube e recuperar o respeito Institucional perdido.´

Agora também digo isto sem hoje ter dúvidas que esta direção é um fiasco, ainda assim temos que saber esperar e ter a paciência de Leão e deixá-los terminar o seu trabalho e depois vemo-nos na urnas.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 15:15

Obrigado pelo seu contributo que enriquece o debate. Concordo com grande parte do que escreve. A importância dos sócios e adeptos, na minha perspectiva, é mais importante do ponto de vista simbólico que financeiro. Por isso não desvalorizo o seu papel, embora continue a considerar que a ideia que são donos do clube é utópica.

A questão do investidor não pode ser diabolizada, nem incensada. Será uma solução de recurso, se outras não resultarem. A realidade é dinâmica e não podemos parar no tempo, como aconteceu ao país durante quarenta anos.

Quem investe no futebol não procura apenas lucros. Não concordo com a ideia do mercado pequeno. O futebol hoje não tem fronteiras.
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De José Silva a 31.01.2020 às 12:06

Bom dia. O Sporting neste momento é realmente uma "minudência" daquilo que já foi. Praticamente arredado de todas as competições nesta época, e com a venda do nosso melhor jogador Bruno Fernandes, caminha a passos largos para o descalabro desportivo que começou ainda no tempo do ex: presidente destituido com o ataque à academia provocando dezenas de milhões de prejuizos. As minhas esperanças nesta direção foram-se esvaziando à medida que o tempo passava com a pior gestão desportiva sobretudo ao nível das contratações de jogadores, jamais vista no meu clube.! Nunca vi tanta incompetência num clube desportivo que tem quer se queira ou não, o futebol como a sua mola real, não menosprezando como é óbvio, as nossas queridas modalidades que tanto nos têm prestigiiado. Sei que é doloroso mas, também sou da opinião de que o Sporting devia pensar sériamente em vender a maioria do capital da sad com o compromisso de ser constantemente competitivo a nívem interno e externo, como acontence aliás, na Inglaterra na "Premier Ligue".No entanto, se a maioria dos sócios decidir que não, todos teremos que respeitar as suas decisões, porque as decisões dos mesmos, serão soberanas.Doi-me muito ver o meu clube, a 19 pontos de distância do 1º lugar do campeonato, quando ainda falta toda a 2ª volta mesmo para um clube, que faz da corrupção, uma das suas maiores armas.!



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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 15:42

José Silva,

Obrigado pelo contributo. Discordo da essência da sua análise, muito negativa. Sobre a questão dos resultados desportivos, para não repetir, sugiro-lhe que leia os comentários dos leitores Carlos e Pedro 51. Sempre houve no Sporting períodos bons e maus, boas e más decisões. E com todo o respeito acho exagerado que diga que esta Direcção é a pior, quando nem se conhece publicamente todo o seu trabalho.
SL
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De Cris Dileo a 31.01.2020 às 12:40

Compreendo e estou de acordo que o Sporting está longe de ser só futebol, mas indiscutivelmente é a alavanca do clube, por razões desportivas e tambem financeiras.

E claro que no futebol temos de voltar a apostar na academia

Veja-se os casos de Matheus Pereira, Demiral, D. Duarte ou Palhinha que de descartaveis - passaram a ser jogadores bastante valiosos e que poderiam render desportivamente e financeiramente.

E há outros que lhes podem seguir os passos, alguns que já são e bem apostas e outros que têm de ser porque tem-de se olhar não só para o rendimento actual, mas principalmente para o potencial.

Quanto à venda da SAD, sou completamente contra, não por razões romanticas ou de tabus como dizem, mas porque não há garantias que possa ser diferente do que tem sido até agora.
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De Naçao Valente a 31.01.2020 às 15:51

C.D.,
Apostar na Academia é o que está a ser feito. Mas os resultados nunca são imediatos. Os jogadores que saem da Academia, com raras excepções, não conseguem afirmar-se de imediato na equipa principal. Têm de "rodar" em equipas onde a camisola pesa menos. Veja-se, como exemplo, os casos de William, Adrien, João Mário. O mesmo caminho está a ser seguido por outros.
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De Cris Dileo a 31.01.2020 às 17:10

O Sporting tem 4 jogadores da formação neste momento.

O que se está a fazer é muito diferente do que apostar na formação.
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De Rui Gomes a 31.01.2020 às 17:14

Não devemos ser ingénuos a avaliar esta questão.

Depois do que foi feito nos últimos anos, ou melhor, o que não foi feito, o processo vai levar algum tempo para recuperar, não acontece em dois dias.

Aliás, basta ver a equipa de sub-23 jogar para ver que há muito pouco disponível nesta altura para subir à formação principal.

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