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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

A empresa espanhola Senn, Ferrero, Asociados Sports & Entertainment já está a trabalhar na participação que o Benfica vai entregar à UEFA, à FIFA e ao International Board, em linha com o prometido no comunicado que se seguiu aos acontecimentos da final da Taça de Portugal.
Os encarnados escolheram esta firma de advogados, com escritórios em Madrid, Bilbau, Cidade do México, Monterrey e Santigo do Chile, especializada em assuntos desportivos e de entretenimento. Ao que foi possível apurar, na Luz há grande convicção de que estas participações serão a alavanca para as mudanças no futebol português.
Depois do dérbi do Jamor, que o Sporting venceu (3-1), os encarnados queixaram-se de agressão de Maxi Araújo e Matheus Reis a Belotti, anunciando várias medidas, entre as quais, "exposição à FIFA, à UEFA e ao IFAB, em face da ilícita aplicação do protocolo VAR em Portugal, que colocou em causa a verdade desportiva".
A cultura encarnada não tem cura e com o Rui dos Túneis ao leme ainda pior. Não aceita a derrota e agora recorre a todos e quaisquer meios para tentar nem se sabe bem o quê, salvo criar confusão e polémica.
Irrisoriamente, o Benfica vive na ilusão que a FIFA vai intervir numa situação doméstica, a pretexto que a função do VAR necessita de ser corrigida.
Sem ser surpresa alguma, só agora, face à derrota na Taça, é que lhes ocorreu este suposto problema, porque sempre que foram beneficiados silêncio foi a ordem do dia.
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