De Luís Barros a 03.01.2026 às 15:12
Está espremida este ano como esteve espremida nas épocas anteriores. Essa lacuna já tinha sido detectada e debatida no universo sportinguista. A estrutura teve o cuidado de a resolver? Creio que não. O Sporting vive de fesadas por parte de quem o dirige a nível desportivo. Isso vê-se com as últimas contratações, onde só Suarez e Ioanidis se podem considerar com qualidade para uma equipa com pretensões a vencer um tricampeonato, taça, taça da liga e boa campanha europeia.
Mas a equipa estar espremida fisicamente não iliba a inação do treinador ao "ler" o jogo e sua incapacidade de reagir às alterações do adversário. Estejam com atenção à atitude passiva de Rui Borges durante os jogos ao contrário do que acontece com a atitude ativa dos treinadores adversários.
Por vezes o treinador também tem de ser sargento.
De Luís Barros a 03.01.2026 às 15:58
Caro Leão Zargo
Ontem foi o culminar de um processo que já se sentia nos últimos jogos.
Como digo aos meus companheiros de bancada no estádio, o Sporting, inúmeras vezes, parece uma equipa de matraquilhos no seu posicionamento. Linhas demasiado rígidas, jogadores demasiado estáticos e lentos permitindo aos adversários posicionarem-se previamente cortando as linhas de passe.
Na maioria dos jogos no nosso estádio, a primeira parte começa com o Sporting atacar para o topo norte. Este facto faz com que acompanhe com bastante atenção o lado direito do nosso ataque o que permite-me a assistir com pormenor a inúmeras dificuldades, desentendimentos e atrapalhações entre os nossos alas direitos. Acho estranho que a equipa técnica não leve estes factos em conta.
Um pequeno aparte, vejam e revejam quantas vezes o Rui Borges vem dizer no final dos jogos que a equipa não entrou bem.
De Rumo Certo - Ventos Favoráveis a 03.01.2026 às 20:02
Apenas pude ver a primeira parte da transmissão do jogo.
Até então, bem disputado de parte a parte, com ligeira superioridade do Sporting, que se traduziu e materializou com a obtenção de um golo no aproveitamento de lance de bola em profundidade, corrida veloz do avançado e remate que passa por baixo das pernas do guarda-redes, o qual entretanto saira dos postes para diminuir o ângulo de remate.
Um golo de vantagem, que se ajustava e uma muita boa arbitragem, até ao intervalo.
Depois, apenas vi em repetição, os lances decisivos da segunda parte.
Fiquei com sérias reservas e dúvidas, sobre a expulsão, porque ambos se agarram, a bola vem em movimento longo e lançada em velocidade pelo ar, o Inácio está a olhar para a mesma em sentido contrário, em corrida na mesma direção do esférico corrida e, depois, existe o tropeçar involuntário entre ambos que continuaram a se afastar mutuamente e em continuidade.
Por outro lado, a bola bate no terreno distante e bem à frente de ambos, com forte probabilidade de ser agarrada tranquilamente por mão pelo guarda-redes e ainda com um jogador visitante na proximidade.
Jamais se poderia ajuizar, que o avançado se isolaria e com posse da bola.
Logo, uma expulsão muitíssimo forçada, a qual permitirá verificar no futuro, qual o critério para lances precisamente análogos.
No golo do Gil Vicente, não vi ainda as imagens em ângulo bem aberto, em proximidade e com câmara mais perto.
Todavia, fiquei com a sensação que houve falta imprudente e negligente do jogador que remata de cabeça, sobre o Alisson.
Se o VAR não vislumbrou motivo para alertar o árbitro perante eventual irregularidade, admito que possa ter sido uma boa decisão.
Todavia, devemos aguardar por imagens mais esclarecedoras e, se as mesmas forem inequívocas de que houve falta, então o VAR não agiu com lisura, nem competência, nem idoneidade, influenciando o resultado e prejudicando o Sporting CP.
Porém, excluindo-se estes lances determinantes, reconheça-se o mérito do anfitrião Gil Vicente, jogando futebol e fazendo pela vida, antevendo-se que outros candidatos também por lá venham a ter as suas dificuldades.
Mas o Sporting CP, pese embora desfalcado de 8 unidades, algumas titulares indiscutíveis, foi uma equipa competitiva, lutadora, jogando em toda a extensão do campo e procurando a vitória.
Mantém-se no segundo lugar e, certamente, capaz e ansioso, de sair vencedor em todas as competições que disputa, com mais jovens com talento e qualidade.
Jogo a jogo, sempre com alma, esforço, humildade, trabalho, abnegação, amizade e solidariedade, para alcançar objetivos e sucesso.
As contas, fazem-se no fim.
Força Sporting CP.