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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
O momento de ser e não ser ao mesmo tempo, da transformação milagreira de um personagem noutro que se quer o contrário de tudo aquilo que cada um de nós é enquanto ser humano simples e mortal: felino nos movimentos na linha de golo, predador sobre a bola, valente nas disputas com os adversários, convicto no comando dos companheiros.
Foi sempre assim que nós, os sportinguistas, vimos Vítor Damas. Ainda hoje, imaginamo-lo um mágico impossível feito pássaro capaz de voar e que fazia encolher a baliza por todos os lados quando a bola feita cometa disparava com perigo na direcção do nosso coração!
/Hilário observa o voo de Vítor Damas num Sporting-Benfica, em Alvalade/
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