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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

A acreditar na reportagem do jornal Marca, o Sporting e Valência continuam a dialogar sobre o jogador Koba Koindredi. Existe, de facto, um impasse nas negociações, mas apenas pela forma como a sociedade verde e branca quer fechar o futebolista, actualmente cedido pelo emblema 'che' ao Estoril.
Citando a mesma fonte, os valencianos, que avaliam o canhoto em 10 milhões de euros, aceitam ceder 50 dos 85% dos direitos que têm na sua posse - o remanescente ainda está nas mãos do clube formador, o Lens -, mas a SAD leonina pretende que os 5 milhões de euros que propôs investir lhe permitam garantir uma maior fatia do passe, neste caso... tudo aquilo que actualmente pertence à administração liderada por Peter Lim.
Numa espécie de bola de neve, o Valencia mantém, também, esperança em concluir esta pasta com o Sporting dentro em breve, dada a importância de fazer entrar algum dinheiro nos seus cofres e concretizar, assim, a aquisição de Rafa Mir, avançado do Sevilha que perante a falta de oportunidades na Andaluzia pretende prosseguir carreira noutro lado, que pode muito bem ser o Mestalla.
Ao que consta, ainda são vários os detalhes que travam os avanços decisivos neste negócio, mas em Alvalade reina a esperança de que nos próximos dias se acenderá a tal luz verde que permitirá, finalmente, trocar a devida documentação e colocar o preto no branco.
Recorde-se, e numa informação não menos importante, que o Estoril tem uma opção de 3 milhões por Koindredi no final da cedência, em junho deste ano, questão contornável com um acordo entre todas as partes - no fundo, uma eventual antecipação desse valor por parte dos leões, além do normal ressarcimento por quebra antecipada de acordo.
Perante tudo isto, só podemos concluir que a Sporting SAD e Rúben Amorim acreditam muito no valor deste jogador, apesar de ele ser, para muitos sportinguistas, praticamente um desconhecido.
Ainda ontem, em conversa com um amigo, este mesmo tema veio à baila. Eu limitei-me a questionar quem conhecia o Diomande antes de ele chegar a Alvalade.
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