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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Independentemente das polémicas de arbitragem, foi evidente que, de um lado havia uma equipa, que era o Sporting, e do outro lado 11 jogadores perdidos, que era o Benfica. A mim como benfiquista custou-me muito.
Desta vez o resultado foi mais sofrido, porque o Benfica tem uma boa defesa e o Júlio César na baliza, mas perdeu o meio-campo e não conseguia chegar à baliza. Depois, as substituições foram patéticas. Era a trocar o Mitroglou pelo Jiménez que se ia ganhar? O problema com o Mitroglou é que não lhe chegavam as bolas. Depois o Gaitán e o Guedes andavam perdidos, parecia que o Rui Vitória estava a defender o jogo para ir a penáltis.
Não dou o benefício da dúvida ao Rui Vitória. Nunca dei, nem posso dar. Com o tempo, ele vai revelando as suas incapacidades. É um treinador incapaz e de outro campeonato. Já não acredito que a equipa consiga dar a volta, esperando ser desmentido, claro, porque o que eu quero é que o Benfica ganhe. Mas como benfiquista estou revoltado.
O «derby» continua a mexer com as emoções de benfiquistas e quem é que se pode esquecer de António Pedro Vasconcelos, o personagem que durante anos me irritou sem limite - e a muitos outros, creio - enquanto no painel do programa Trio d' Ataque, da RTP.
Rui Vitória parece ser o alvo a abater e não surpreenderá que apareçam mais algumas vozes "indignadas" nos próximos dias, provavelmente com o intuito de exercer pressão no presidente do Benfica relativamente ao treinador.
Ao fim e ao cabo, o futebol é isto mesmo, especialmente em Portugal, onde todos reagem em função dos resultados.
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