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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Mariana Cabral quebrou o silêncio sobre a saída do comando técnico da equipa feminina do Sporting. A treinadora-adjunta dos Utah Royals concedeu uma entrevista à SIC Notícias, na qual explicou a razão para ter deixado as leoas.
"As coisas não correram da forma que eu entendia que poderiam correr e, por isso, achei que seria o melhor para mim, também para o clube e para as jogadoras, que houvesse outro caminho. Não partilhámos as mesmas ideias.
Já não me apetecia ter de estar todos os dias a lutar por algo. O treinador, no futebol masculino, não tem de estar todos os dias a pedir para treinar num relvado e não num sintético. Não tem de se queixar porque está a treinar com 15 bolas e todas diferentes umas das outras".
Não há razão para duvidar das declarações de Mariana Cabral. Ela nunca se queixou na praça pública sobre estas questões e se de facto é verdade - o tratamento diferencial entre equipas masculinas e femininas - está errado e a Direcção do Sporting CP não o devia permitir.
Especialmente num clube como o Sporting Clube de Portugal, bem reconhecido pelos seus elevados valores, esta situação surpreende e preocupa. No contexto aqui citado, não está em questão a capacidade técnica de Mariana Cabral.
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