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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Muitas lágrimas "encarnadas" têm sido derramadas na praça publica em dias recentes, mas é quase tudo "fogo de artifício" para desviar as atenções do trabalho do "sistema" nos bastidores de poder do futebol português.
Jorge Sousa foi classificado com nota de 2,4 no «derby» entre Sporting e Benfica, no passado sábado, atribuída pelo observador António Costa (Aveiro) - ObsC1a (LFP) - e tem por base duas decisões capitais da parte da equipa liderada pelo juiz portuense.
A primeira diz respeito à continuidade de Islam Slimani em campo, na sequência de uma agressão a Samaris que o observador registou nos seus apontamentos, ao minuto 46'. A outra, no lance que mais celeuma provocou, já perto do final do prolongamento, quando Luisão caiu na área, "embrulhado" com João Pereira e Rui Patrício. Jorge Sousa declinou marcar grande penalidade, mas o observador António Costa (foto) considerou essa decisão um erro.
A escala de atribuição de notas aos árbitros vai de 0 a 5 pontos. Por isso, a classificação de 2,4 é muito negativa e uma das piores da carreira do melhor árbitro de 2014/15.
Esperamos que o relatório completo de António Costa venha a público para nos permitir ter uma ideia clara da sua competência e isenção de observação. Para já, fica-se com a ideia que é um relatório muito "inclinado", tendo em conta todas as incidências do jogo.
Jorge Sousa evidencia-se agora pela sua ausência no leque de escolhas do Conselho de Arbitragem da FPF, para a próxima jornada da I Liga.
É assim que o "sistema" funciona e, como já afirmei vezes sem conta, não é a gritar às quatro paredes que vai ser abatido.
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