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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Dois aspectos peculiares - ou talvez não - sobre a nota do árbitro Hugo Miguel no recém-clássico entre o Sporting e FC Porto: primeiro, recebeu nota negativa; segundo, esta chegou à rua sem demora e está a ser divulgada pela comunicação social.
O observador Fernando Mateus - nome para lembrar - da Associação de Futebol de Leiria, atribuiu nota negativa (2,7) a Hugo Miguel relativamente a um jogo em que não constam incidentes merecedores de relevo. Segundo o relatório, a punição ao árbitro assenta-se na capítulo disciplinar, nomeadamente pela não expulsão de Maxi Pereira por agressão a Naldo, já no período de descontos.
É bem verdade que Hugo Miguel errou ao não punir o defesa do FC Porto neste lance, mas parece-me muito pouco, nas circunstâncias, para justificar uma nota tão baixa, numa escala de 1 a 5. Um cínico diria que existem outras intenções - obscuras, porventura - nesta punição.
Igualmente peculiar é o facto de nada constar na praça pública sobre a nota de Carlos Xistra, no jogo entre o V. Guimarães e Benfica, no qual consta ter havido um bom número de decisões polémicas e, no final da partida, a já conhecida confrontação entre Xistra e o treinador vimaranense Sérgio Conceição.
Mais um exemplo do "sistema" no seu "melhor" que, decerto, dará ensejo a mais uns gritos de Bruno de Carvalho, com o usual nulo efeito.
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