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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Em 1999-00 o Sporting fez quase a quadratura do círculo para conseguir conquistar o desejado título de campeão nacional. Na 7ª jornada estava em 4º lugar a 7 pontos do Benfica, na 10ª em 6º a 5 pontos, mudou para Augusto Inácio como treinador, fez as célebres contratações de Inverno (André Cruz, César Prates e Mbo Mpenza), reorganizou-se com uma linha vertical de baliza a baliza, com Schmeichel, André Cruz, Vidigal, Pedro Barbosa e Acosta. Com eles em campo houve comando, força, estabilidade, segurança, criatividade e eficácia e os leões passaram a jogar sempre alto no terreno. O Sporting podia não ter os melhores jogadores, mas tinha a melhor equipa.
Deste grupo de jogadores imprescindíveis, Luís Vidigal poderá ser o menos referido pelos adeptos, apesar do seu papel essencial na coesão da equipa leonina. Vidigal conseguia empolgar mesmo o adepto mais frio, fazendo recordar o seu ídolo Oceano. Era um verdadeiro “artista” na função de médio defensivo, sem virtuosismos técnicos, mas a sua entrega ao jogo e o bom posicionamento em campo proporcionavam estabilidade e eficácia à manobra da equipa. Jogando com intensidade, mais do que agressividade, na organização e na transição foi sempre determinante na manobra equipa. Com Vidigal, parecia que o Sporting estava em superioridade numérica no meio campo.
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