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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Ao longo dos anos fomos habituados a um certo tipo de participação pública por parte de Jorge Nuno Pinto da Costa e estranhamos que desde há uns tempos a esta parte a sua visibilidade, e respectiva oratória, tem vindo a ser reduzida significativamente, quase ao ponto de não darmos pela sua existência.
Poderia recorrer ao velho provérbio "quem tem telhados de vidro não atira pedras ao vizinho", mas, na realidade, esta consideração nunca persuadiu o presidente do FC Porto a condicionar a sua oratória, especialmente no que diz respeito aos outros dois "grandes" do futebol português.
Acredito mais numa outra realidade que eventualmente afecta todos nós, ou seja, os anos passam - e já lá vão 78 - e não perdoam. A energia mental e física já não é a mesma da nossa juventude e a apetência para confrontação também não se evidencia ao mesmo nível. Creio que só isto explica a reacção de Pinto da Costa à história dos notórios "vouchers" do Benfica, tema que em tempos de outrora daria "pano para mangas".
Na ressaca da vitória do FC Porto em Bruges, Pinto da Costa, para além da análise à partida, rejeitou ainda tecer considerações sobre as buscas realizadas pela PJ à SAD do Benfica, no âmbito do caso dos vouchers:
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