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Para além de motivos de ordem económica, também houve comportamentos de vaidade, protagonismo e até autoritarismo, por parte de membros da estrutura do Sporting CP, que redundaram em grande prejuízo para o nosso Clube e que nos impediram de conquistar o bicampeonato.

Recordo que após o título de 81/82, a "birra" de João Rocha para com Malcolm Allisson prejudiciou o Clube. Isto, para além de uma certa "limpeza" então efectuada e muito pouco compreendida.

Após o título de 99/00, Luís Duque - pela ânsia de protagonismo individual? - promoveu o afastamento de uma dupla composta por Manolo Vidal e José Manuel Torcato, que muito tinha contribuído para a conquista do título. Isto para além de promover uma quantidade desproporcionada de contratações.

Após o título de 2001/02, aí sem muita culpa por parte do Sporting, foi a novela Jardel, escrita pelo José Veiga, que nos arruinou.

Como se pode comprovar, para além das questões económicas, por importantes que sejam, temos de ter atenção a muitos outros factores.

Texto da autoria de Leão do Norte

publicado às 08:34

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36 comentários

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De Leão Zargo a 13.05.2024 às 09:21

Amigo Leão do Norte

Na verdade, foi uma espécie de prática autofágica no Sporting. Com excepção de Rúben Amorim, a partir de 1954 o treinador campeão nacional não renovou o contrato ou, pelo menos, não terminou a época seguinte. O mesmo aconteceu com Anselmo Fernandez, que apesar da vitória na Taça das Taças, uma divergência com um membro da Direcção implicou o afastamento do técnico poucos meses depois.

Com Frederico Varandas o Sporting entrou numa nova era, que se revelou também na sábia decisão de manter o treinador campeão nacional na época seguinte. Agora o que desejamos, é que, conquistado um segundo título de campeão, Rúben Amorim continue em funções para conduzir a equipa a novos sucessos.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 10:41

Amigo Leão Zargo

No Sporting há quase uma "tradição" para o "suicídio" na época seguinte à conquista do título de Campeão Nacional. Essa regularidade é impressionante.

O título de 20/21 é a excepção a essa regra e felizmente conquistamos novo título 3 épocas depois.
Confio que a tripla que orienta o Sporting, Frederico Varandas, Hugo Viana e Rúben Amorim, terá a lucidez e a capacidade para manter a estabilidade essencial ao sucesso.
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De carlos a 13.05.2024 às 09:53

Ruben
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 10:44

Carlos,
O Rúben vai perceber o valor da estabilidade. Para bem dele e do Sporting.
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De Helder Mestre a 13.05.2024 às 10:24

A seguir a 82, tínhamos um infiltrado também a sabotar o nosso sucesso, ele que também contribuiu para o despedimento de Allison. Aliás, a partir deste ano tivemos vários infiltrados sicilianos azuis a sabotar o nosso clube.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 10:56

Hélder Mestre,
Alguns até para lá foram ou tentam ir.
E, hipocritamente, apregoam afinidade ao Sporting na comunicação social.
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De Helder Mestre a 13.05.2024 às 11:59

Não é por acaso que as televisões, habitualmente, escolhem para defender o Sporting, nos seus painéis, jogadores que jogaram no FCP e que muito gostam do Padrinho, estando por isso condicionados em dizer a verdade sobre a quadrilha.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 12:49

A partir de agora vão sentir falta de "beijar a mão" ao Padrinho.
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De PEDRO AMÉRICO a 14.05.2024 às 02:18

sem dúvida foi o seboso OLIVEIRA que foi por veneno a JOÃO ROCHA contra ALLISON com histórias mirabolantes de p... , álcool , e jogo no CASINO de BIG MAC .
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De P. Vasconcelos a 13.05.2024 às 12:11

A época 2021/22 foi a que me deixou mais "água na boca" pois fizemos tudo o que era possível para chegar ao bicampeonato. Recorde-se o célebre amarelo (e depois vermelho) a Coates, culpado por levar um pisão do Taremi (não deixará saudades). 85 pontos é qualquer coisa, mas não foi suficiente.

Acredito que a equipa e estrutura manterão a estabilidade no próximo ano, condição de vencer. No futebol, nunca estamos a salvo dos "tubarões" que podem, a qualquer momento, chegar com propostas irrecusáveis e bater cláusulas de rescisão. Mas, sem que chegue alguma proposta concreta, tudo são rumores, criados pela CS para perturbar adeptos e equipa.
Para já, temos uma Taça de Portugal para vencer.

E não esquecer que os rivais não navegam num "mar de rosas". Estou convencido de que chegamos a um momento em que o Sporting não está atrás de ninguém em Portugal, seja nas condições financeiras, na competência da estrutura ou no apoio dos adeptos. Tem todas as condições para se manter vencedor.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 13:06

P. Vasconcelos,
A hipótese do bicampeonato em 21/22 foi impossibilitada por uma arbitragem no Dragão que nos impediu de obter a vitória (empatamos 2-2), cuja incrível expulsão do Coates foi o ponto alto do descaramento.

Acredito que, para a próxima época, quem dirige o Sporting tudo vai fazer para manter a estabilidade. Mas como não depende só deles...
Concordo plenamente que o Sporting não está atrás dos adversários, antes pelo contrário, em quase tudo. Apenas ressalvo a parte "obscura" do futebol português.
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De Ze das Castanhas a 13.05.2024 às 13:35

Tem toda a razão caro senhor mas esqueceu se do campeonato em que se vendeu a dupla dusher vidigal de uma assentada e as recentes, já com varandas e Amorim, saídas de Matheus e palhinha, portanto muitos tiros no pé e que esperamos não se repitam este ano…
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 14:50

Ze das Castanhas,
Transacionar jogadores é uma realidade à qual o Sporting não pode estar alheio e muito menos recusar taxativamente.
Com mais ou menos frequência, com mais ou menos necessidade, sempre fará parte da plano estratégico de gestão por parte do Sporting CP.

As saídas de Palhinha e Matheus Nunes não se deram na época seguinte a sermos campeões, mas na posterior a essa.
E em relação à venda da dupla Dusher/Vidigal convenhamos. Todos sabíamos que o Dusher já estava "vendido" bem antes do final da época e só alguém muito alheado da realidade é que recusava os valores oferecidos pelo Vidigal. Depois do grande Europeu que ele fez, era um oportunidade única, irrepetível.
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De Ze das Castanhas a 14.05.2024 às 01:57

Tem toda a razão caro senhor, as minhas desculpas sobre o palhinha e o Matheus.
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De Luís Carvalho a 13.05.2024 às 14:12

Sou destes tempos todos, na época de Allison( há que dizer que não era propriamente um gentleman) vi a grande maioria dos jogos no JA, gostava imenso dessa equipa, ou talvez não uma equipa, mas um grupo de jogadores de excepção no ataque que resolvia quase todos os jogos, e um sistema de jogo que o propiciava( mérito do treinador). Nos títulos de 2000 e 2002, também fui muito assíduo, já com a filharada e esposa presentes, Luís Duque perdeu-se, estava eu de praia em Altura, comprava o jornal no caminho para a praia e todos os dias chegava malta para o plantel, correu mal, Duque, pessoa que não prezo, deitou fora o “ know how”, a experiência, correu muito mal e voltaria a correr mal mais tarde( uma vassoura e um cheque), que falta de saber o que é gerir. A época após o título de 2002, concordo, houve muita falta de saber gerir, de perceber o que tinham em mão. A próxima época, uma muito grande incógnita, teremos Amorim? Gyökeres fica por cá? Quem sai? Quem entra? Temos algo a favor, a saírem jogadores, o que é natural, entrará muito dinheiro, há que saber utilizá-lo! E já agora, haverá Champions( cash) , e desde já um conselho( que atrevimento) para o Amorim, nunca hipoteque o título nacional por um pequeno brilharete na Champions.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 15:07

Caro Luís Carvalho,

Malcolm Allisson era uma personalidade sui generis, muito particular, mas que colocou o Sporting a jogar um excelente futebol e que conquistou a dobradinha. O que sempre se questionou foi a forma como o João Rocha conduziu o dossier do seu despedimento e o timing em que o efectuou.
Após o título de 2000, a revolução que Luís Duque empreendeu no Sporting foi inexplicável. Uma série de mudanças pouco compreensíveis e uma catadupa de contratações com várias delas para fazer número.

A próxima época, pelas leis do mercado, ainda é uma incógnita, mas este Sporting tem estrutura e meios para resistir a várias turbulências, em nome da estabilidade que permita manter o sucesso no futuro.
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De Luís Carvalho a 13.05.2024 às 15:31

De acordo com o que escreve, realmente João Rocha foi alguém diferente, para o bem e para o mal. Já falecido há muito, nunca lhe perdoarei o ter acabado com o basket após o bicampeonato, foi uma traição a uma equipa de excepção que eu acompanhava no muito velho pavilhão e jogos fora. Até deixei de pagar quotas, tinha 21 anos de idade e ser estudante universitário em Lisboa para um jovem Eborense era um mundo novo e o dinheiro tinha que ser bem gerido. Mais tarde, paguei tudo e orgulho-me muito dos meus já cumpridos 52 anos de sócio e os filhos já nos 25. Também concordo que hoje por hoje estamos muito melhor preparados para o dito “ mercado”, mas é uma época que realmente detesto.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 17:35

Não tenho memória desportiva do término da equipa de basquetebol em 1982, mas numa retrospectiva histórica, e como amante da modalidade, fico com a tristeza, e pelo que li a dúvida, desse término. Uma equipa bicampeã, recheada de atletas de valia...
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De Mike Portugal a 13.05.2024 às 14:32

Atenção que "bicampeonato" implica vencer o campeonato 2 épocas consecutivas. Portanto mesmo que a gente ganhe no próximo ano não será um "bicampeonato".

Quanto muito podemos dizer que serão 2 campeonatos ganhos por Ruben Amorim, mas não um "bi" do clube.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 14:54

Mike Portugal,
"mesmo que a gente ganhe no próximo ano não será um "bicampeonato"
A que época se refere?

É que nos estamos a debater a hipótese de vencermos o campeonato da época 24/25 e conquistarmos o bicampeonato.
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De Mike Portugal a 13.05.2024 às 15:13

Esquece. Apaga o comentário. Foi pura parvoice minha
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 15:26

Foi de não estarmos habituados a conquistar o bicampeonato.
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De HY a 13.05.2024 às 15:10

Infelizmente, a coisa vai ainda mais longe. Em 1974, JR despediu Mário Lino na véspera da final da taça com o SLB. Em 1980 mandou Rodrigues Dias embora a 3/4 do campeonato… o homem não suportava que alguém o contrariasse, ainda que fosse para defender a performance da equipa… sempre a dar tiros nos pés…tal como em 1966, aliás, mas aí não tenho dados suficientes para saber o que aconteceu
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 17:39

HY,
Em determinados períodos da história do Sporting CP, o protagonismo individual colidiu com o sucesso do Clube.
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De Manuel Parreira a 13.05.2024 às 17:40

HY,
Se não me engano em 1966 o Sporting tinha ganho o campeonato com o Juca e no fim da época foi despedido. Quase todos os treinadores campeões acabam por ser despedidos e’ a nossa sina.
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De Miguel a 13.05.2024 às 15:32

O Sporting é um clube especial. Há historicamente uma pulsão para destruir tudo, após um período de sucesso. Vão-se os técnicos, os melhores jogadores, alguns dirigentes e vamos começar de novo do zero. Faz-se dinheiro nas vendas e depois vamos gastar o triplo e esperar 15 ou 20 anos para reconquistar os troféus.
Vejo em Frederico Varandas uma solidez inédita. Vamos ver se resiste ao síndroma.
Duvido que haja outro clube nacional que sobreviva na sua grandeza a décadas de viciação de resultados e manipulação da arbitragem que resultaram na perda de imensos títulos, dinheiro e popularidade.
Depois, temos a máquina da comunicação social, sempre hostil ao Sporting e a passar a esponja nas trafulhices dos rivais. No caso dos garrafões de 5 litros, nem é apenas branquear, fazem verdadeiro marketing.
Basta verificar como os escândalos não beliscam mediaticamente os rivais. Um, esteve lá mais de 40 anos a distribuir fruta, café com leite e a aparelhar as instâncias disciplinares para ter o controlo total. Outro anda aí em confraternização com quem o devia investigar, em festas na sua casa de campo, enquanto jogadores adversários saltam que nem pipocas, a confessar que foram aliciados para perder com as aves. Estas nem são tocadas com o espectro da punição, estão completamente acima da lei. Se há crime, foi o mordomo!
No Sporting, qualquer dessas escandaleiras conduziriam de imediato a 24 sobre 24 horas de frenesi jornaleirístico, até à queda do batoteiro.
Gostava de saber se os crimes com os bilhetes apontados ao Padrinho do Norte se restringem apenas àquele clube.
Parece que há coisas interessantes que deviam ser tornadas públicas. Disse-me um passarinho e não foi o que apareceu ao Maduro.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 17:46

Miguel,
Os antecedentes parecem indicar que o Sporting sofre do "Síndrome de autodestruição".
No entanto, como clínico que é, acredito que Frederico Varandas tem a terapêutica para combater essa "manifestação clínica".

Até porque nunca beneficiaremos das atenuantes e "terapêuticas externas" dos nossos adversários.
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De Leão da Beira a 13.05.2024 às 19:42

Acho que infelizmente vamos perder grande parte desta magnífica equipa. Espero que o treinador se aguente. Eu no lugar do Varandas aceitaria a saída de2 ou 3 jogadores, por valores exorbitantes, aoscresta9aumentava lhes o salário. Ao Rúben Amorim e restante equipa técnica, duplicava lhe o salário, aproveitando a folga financeira que as inevitáveis saídas irão proporcionar. Jogadores como o Paulinho, Nuno Santos merecem ser compensados e seguramente bem aumentados. Outros no plantel também o merecem, quase todos, digo eum
. Importante que todos se sintam valorizados, pois merecem.
SPORTING FOR EVER
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 22:12

Leão da Beira,
Estou convencido que serão poucos, talvez só um, os jogadores importantes que vão sair desta equipa. Acredito que a direção terá a força para o conseguir.
A próxima época proporciona um conjunto de realidades que todas conjugadas favorecem a continuidade de jogadores no Sporting.
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De Juskowiak a 13.05.2024 às 17:15

Caro Leão do Norte,

Apraz-me deixar aqui duas postas de pescada.

1- Tenho saudades de Manolo Vidal. Grande sportinguista, grande gestor de egos de balneário, claramente um dos autores morais do título de 2000. E para os que estiveram mais atentos na época, tinha um sentido de humor absolutamente genial. Lembro que uma vez que Pinto da Costa o provocou com um "muy bueno, Chico!"......

...... responde Manolo Vidal: "Notei um sotaque siciliano no espanhol de Pinto da Costa."

2- Em 2002 é verdade que a novela Jardel arruinou a moral da equipa, mas a meu ver houve outro erro crasso nesse ano: deixámos sair André Cruz e Phil Babb. Regra não escrita do futebol: NUNCA se deixa sair os dois centrais titulares ao mesmo tempo, sob pena de a defesa do próximo ano ficar mais fraca. E se ficou, livra! Beto e Quiroga eram uma dupla de bradar aos céus..
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 18:00

Caro Juskowiak,
Sem dúvida que o Manolo Vidal tinha um excelente sentido de humor a que associava uma acutilância ímpar. Recordo quando ele, após a ida do Simão Sabrosa para o Benfica, disse "tivemos êxito na formação do atleta, mas falhamos na formação do homem".
Tinha uma preponderância no balneário que poucos julgam. Juntamente com José Manuel Torcato, este mais discreto, muitas vezes seguraram o Sporting ao longo desse desgastante campeonato. E que falta fizeram na época seguinte

Em 2002 a saída dos dois centrais titulares foi um erro que se pagou muito caro. Não só pelo facto da posição específica, mas também por saírem dois jogadores que eram líderes de balneário. A equipa ficou duplamente órfã.
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De HY a 13.05.2024 às 19:30

Se bem me lembro, Juskowiak, o PdC gozou com o sotaque alentejano de Manolo Vidal e levou como resposta “mais vale ter sotaque alentejano do que siciliano”…

Quero crer que JMTorcato e MVidal já tinham estado associados a outras épocas de sucesso, como 79/80, não? Afastá-los foi grave erro de Duque (se foi ele).

MVidal tinha aquela sabedoria de vida que lhe permitia anular situações perigosas, como daquela vez que o árbitro que nos calhou tinha sido visto na véspera a jantar com os dirigentes fruteiros e ele dirigiu-se-lhe, antes do jogo, com um sonoro “então, espero que o jantar de ontem tenha corrido bem” em público, desarmando a traquitana antes dela começar… gente como Manolo faz muita falta nas estruturas do desporto de alta competição, sobretudo em Portugal. E os dois entendiam-se muito bem e complementavam-se…

Claro que isso causava não poucos ciúmes e invejas.
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De Leão do Norte a 13.05.2024 às 21:39

HY,
Efectivamente Manolo Vidal e José Manuel Torcato eram responsáveis pelo futebol na época 79/80, época em que o Sporting foi Campeão Nacional.
Não posso afirmar se foi Luís Duque que os afastou, mas pelo menos era sua vontade. Recordo-me que existiu um certo "bate-boca" público entre Duque e Vidal e de Luís Duque referir que a saída de Vidal e Torcato se devia à necessidade de modernização do Clube.
Tratou-os como meros amuletos na conquista do título e eles foram muito mais do que isso.
Manolo era essencial na "gestão" de acontecimentos próprios do futebol português. Mas, com escreve, a vaidade de outros não permitia aceitar essa sua importância.

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