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Os limites de Bruno

Rui Gomes, em 16.09.19

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Há vários jogadores com a qualidade técnica de Bruno Fernandes, e há vários jogadores com o seu espírito de sacrifício, sentido colectivo e vontade de ganhar, mas há pouquíssimos que tenham todas estas coisas na mesma dimensão do médio do Sporting. É essa característica de artista operário que faz dele um futebolista raríssimo.

Há momentos, particularmente quando as coisas não estão bem, em que pisa aquela linha muito ténue que separa a vontade de ganhar dos exageros que prejudicam a própria equipa. (Numa equipa minha, preferia mil vezes jogadores que pisassem esse risco do que outros que nunca cheguem lá perto.)

Ontem, no Bessa, sofreu cinco faltas e cometeu uma, já em cima do final. Acabou expulso e nenhum dos seus adversários viu amarelo nas ocasiões em que foi travado. Pelo meio, viu outro amarelo por protestar uma falta evidente com o assistente.

Bruno Fernandes devia ter mais cuidado na forma como contesta decisões dos árbitros, até porque essa fama de refilão já o persegue (diante do Sp. Braga passou todos os limites e foi poupado) e faz com que haja menos tolerância do que em relação a outros jogadores. E isso, ao contrário de várias outras situações que se passam em campo, só depende dele. Até porque se retirar da equação cartões como o primeiro que viu ontem, não será expulso à primeira falta.

Sérgio Krithinas, Director Adjunto Record

publicado às 04:47

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13 comentários

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De RASR a 16.09.2019 às 18:28

Perdão, as faltas são as que consideram mais gravosas ou que cortaram uma jogada prometedora e não apenas sobre o Bruno.

Da minha parte, é de salutar. Podemos criticar mantendo o nível correto de ruído, ou seja, de forma cordial e nas instâncias competentes, mas é preciso exigir mais trabalho da parte dos árbitros e que devem ser imparciais, caso contrário, estão no negócio errado. Uma participação contra este senhor na Liga também não caía nada mal.

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