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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Em conferência de imprensa realizada esta quinta-feira, na sede de Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença anunciou que decidiu colocar ponto final na sua carreira de árbitro, algo que já constava há alguns dias:
«Anuncio hoje o abandono da minha carreira. Trata-se de uma decisão ponderada e tomada em consciência, suportada por alguns factores que pesam em mais de duas décadas de arbitragem. O desgaste de uma actividade tão exigente em termos físicos e mentais, bem como o facto de ter concretizado os objectivos e as metas a que me propôs, foram preponderantes nesta tomada de decisão. É tempo de dar lugar aos actuais valores da arbitragem. Sinto-me extremamente realizado. Saio com a consciência tranquila.»
Não tenho dúvida alguma que qualquer adepto de futebol, indiferente de simpatia clubista, pode apontar o dedo crítico a actuações menos felizes de Pedro Proença. Sempre lhe reconheci competência, mas recordo claramente algumas ocasiões em que me irritou, imenso, com decisões suas. Aliás, isto será verdade com qualquer outro árbitro, presente ou passado, no entanto, creio que não exagero pela sugestão que Pedro Proença foi um bom profissional e que terá sido, porventura, o melhor e mais credenciado árbitro da sua geração.
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