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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Perdemos um jogo, não perdemos a alma. Não podemos perder aquilo que nos empurra montanha acima. Todos vimos como a equipa se bateu dentro de todas as contingências que se verificam, como Ioannidis e Quaresma tiveram de sair de campo também eles lesionados. Como, mais uma vez, não conseguimos fazer o segundo golo e sofremos com isso muito mais do que merecíamos. Quem não marca sofre, diz o pragmático. Perder não é vergonha, vergonha é ter medo de perder. O adepto do futebol pensa que sabe tudo, que tem resposta para todas as dúvidas, afinal pouco sabe.
A nossa equipa lutou até à exaustão. Uns melhores do que outros, mas lutaram todos. Para muitos sportinguistas, depois de uma derrota que baralha tudo, a resposta agora passou a pergunta, a pergunta é resposta. No entanto, ainda ficam duas certezas. Uma é a de que esta equipa tem carácter. A outra é a de que ainda falta muito caminho para percorrer. Ainda estamos na luta. Campeonato. Taça de Portugal. Champions. O futebol tem uma dimensão de utopia. Há objectivos por alcançar, que podemos atingir se houver crença e união. Do plantel e estrutura técnica, em primeiro lugar, e acredito que haja. Dos adeptos, em segundo lugar. Tem de haver, penso eu.
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