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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Por vocação, ou por força do destino, o avançado-centro e o guarda-redes vivem no fio da navalha. É que ambos são o barómetro emocional de um coletivo e de um jogo de paixões. Movem-se numa linha ténue, frágil e tripartida entre o ignorado, o herói e o vilão. Eles são os primeiros e muitas vezes acabam sendo os últimos. Por estranho que pareça, a solidão é companheira de ambos.
Na fotografia, não identificada, Fernando Peyroteo cumprimenta um dos guarda-redes. O outro parece usar o emblema do Atlético e os jogadores de campo a camisola da seleção de Lisboa. Talvez um jogo benemérito a favor de um jogador. O ambiente é de companheiros do mesmo ofício.
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