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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Só agora verifiquei (01:27) que um comentário meu foi destacado pela direcção do Camarote. Pelo desfasamento temporal, não vou poder responder, oportunamente, aos comentários que me foram pessoalmente dirigidos. Não posso, no entanto, deixar de fazer algumas considerações. Apesar da amplitude que a discussão tomou, o meu texto procurava pronunciar-se sobre a utilização sistemática, a propósito e a despropósito, de duas palavras usadas por um leitor designado de M1950. Defensor incondicional de Bruno de Carvalho, com todo o direito, usa e abusa, na minha opinião, do termo infiltrado para desvalorizar (uso o termo que me parece mais suave) Marco Silva. Do mesmo modo, designa de croquetes anteriores direcções. Por esse caminho, e por absurdo, podíamos chegar ao fundador do clube, membro da aristocracia endinheirada. Não entende ou não quer entender, que o Sporting, para além de personalidades transitórias, só existe pela força colectiva dos seus adeptos, e desde a sua fundação. Não entende ou não quer entender, que para defender ou até idolatrar Bruno de Carvalho, não necessita de dividir sportinguistas em bons e maus, nem sequer ser mais papista que o Papa.
Marco Silva, com as condições que lhe foram facultadas, fez o possível e não me lembro de ser considerado infiltrado pela própria Direcção. Podia ter feito mais ? Concerteza. Mas o futebol é feito de imponderáveis. Jorge Jesus com toda a sua experiência e sabedoria, não perdeu um campeonato no último minuto e uma final da Taça com um clube de média dimensão ? Há melhores exemplos. Marco Silva já não é nosso treinador. Vamos virar a página. Contudo, continuo a afirmar que não lhe foram dadas as mesmas condições que estão a ser dadas a Jorge Jesus. E só nessa perspectiva não podem vir a comparar.
Leitor: Nação Valente
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