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Rui Gomes, em 06.06.18

 

250816_lu_berlengas.jpg

 

"Felizmente... vivemos num Estado de Direito onde as acções legais são permitidas e até incentivadas. 

 

Felizmente... existem pessoas que compreendem que num Estado de Direito, é a Lei que prevalece, mesmo que a vontade seja "fazer justiça pelas próprias mãos", ou mesmo quando os prazos parecem intermináveis.

 

São estas pessoas, estas acções, que irão levar BdC para o lugar que merece (longe do Sporting). É verdade que estas acções são demoradas, mas são estas, e aquelas que a verdadeira MAG está a tomar, que irão colocar um fim a esta palhaçada. Felizmente.

Aparte estas acções, existe algo extremamente grave que aconteceu, que foi a nomeação da comissão transitória da MAG. Este é um ato ilegal e que apenas faz sentido na cabeça de BdC e dos cidadãos da Brunolândia.

 

Tive ocasião de ler aqui alguns leitores com dúvidas, dando mesmo a "mão à palmatória" aos argumentos esgrimidos pela Judas, que se defende numa lacuna estatutária.

 

Meus amigos Sportinguistas... ouvi a referida senhora e seus argumentos e preocupa-me honestamente que sendo ela professora universitária, existam alunos a ser formados por semelhante incompetente, aliás, quer ela quer Trindade Barros são professores na U. Lusíada e defendendo eles tal interpretação tão visivelmente abusiva, pelo menos eu, dificilmente voltarei a contratar alguém formado por tal universidade, pois a qualidade do seu corpo docente é visivelmente deficiente (aliás, acho urgente a Universidade vir a público demarcar destes seus docentes, sob pena de virem a ser associados à sua clara incompetência).


Vamos a factos:

Art.39º (Diz-nos o que acontece aquando uma renuncia)

 

"A renúncia é apresentada ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, salvo se for este o renunciante, caso em que é apresentada ao Presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar (...) Todavia (...) a renúncia só produzirá efeito com a tomada de posse dos sucessores, salvo se entretanto for designada a comissão de gestão ou de fiscalização, ou ambas, nos termos dos presentes estatutos." 


Art. 41º (Identifica a excepção visada no artigo 39º)


"Se se verificar causa de cessação de mandato da totalidade dos membros do Conselho Directivo ou do Conselho Fiscal e Disciplinar (...) deve (...) o Presidente da Assembleia Geral designar uma comissão de gestão ou uma comissão de fiscalização, ou ambas (...)"

Resumindo: Os órgãos renunciantes mantêm-se em funções até serem substituídos, excepto nos casos descritos nos estatutos. Ora, os Estatutos exceptuam somente os casos do CD e do CFD, onde é permitido designar uma comissão de gestão sob determinados preceitos, pelo que, não estando nesta excepção, o Presidente da MAG mantém-se em funções até tomada de posse de novo eleito.

Face a isto, não percebo onde está a dúvida, aliás, ainda não ouvi ninguém publicamente (especialista ou não) a colocar sequer em causa uma interpretação diferente.

 

APENAS os cidadãos da Brunolândia conseguem ler enviesadamente algo que está claro nos Estatutos, mas também não será algo que nos surpreenda, tendo em consideração que em comunicado público já adiantaram não dar credibilidade a possíveis futuras decisões judiciais.

Por fim deixo um exercício académico ao qual seria interessante recolher resposta junta da Judas ou do Trindade:

Caso:


As Berlengas acabaram de pedir Independência, concedida por todos os Estados do Mundo. A sua Constituição é redigida apenas pelo seguinte:


1 - Os cidadãos das Berlengas dividem-se em Militares, Polícias e Povo Comum;
2 - É proibido a qualquer cidadão, matar outro, excepto aos seguintes:
a - Militares quando em guerra;
b - Policias em exercício, quando a sua vida estiver em risco de morte.

No passado mês, um membro do Povo Comum deparou-se com a sua esposa na cama com o vizinho e imediatamente mato-o a tiro de arma. Presente a tribunal, o mesmo alegou que a Constituição o permitia, dado que existia uma lacuna na mesma por não enumerar os casos onde o Povo Comum podia matar outros cidadãos.

 

Pronuncie-se quanto à Justificação deste cidadão".

 

Leitor: RICARDO RODRIGUES

 

publicado às 03:04

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50 comentários

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De MT a 06.06.2018 às 03:36

Não sou Sportinguista, no entanto, parabéns pelo excelente texto.

PS: Embora várias vezes não concorde com a maneira de avaliar a actual situação do futebol português por parte dos autores deste blogue, não posso deixar de vos dar os parabéns pelo mesmo. Visito vários blogues "verdes" e de outros clubes, e o vosso, sobressai pela postura correcta que sempre adoptaram e pela educação. Mais uma vez, parabéns.

Saudações desportivas e boa sorte para o SCP.

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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 08:21

Obrigado pelas simpáticas palavras. Neste caso concreto, o mérito do texto é do nosso leitor Ricardo Rodrigues.
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De Ricardo a 06.06.2018 às 10:21

Obrigado MT,

Penso que existem casos que extravasam a cor clubística e o que se passa no Sporting é um desses casos.
Penso igualmente que o que se passa no Benfica é também uma serie de casos que extravasam a cor clubística.
Assim sendo, todos somos chamados a debater estes assuntos, desde que dentro do respeito que as situações exigem. Infelizmente as paixões clubísticas e por vezes outros interesses, trazem à tona o radicalismo primário que todos nós possuímos.
Provavelmente, aquando de Vale e Azevedo no Benfica, se os Sportinguistas tivessem participado mais na discussão (eu sei que na época os meios eram outros, não existiam blogs, etc), porventura tinham visto mais cedo os sinais que BdC dava da sua "loucura" e não lhe tinham oferecido o seu 2º mandato.

Uma vez mais, Obrigado
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De Anónimo a 06.06.2018 às 09:29

Realmente, não existem muitas dúvidas quanto ao procedimento de renúncia dos órgãos sociais do Sporting. Aqui, depreendo que o elenco da solução é taxativo e sem qualquer tipo de problemática, em caso de renúncia, permanecem os órgãos sociais demissionários até à sua efectiva substituição. No restantes casos, renúncia do CD e CFD, deve ser sempre designada uma comissão de gestão, ou de fiscalização, ou ambas. Não existem dúvidas aqui. É uma solução onde não existe qualquer dúvida. Este CD é que inventou a vontade e a necessidade de criar uma comissão transitória bla-bla-bla sem qualquer legitimidade para tal. Também está incluído nos estatutos, e se não estiver, é de lei, constante no Código de Procedimento Administrativo, qual o valor das decisões de um órgão social sem legitimidade para atuar, que é a nulidade dessas mesmas decisões. Ou seja, tudo o que venha a ser decidido por este órgão, será contestado em tribunal e posteriormente, sem qualquer dúvida, declarado nulo. Apenas se vai perdendo tempo nesta inutilidade para se receber mais um ou outro ordenado. Já chega disto no Sporting!!!!

Mais, quando vem este CD dizer que não irá dar credibilidade às decisões que venham a ser proferidas pelo tribunal quanto à (i)legitimidade desta comissão inventada sem base objectiva, estão, no fundo, a dizer que irão contestar a lei... Será apenas porque lhes apetece? Criou-se um novo Estado Independente do BdC??? É o conhecimento deste, em matéria de Direito, superior ao dos magistrados? Ou ficou doido de vez e vê a corda a apertar cada vez mais? A lei é apenas para uns, e não para os outros ou apenas para quando nos apetece?
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De R. Ribeiro a 06.06.2018 às 09:53

Este comentário é meu.
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De Ricardo a 06.06.2018 às 10:34

Os Estatutos do Sporting, ao contrário das Leis Gerais, são extremamente claros e sem subterfugidos.
Dizem os Estatutos que qualquer decisão tomada por órgão ou comissão constituídos à margem das regras, são feridos de nulidade.

JMS podia e devia ter tomado uma ação de força mais cedo, em especial porque conhece BdC melhor que nós e devia ter antecipado estas situações. Tal como devia ter marcado a Assembleia para uma data anterior.
Mas não o fez... JMS está a tomar medidas de forma cautelosa por forma a não provocar qualquer duvida jurídica em futuras batalhas jurídicas e a colocar toda e qualquer decisão nas mãos dos sócios, no entanto, neste momento existem provas concretas que podiam levar à destituição desta Direção mais cedo e era precisamente isso que JMS devia fazer a bem do Sporting.

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De R. Ribeiro a 06.06.2018 às 10:45

Nesta questão, até as Leis Gerais são bastante claras, ferem-se de nulidade as decisões tomadas por órgão que careça de legitimidade. Os estatutos do Sporting vêem reforçar esta mesma solução. Não existe lacuna para interpretar e integrar, muito menos com a criação de um órgão totalmente novo, a não ser na cabecinha cheia de interesses de BdC e da Sr. Dra. Judas...
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De Fidalgo a 06.06.2018 às 09:47

Já o disse ontem e volto a repetir. As excelentes intervenções do leitor Ricardo Rodrigues sobre esta matéria deixaram-me totalmente esclarecido. Esclarecido, mas bastante mais preocupado. A Brunolândia existe. Temos que acabar com ela.
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De Ricardo a 06.06.2018 às 10:36

Obrigado pelas palavras caro Fidalgo.

Estamos aqui todos para nós esclarecer-mos mutuamente. Já existiram matérias em discussão que eu desconhecia e foi graças a outros leitores que fiquei esclarecido.

Forte abraço
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De Fidalgo a 06.06.2018 às 10:52

Amigo Ricardo,

Tive a coragem de vistar a página de Facebook da Elsa Judas. Ela remete a sua defesa para um comunicado do Sporting datado de 4 de Junho. Adicionalmente, diz o seguinte:

"E, porque o Direito é uma ciência cuja latitude não está ao alcance de um qualquer "taberneiro" ultrapassado (com todo o respeito pelos verdadeiros trabalhadores) aconselho ainda a leitura, entre outros, do Acor~dao do STJ, de 4/11/1999"

O Ricardo pode ajudar-nos a perceber o que é que a Elsa Judas quer dizer com isto?

Abraço
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De Ricardo a 06.06.2018 às 11:48

Ponto prévio:
A linguagem desta docente é de uma elevação extraordinária. Visitei o seu FB e fiquei "parvo"... Ainda pensei que a "loucura" tinha sido apenas na SportingTV, mas afinal vejo que faz parte do dia-a-dia da senhora.
E chamar "taberneiro ultrapassado" a dezenas de colegas dela que se têm proferido opinião contrária à mesma, é de uma elevação que decerto fará atuar a Ordem dos Advogados.

Quanto ao acórdão, houve 15 publicações nesse dia, pelo que, a Sra. docente deveria ter enumerado o acórdão ao invés de fornecer a data de publicação do mesmo, tal como é preceito, mas bom, já sabemos que esta gente rege-se por princípios muito próprios.
Suponho que ela se esteja a referir ao Processo 99B744, e usa-o apenas no sentido de "mostrar" jurisprudência num parecer que daria razão à convocação da AG, no entanto, no meu entender é apenas "fumo" para justificar uma ação ilegal de abuso de direito.
Nesta situação, eu dar-lhe-ia provável razão se a MAG eleita se tivesse alheado do clube, se tivesse "desaparecido" o que não é claramente o caso...

Além disso, existe aqui um pormenor que ninguém fala, que é o facto de, mesmo que JMS se tivesse demitido, neste momento ele ainda estaria dentro do prazo estatutário para convocar eleições para eleição da MAG, ou seja, NADA justifica a substituição da MAG por uma comissão e nem existe fundamento estatutário para tal.
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De Fidalgo a 06.06.2018 às 11:52

Mais uma vez, obrigado Ricardo. Totalmente esclarecido.

A "Senhora" tem uma linguagem muito semelhante ao Bruno Miguel. Estão bem um para o outro. :)

Forte abraço
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De Carlos N.T. a 06.06.2018 às 09:57

As Berlengas são bonitas!
A Brunolândia é feia, muito feia...
O exemplo, demasiado espetacular. .

Ficava melhor se o exemlo fosse algum assaltante violento. E na Brunolândia há uns quantos.
Ela,.por a sua parte, só queria disfrutar desta vida..


P. S.. A leitura dos artigos aqui exposta parace-me fácil de entender.
O Bruno e os seus "tolas" mais parecem um boxeador em desespero.

Obrigado Ricardo
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De Ricardo a 06.06.2018 às 10:45

Ó Carlos N.T. entre um assaltante violento e um assassino a diferença não é muita...

Onde o "caso" erra, é que em vez das Berlengas eu devia ter falado diretamente na Brunolândia, se bem que nesse caso, o cidadão acabasse por matar a mulher, pois o "outro" seria um seu compincha, e "amigos de claque" não se matam uns aos outros... além disso, ele precisava de um compincha em liberdade para lhe fazerem umas tarjas a exigir liberdade ao pobre herói inocente que apenas matou a mulher!!!

Grande Abraço
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De R. Ribeiro a 06.06.2018 às 10:00

Quanto ao caso prático, sendo a proibição uma norma imperativa, apenas os cidadãos considerados na excepção da lei podem fazer uso da arma, e apenas dentro das circunstâncias representadas para cada cargo e em nenhumas mais, independentemente das razões que venham a alegar. Não sendo o cidadão um militar, nem um polícia, abrangido pelas excepções circunstanciais consideradas, está, portanto, a cometer um crime.
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De Ricardo a 06.06.2018 às 10:40

20 valores

Agora pegue na resposta e vá entrega-la à Universidade Lusíada conjuntamente com um curriculum seu... Decerto será imediatamente contratado como docente quiçá, reitor...
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De R. Ribeiro a 06.06.2018 às 10:47

Nah, aquilo é demasiado "obscuro" para a minha preferência ahahah. Se o que sai de lá é a Sra. Dra. Judas, então devia o Ministério da Educação pensar seriamente em revogar a licença da referida instituição de ensino superior ahahah
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De Anónimo a 06.06.2018 às 10:39

Poder-se-á explorar ainda a questão da lacuna/omissão. Alguém acredita que na elaboração dos estatutos se tenha previsto uma comissão transitória para o CD e para o CF e se tenha esquecido para a MAG??? É óbvio que não! Se não há previsão de uma comissão transitória é porque em vez de uma "omissão", há uma vontade clara para que isso não aconteça. E faz sentido que assim seja. A MAG é o órgão máximo, logo não pode ser nomeada por ninguém nem que seja transitoriamente. Só os sócios terão esse poder e por isso está previsto que a assembleia demissionária exerça funções até à eleição de nova MAG.
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De R. Ribeiro a 06.06.2018 às 10:49

Não existe lacuna, caro. Se a MAG renunciar ao seu mandato, ficará em funções até ser substituída. Logo, não ficam cargos livres que tenham que ser ocupados. É claro como água. Não existe lacuna nenhuma, nem necessidade de interpretação e integração da lei (estatutos).
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De Ricardo a 06.06.2018 às 10:49

Caro Anónimo, terá de se identificar ou o Rui apagará o comentário.
Quanto à exploração da lacuna, num outro post eu já dei resposta a isso, se bem que vai ao encontro da que o caro/a afirma.

Aqui fica a minha resposta em relação a isso (atenção que era uma resposta a uma interpelação de outro leitor):

no ponto 3 do art. 39º é dito explicitamente o seguinte: "for designada a comissão de gestão ou de fiscalização, ou ambas, nos termos dos presentes estatutos. "

Aqui não diz para que órgãos servem estas comissões, mas diz-nos que é conforme os termos dos Estatutos, logo, ao invés de interpretar, como o amigo fez, temos é de LER. E o que dizem os Estatutos sobre a constituição de comissões?

Ver o art. 41º
"1 - Se se verificar causa de cessação de mandato da totalidade dos membros do Conselho Directivo ou do Conselho Fiscal e Disciplinar ou se, convocadas eleições para qualquer daqueles órgãos, não houver candidaturas, pode, no primeiro caso, e deve, no segundo, o Presidente da Assembleia Geral designar uma comissão de gestão ou uma comissão de fiscalização, ou ambas, compostas por número ímpar de sócios efectivos com cinco anos de inscrição ininterrupta no Clube, para exercerem as funções que cabem respectivamente ao Conselho Directivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar, e que terão a competência de um ou de outro, conforme for o caso."

Resumindo, em casos de destituição, manter-se-iam em funções até eleição de substitutos, no entanto no art.39 é aberta uma excepção e é dito que além da substituição por eleição, pode haver comissões, DESDE QUE feitas em respeito pelos estatutos e os estatutos dizem-nos que APENAS podem ser feitas comissões para CD e CF, de fora fica a MAG e o Conselho Leonino que também é um órgão social e nele ninguém fala.
Aqui não há esquecimento, nem lugar a 2as interpretações.

A suposta lacuna é uma "estupidez" e o recurso ao código civil, então nem se fala...
...mas se BdC está tão preocupado com os Estatutos e cumprir a Lei, então que consulte o art.21º (deveres dos sócios) e veja quantas alíneas das 9 existentes já desrespeitou... ele que consulte o art.28º n1 (sanções disciplinares) e veja em quantas das 4 alíneas já se poderá auto-incluir e por fim que se auto-aplique a alínea d) do nº2 do mesmo artigo, ou seja, que se expulse de socio... só não vale fazer como o Trump e auto-perdoar-se...

Grande Abraço
RR
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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 10:51

Meu caro,

Siga estas simples instruções para se identificar devidamente, caso contrário vejo-me obrigado a eliminar os seus comentários.

http://camaroteleonino.blogs.sapo.pt/3531015.html

Salvo erro, não é a primeira vez que o chamo a atenção e não vou repetir este alerta.
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De Anónimo a 06.06.2018 às 10:58

Peço desculpa pelo lapso. o comentário é meu A. Silva.
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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 12:04

Siga as instruções para identificação, por favor.
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De Fidalgo a 06.06.2018 às 10:56

última hora: Guilherme Pinheiro demite-se da SAD do Sporting
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De Fidalgo a 06.06.2018 às 11:15

E agora o Bruno Miguel marcou uma conferência de imprensa para as 13h. Diz que vai falar de todos os assuntos do Sporting. Ui...
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De Cris Dileo a 06.06.2018 às 11:34

Pode ser que se demita
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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 12:05

E o sol vai passar a nascer no Poente:)
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De Bento de Jesus Carvalho a 06.06.2018 às 12:12

Só falta mais um pino!!!
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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 14:16

Mas isso não é no Conselho Directivo?... O Guilherme Pinheiro era da SAD.
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De R. Ribeiro a 06.06.2018 às 15:22

Exacto, caro Rui, confirma-se o que diz. Os tais 2 membros que teriam que renunciar para que esta direcção caísse têm que ser do CD, não da SAD.
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De João Tavares a 06.06.2018 às 11:17

Excelente texto.
Contudo, e contra mim falo pois sou da opinião que o energúmeno BdC já há muito devia ter saído, infelizmente poucas leis são taxativas, todas elas sujeitas a variadíssimas interpretações. Por isso existem os advogados, sendo alguns autênticas vedetas do mundo da justiça, que se pagam a peso de ouro, e que conseguem trazer essas interpretações para o lado deles, ou seja, paa o lado dos seus clientes.
O que essa Elsa Judas mais não faz é exercer a sua actividade de advocacia/jurista, onde a ética vem sempre em último lugar...
Isto só lá vai com uma qualquer intervenção mais radical por parte do estado...
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De Ricardo a 06.06.2018 às 12:07

Caro João Tavares,
Se não me engano, desde a Assembleia Constituinte de 1974, que o nosso parlamento é ocupado maioritariamente por juristas... muitos trabalham a defender interesses dos seus próprios escritórios, propondo e votando legislação.
Com tamanho numero de juristas, seria de antever que a nossa legislação fosse concisa, clara e objetiva, no entanto é todo um oposto. Na minha opinião, propositadamente.
Prova disso é ter já existido advogados a "contestar" Leis, que eles próprios tinham aprovado em Assembleia enquanto deputados.

A teia é propositada e mantem a classe viva!

No entanto, os particulares (pessoas, associações, fundações, empresas, etc...) por norma não pretendem problemas futuros, pelo que os contratos, estatutos e demais documentos são por norma, no privado, claros, objetivos e concisos.
Os Estatutos do Sporting não fogem à regra.
No entanto, podem obviamente ser contestados por qualquer um, a diferença está no tempo de decisão, ou seja, sendo eles claros e objetivos, a decisão contra qualquer contestação é muito mais rápida (e se for evidente, pode até nem ser aceite).
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De João Tavares a 06.06.2018 às 12:46

Esperemos que assim o seja...

SL
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De josé a 06.06.2018 às 11:20

O cidadão não devia "estar" em tribunal, visto que não existe lei prévia que o prevê. Nem se prevê a existência do mesmo. Essa proposição não possui elemento sancionatório; é uma "norma" incompleta, quanto muito estamos perante uma norma moral.
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De Ricardo a 06.06.2018 às 12:10

Hum... vou ali escrever uma Constituição completa para a ilha das Berlengas e já volto.
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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 20:11

Este José, se é o mesmo que eu penso, e creio que seja, é um dos "cegos" que apoia o lunático incondicionalmente, desde o primeiro dia.

A credibilidade dele é zero.
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De HY a 06.06.2018 às 11:34

Parabéns pela “hipótese” (foi inventada agora?). Bela demonstração prática. Já o outro dia tinha dito que estas pseudo-decisões eram mesmo juridicamente inexistentes (nulidade absoluta), tal a gravidade da ilegalidade cometida. Pouco interessa a classificação doutrinária, o que importa é que são nulas (o que é diferente de anuláveis). Não,produzem efeitos jurídicos e qualquer pessoa, a qualquer momento, ou até tribunais oficiosamente, poderão declarar essa nulidade. Imagine-se o caos que daqui poderá vir se os teimosos persistirem na deles...

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De Ricardo a 06.06.2018 às 12:13

Boas HY

Sim, foi inventada agora (ontem neste caso)... é um mero exercício para "simplificar". Sou da opinião que por vezes de "complica" de mais e nada como transpor para situações do dia-a-dia para nos obrigar a pensar.
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De HY a 06.06.2018 às 16:08

Esta história faz-me lembrar um aluno num exame oral de constitucional, muitos anos atrás, que “descobriu” uma lacuna. Quando lhe fizemos notar um certo preceito constitucional, um pouco contrafeito, lá disse: “hum, temos uma falha na lacuna”.

Obviamente, isso seria esperar demais da senhora assistente universitária.
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De Rui Gomes a 06.06.2018 às 20:14

HY,

Creio que tudo isto, dessa "senhora" e de outros, vai muito além de mera incompetência. Tudo faz parte de uma estratégia pré-elaborada para o Bruno "fintar" justiça, do clube e cível, já para não ir mais longe ainda.

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