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Rui Gomes, em 15.10.18

 

Títulos-Sporting-2018.jpg

 

"João dos Anjos Rocha, naquele tempo viu ou compreendeu bem o Desporto em Portugal, tanto que numa entrevista ou numa Assembleia Geral disse aos adeptos do clube que o Sporting nunca seria o maior clube português pelo futebol, pois a força do nosso principal rival é muito forte na sociedade e disse que era no ecleticismo que nós podíamos ser os maiores.

 

A visão dele já naquele tempo era correcta e elegeu sempre como adversário principal o FC Porto. Os seus sucessores e os adeptos, em geral. nunca viram isso e acabamos por ser ultrapassados pelos 'Andrades' com o 25 de Abril e a luta Norte-Sul encetada por Pinto da Costa, que teve a visão correcta para crescer à nossa custa.

 

Tive divergências grandes com João Rocha. Acabar com o basquetebol foi das maiores, como deixar no princípio da época Manuel José com nove jogadores no estágio no Algarve, mas foi muito melhor presidente que todos os sucessores até agora.

 

Ao Sporting falta-lhe uma política desportiva correcta, para ser seguida pelas Direcções independentemente de quem está à frente dos destinos do Clube. Pode-se apostar mais nisto ou naquilo, mas o essencial tem que lá estar".

 

Leitor: PEREIRA

 

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publicado às 03:34

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38 comentários

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De Anónimo a 15.10.2018 às 10:37

Concordo com a ideia final, mais do que cada candidato trazer autênticas revoluções para o clube a cada 4 anos, um discurso que quase nunca se ouve é o de "irei manter o que esta direcção fez de bom, continuarei o que fez de melhor e implementarei as melhorias necessárias". Isto porque dizer que as direcções anteriores fazem algo de bom é crime, um tabú que não pode ser declarado. Todas as anteriores direcções são autênticas âncoras de arrasto que apenas afundam o clube e vão revolucionar o clube em todas as vertentes...

É um discurso gasto, à semelhança do que se viu à um mês atrás. Ninguém foi capaz de sair da sombra para a ribalta para arrebatar as eleições porque era a escolha mais óbvia, e não porque não existem outras soluções, ou sendo a melhor das piores...

Precisamos de um fio condutor, uma ideologia desportiva e empresarial para ligar o clube entre gerações, dos avós aos filhos, com o qual todos se identifiquem e amem. Precisamos de vitórias mas também precisamos de responsabilidade, de serenidade e de uma comunicação educada e assertiva. Não é com o discurso rasca que o Sporting será melhor ou que as coisas passarão a concretizar-se. Precisamos, sim, de uma ideologia que passe da academia, dos "Putos", para os profissionais, do futebol para o e-sports, do recepcionista ao presidente (principalmente a este). Quando não existe uma linha ideológica condutora dos destinos do clube aos quais os dirigentes e restantes profissionais se devam agarrar e tentar melhorar, mantendo o essencial, temos como resultado uma direcção em constante mutação, um clube fracturado nos adeptos e pelos adeptos, profissionais desmotivados em alcançar a glória, uma academia em constante perda de qualidade e mérito e um clube histórico em declínio.

Continuo à espera que Frederico Varandas nos surpreenda, não pelo sucesso desportivo que se quer no início do mandato, mas na implementação de ideologias duradouras e no renascimento da academia como principal fornecedor de profissionais ao plantel principal, a continuidade das modalidades, de forma sustentada, e com o equilíbrio financeiro que se pede para a subsistência do clube em si nas décadas vindouras.
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De R. Ribeiro a 15.10.2018 às 10:38

Essa peça é minha
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De Luís a 15.10.2018 às 14:34

João Benedito disse sempre que iria aproveitar o que de bem tinha feito a direção de Bruno de Carvalho.
E muito bem na minha perspetiva, mas quase todos os outros o renegaram.

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