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Porquê mudar a tradição ?

Rui Gomes, em 08.09.14

 

 
 
Portugal tem entrado frequentemente nestas competições a perder pontos com equipas que tem a obrigação de vencer e poucas se algumas indicações foram dadas de se querer mudar esta quase tradição, especialmente sem Cristiano Ronaldo em campo. A muito propagada renovação de Paulo Bento resultou, pura e simplesmente, em mais do desagradável mesmo, senão ainda pior.
 
Muito sinceramente, até já se torna redundante analisar os quês e porquês deste estado das coisas que perdura já há algum tempo, mas se algumas ilações se podem apurar deste jogo com a Albânia - inevitavelmente a serem menosprezadas por quem de direito - é que a equipa das quinas necessita, urgentemente, de novas ideias, de uma outra filosofia de jogo e de quem lidere com convicção e carisma, exigências que não se limitam ao seleccionador nacional.
 
A fase de apuramento para o Euro 2016 só agora começou, mas, uma vez mais, já andamos com a calculadora na mão... 
 

publicado às 01:24

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2 comentários

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De Sérgio Palhas a 08.09.2014 às 08:09

e a Dinamarca é já a seguir!
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De Julius Coelho a 08.09.2014 às 12:35

Claro que nao se podem limitar sómente ao selecionar, entre a desconfiança clara da forma como alguns jogadores são selecionados, uns sem jogar á meses, outros sem serem titulares nas suas equipas e mais grave ainda outros sem nunca terem mostrado um mínimo de qualidade para representar a seleção temos um Presidente da Federação que surpreendentemente prolonga o contrato com o treinador sem este mostrar resultados que o justifique.
Tudo isto no mínimo é estranho.
Ao mesmo tempo também é facil constatarmos que a qualidade dos jogadores selecionáveis baixou considerávelmente. Dormiu-se profundamente á sombra da bananeira de um trabalho de base que um dia á anos atrás Carlos Queiróz fez e que trouxe resultados bastante positivos que orgulharem todos os portugueses.
É num trabalho similar que a federação terá que investir de novo mas nunca com um selecionador tão limitado de ideias como é Paulo Bento que resume e limita a sua ação (e mal) ao trabalho de campo.
Os portugueses são em geral de brando costumes e reagem ao retardador, uma eternidade para dizer basta. Por vezes já tarde de mais.

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