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Progresso à vista ?

Rui Gomes, em 02.07.18

 

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À chegada a Portugal, depois de disputar o Mundial 2018, Bruno Fernandes admitiu que todos os cenários estão em aberto, deixando claro que a sua intenção passa por encontrar um acordo que seja benéfico tanto para o Sporting como para si, admitindo, inclusive, a hipótese de ficar em Alvalade:

 

"O Sporting sabe a minha intenção e as pessoas indicadas sabem a minha intenção. A intenção passa por eu e o Sporting ficarmos bem. Se ambas as partes quiserem, será possível chegar a um acordo para eu ficar".

Uma outra reportagem indica que também Bas Dost está a reflectir a sua situação.

 

publicado às 04:33

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104 comentários

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De Schmeichel a 02.07.2018 às 13:07

O principal culpado não saiu incólume…. foi destituído!

Percebo o seu argumento de ser aplicado o bom senso…. mas o bom senso diz-nos que a carta de rescisão nunca deveria ter sido apresentada…. neste momento quem precisa do acordo são os jogadores, que têm de arranjar clube para continuarem a jogar…. o clube continuará com maiores ou menores dificuldades sem esses atletas.

Ninguém desvaloriza o ataque de Alcochete, aliás não se falou de outra coisa durante 1 mês…. agora, o que aqui está em causa é a falta de respeito pelos sócios e a instituição, que está muito acima do presidente em funções.

O Rui Patricio por exemplo ia ser só o jogador com mais jogos no Sporting…. hoje tenho dúvidas se seria aplaudido a entrar em Alvalade…. destruíram símbolos do clube…. Bruno de Carvalho, jogadores e empresários responsáveis por isto!
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De Rui Gomes a 02.07.2018 às 13:13

"Ninguém desvaloriza o ataque de Alcochete", mas...

Para certas mentalidades, há sempre um MAS!!!
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De Jorge a 02.07.2018 às 13:37

Ninguém desvaloriza mas eu acabei de o fazer....
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De Schmeichel a 02.07.2018 às 13:41

O que dizer então dos jogadores que não rescindiram?! Desvalorizaram o ataque ou valorizaram o clube?!? Fica a questão….
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De Rui Gomes a 02.07.2018 às 13:59

O que o Schmeichel recusa compreender é que para a maioria de nós este assunto provoca um misto de sentimentos e raciocínios, pela natureza do evento.

É difícil compreender - ou talvez não - como é que o Schmeichel só vê um lado da equação.

Ninguém gostou de ver as rescisões, mas mentes sensatas também tentam compreender as circunstâncias extraordinárias da situação. Não há nem pode haver uma linha de pensamento absoluto.

Ainda hoje acredito que apesar de tudo o que ocorreu, se o lunático não tivesse impedido a transferência de Rui Patrício - sem lógica alguma, além da dele - muito do que se está agora a ver tinha sido evitado.

Esse episódio - caso houvessem dúvidas - levou à conclusão inequívoca que o presidente continuaria a estar contra os jogadores, em vez de defender o que eram na altura importantes activos do Sporting.

Tanto assim é, que eu também subscrevo a tese que a votação de 71% foi em muito reforçada pelas rescisões.
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De Schmeichel a 02.07.2018 às 14:44

Rui Gomes,

Claro que é um assunto sensível, que provoca mistos de emoções nos adeptos…. mas eu também me senti psicologicamente afetado com o ataque a Alcochete, não foram só os jogadores…. e quando os jogadores apresentaram posteriormente a carta de rescisão, foi uma espécie de saltar do barco fora, não houve a mínima preocupação com o clube e seus sócios. Em particular os que foram formados em Alvalade, é uma traição aos adeptos que tanto os apoiaram!

Repito…. eu votei na destituição de BdC mas não votarei em nenhum candidato que diga que compreende/valida as rescisões…. qualquer que seja o presidente não pode ficar manietado à vontade dos jogadores, têm de ser defendidos os interesses superiores do Sporting. Parece uma contradição, mas mesmo os maiores opositores a BdC, vão ter de defender que BdC não foi o mandante do ataque a Alcochete…
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De Jorge a 02.07.2018 às 17:14

"mas eu também me senti psicologicamente afetado com o ataque a Alcochete, não foram só os jogadores…"

Há coisas que convinha pensar bem antes de as dizer. O nosso "Big Dane" provavelmente assistiu a tudo no sofá certamente chocado que eu também o estava, mas ainda assim numa situação não comparável a quem foi alvo do ataque em si.

Estamos a um passinho do "ser chato"....

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De Rui Gomes a 02.07.2018 às 17:20

Caro Jorge,

Até foi muito "diplomático" com a sua resposta. Deve ter em conta quem fez essa desconectada afirmação.
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De Francisco Esquina a 02.07.2018 às 14:54

Uma Nota, Schmeichel. Ser destituído não é não sair incólume. Nada de confusões.

Se não lhe acontecer mais nada é que é sair incólume!
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De Naçao Valente a 02.07.2018 às 16:25

Tem razão, foi destituído, por uma maioria de votantes, mas ainda tem um número elevado de seguidores que não o considera responsável por nada. Até o Schmeichel, que se diz seu opositor, no que acredito, nesta questão das rescisões põe todo o ónus em cima dos jogadores.
Tal como a sua, a minha posição é conhecida e estamos em discordância. Saíram nove jogadores e cada caso é um caso. Está claro que estes atletas e possivelmente outros, não queriam mais trabalhar com Bruno. Por isso estão agora abertos ao diálogo.

Na minha perspectiva, como todos nós, os atletas não são propriedade de ninguém. São trabalhadores, com os mesmos direitos e deveres, e com duas grandes diferenças: São muito melhor pagos , mas isso está relacionado com o sector onde trabalham e são pessoas mediáticas e por isso sujeitas a permanente escrutínio.

Para além disso, como todos nós, têm o direito de rescindir o seu contrato de trabalho, alegando justa causa, como a entidade patronal tem o direito de os despedir, pelas mesmas razões. Se têm ou não razão já é outra questão. Fidelidades de tipo feudal já não existem, nem para quem exerce actividade de grande visibilidade pública.

Nesta como noutras situações, procuro colocar-me no lugar do outro e entender as suas motivações. Portanto nunca vamos estar de acordo. Tenho muito gosto em fazer este debate, mas numa coisa devemos estar de acordo. É apenas deitar conversa fora.
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De Cris Dileo a 02.07.2018 às 16:41

Caro Nação Valente, se puder responda-me só ao seguinte:

Concordaria com um eventual retorno de BF, mas só se tiver um aumento salarial ou premio de assinatura ?
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De Naçao Valente a 02.07.2018 às 17:02

Respondo com todo gosto. Concordo que volte com as condições que tinha. Se tem quem lhe pague mais, e está interessado, que siga o seu caminho, e que o Sporting receba a melhor compensação.

Mas deixe dizer-lhe o seguinte: querer negociar é um bom princípio. Não se esqueça, que na actual situação, é livre de assinar por quem quiser e sabemos como as coisas rolam nos tribunais.
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De Cris Dileo a 02.07.2018 às 18:03

Então neste caso concordamos em absoluto.
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De Adepto com esperança a 02.07.2018 às 17:11

Infelizmente anda por aí muita mentira e pior ainda quem acredite nelas.... portanto pode escrever porque sei de fonte muito próxima do jogador: JAMAIS EXIGIU DINHEIRO A BDC como anda por aí a circular.
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De Schmeichel a 02.07.2018 às 17:22

Nação Valente,

Já tive esta discussão muitas vezes…. eu não posso aceitar esse argumento de os jogadores não são propriedade de ninguém, sendo um trabalhador como outro qualquer…. na prática os jogadores até à Lei Bosman eram escravos, isto é, mesmo sem contrato, eles só poderiam sair em acordo com o clube. A partir do momento da Lei Bosman, os jogadores podem sair a custo zero, desde que acabem os contratos.
Na análise a esta questão, tem de estar um principio que não se aplica a um trabalhador normal, que é o principio do retorno do investimento que é a base dos clubes formadores como o Sporting…. os jogadores são propriedade do Sporting porque o Sporting investiu muito neles e é neles que está refletido o valor do clube…. em termos práticos, o clube pode ser considerado falido apenas porque 9 jogadores pedem a rescisão? Se a FIFA deixa passar esta situação, pode ser o fim para muitos clubes formadores.

Eu nunca disse que os jogadores não podem rescindir os contratos…. eles têm é que assumir as penalizações existentes no mesmo, que se chama clausula de rescisão, é só isto que digo.
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De Francisco Esquina a 02.07.2018 às 18:59

Populismo alarm!

Não vai ser o fim de muitos clubes formadores, porque não é de todo comum os seus líderes andarem numa campanha contra jogadores até a fazer suspensões em praca pública, não condenar envio de tochas, não condenar “apertões” a jogadores em zonas onde não deveriam acontecer ... e tudo isso descambar numa invasão de energúmenos para darem uns corretivos aos seus jogadores.

Quem diz assim estas coisas, lê mesmo bem o que escrevem...e acreditam mesmo no que acabam de escrever?
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De Schmeichel a 02.07.2018 às 19:58

O que aqui está em causa é um aproveitamento da situação para sair a custo zero.... eu já disse que querer sair é normal, o que não é normal é rescindir....
O Gelson quando tirou a camisola e com isso não pode jogar contra o porto, a maioria defendeu o miúdo... quando todos diziam que o William é lento, nós adeptos do Sporting defendemos.... quando o Patrício levou frangos, lá esteve o Sporting ao longo de 20 anos a apoiar. Se fosse numa empresa normal e se eles fossem trabalhadores normais, nada disto acontecia....
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De JoãoP a 02.07.2018 às 20:05

Desculpe, mas não compreendi a analogia.Estamos a falar de atletas profissionais que não são comparáveis a empregados numa empresa normal.
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De Francisco Esquina a 02.07.2018 às 23:21

Confesso que se me falha aqui alguma lógica na continuidade da argumentação.

Sinto que falei de tremoços e respondeu com cerveja. Até que parece estarem relacionados, mas tem muito pouco a ver.
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De Naçao Valente a 02.07.2018 às 22:51

S,
Ninguém nasce formado, em nenhuma área. Em tempos idos aprendia-se uma profissão com um mestre e depois soltavam-se as amarras. Hoje as empresas investem na formação dos seus trabalhadores. Alguns ficam outros mudam. Aconteceu comigo, fiz meses de formação, em determinada empresa. Um dia para poder agarrar outro desafio, tive de sair um pouco contra as normas, Negociou-se, no âmbito da lei, e tudo se compôs. ´Não fui, não sou, nem nunca serei ingrato com essa empresa. Foi uma parte da minha vida, dei o meu melhor, fui sempre bem tratado, mas não há casamentos perpétuos.
Em relação aos jogadores, eles também sabem, que se não tivessem razão seriam penalizados. Foi uma situação inédita que nunca tinha acontecido, desta forma e com esta dimensão. Passada a borrasca muita coisa está a mudar.

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