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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Vale a pena repetir a publicação deste vídeo, para não esquecer, e para tentar esclarecer uma grande dúvida que até ao momento ainda não foi devidamente explicada.
A postura ultra defensiva do Gil Vicente em Alvalade deve-se, indubitavelmente a César Peixoto, um treinador "encarnado" mediano que já passou por sete clubes e que não irá muito além, porque não tem capacidade para mais.
O que ainda está por explicar é a atitude agressiva e provocadora de jogadores gilistas para com jogadores do Sporting, nomeadamente a agressão do "padeiro" Zé Carlos, a Gyökeres, já perto do fim da partida.
Que a intenção era provocar o avançado leonino e, possivelmente, precipitar uma qualquer sanção disciplinar, é bastante claro.
Se o apitador Tiago Martins tivesse agido como competia - optou por ignorar o incidente - caso Gyökeres tivesse reagido à agressão, quem ficava bem servido, ou seja, a quem mais interessava este cenário?
Seria um grande trunfo para o clube da Luz afastar o sueco do dérbi, obviamente.
Mas... como é que isto serve os interesses do Gil Vicente? Aqui reside o busílis da questão!
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