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Quando o "filme" é ao contrário

Rui Gomes, em 18.01.20

Andamos há anos a discutir o lance em que Luisão faz carga sobre Ricardo e marca o golo aos 83 minutos e 19 segundos que deitou por água abaixo os planos do Sporting naquela época.

Paulo Paraty, árbitro da partida, teve isto para dizer sobre o lance:

"O guarda-redes não pode é ser carregado; e não é proibido que no movimento de corpos – e o Luisão até está pela frente do Ricardo – haja qualquer contacto sem interferência no lance".

Vejamos agora o lance no dérbi de ontem, entre Vlachodimos e Marcos Acuña. O jogador do Sporting faz tudo para evitar o contacto e apenas toca de raspão no joelho do guarda-redes do Benfica. Aliás, até é este que provoca o contacto milimétrico ao sair da baliza e da pequena área. Mas numa cena merecedora do palco do São Carlos, o grego agarra-se ao pé em "agonia".

Hugo Miguel, árbitro da partida, marca falta contra Acuña e invalida o lance em que a bola ficou solta, a baliza deserta e excelente hipótese de dar golo para o Sporting.

É deveras curioso como as coisas acontecem quando é para favorecer o clube da Luz, hoje e sempre, diga-se em abono da verdade.

publicado às 05:02

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10 comentários

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De Greenlight a 18.01.2020 às 11:04

Na dúvida o Slb é beneficiado ou protegido e o Sporting é prejudicado. Para vencer o Slb, o Sporting tem que ser bastante superior.
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De Rui Gomes a 18.01.2020 às 15:27

Já é verdade há muito!
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De João a 18.01.2020 às 17:22

Marcos Acuña não esboça a mínima contestação à marcação da falta.
Acha mesmo que, sendo o jogador que é, com o feitio que tem, não iria reclamar alguma coisa se ele não considera-se ter cometido falta e assim concordar com o árbitro?
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De Rui Gomes a 18.01.2020 às 17:44

Nós sabemos que ele foi repreendido severamente para corrigir o se comportamento. E não devemos esquecer que ele está a tentar renovar/melhorar o seu contrato. Não será a ser expulso por protestos que conseguirá isso.
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De HY a 18.01.2020 às 17:30

Perdoe-me a expressão, Rui, mas apenas posso dizer a filha de putice habitual!

Eu tenho gravado um Sporting-Benfica arbitrado pelo sr Paulo Paraty, entretanto já falecido, que terminou 0-0, no qual esse mesmo árbitro anulou um golo ao Sporting (Vukcevic, creio que foi ele) igualzinho ao do Luisão. Era o seu último jogo como árbitro (ofereçam-lhe essa despedida em glória) e ele retribui o favor. O mesmo árbitro, o mesmo lance, o Vukcevic e o Quim, e a decisão foi ao contrário. Se soubesse fazê-lo, punha em linha o lance.

Esta “falta” é de rir...tal como na meia final da taça do ano passado quando o ex-futuro melhor guarda-redes do mundo largou a bola e o árbitro se apressou a marcar falta (inexistente). Mesmo quando são teoricamente superiores tomam todas as precauções para garantir a vitória... é vergonhoso.
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De Pacheco a 18.01.2020 às 18:03

Sempre fui da opinião que o Luisão não fez falta.

Em relação ao lance de ontem, acho que o que poderá estar em discussão é o Vlachodimos estar (ou não) em posse da bola.

Fui ver as Leis do Jogo 2019/2010 do IFAB, e encontrei lá o seguinte:

"Considera-se que o guarda-redes tem a bola com a(s) mão(s) em seu poder quando:
• detenha a bola nas mãos ou quando a bola se encontre entre a mão e qualquer superfície (por exemplo, o solo, o seu corpo) ou quando toque na bola com qualquer parte das mãos ou braços, exceto se a bola ressaltar do guarda-redes ou se o guarda-redes tiver feito uma defesa
• tenha a bola na palma da mão aberta
• faça ressaltar a bola no solo ou a atire ao ar

Se um guarda-redes tem a bola em seu poder com a(s) mão(s), nenhum adversário pode disputá-la."

De notar o "excepto (...) se o guarda-redes tiver feito uma defesa". Deduzo daqui que quando o guarda-redes está a executar a defesa, como foi o caso, tocá-lo não constitui infracção, logo o árbitro terá cometido um erro grosseiro.
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De Rui Gomes a 18.01.2020 às 18:21

Boa análise caro Pacheco.

Há quem diga, com razão, creio, que o árbitro devia ter deixado a jogada seguir e mediante o desfecho ir então ao VAR.

O guarda-redes sabe muito bem que não houve falta alguma. Tanto assim, que sentiu a necessidade de encenar a "agonia" agarrado ao pé.
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De João Chaves a 19.01.2020 às 21:22

Acuna, com o corpo (rabo) bate no joelho direito do GR.

Com esse impacto, o GR rodopia e larga a bola.
Caso contrário a mesma estava controlada.

Não é falta porque... ?
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De Rui Gomes a 19.01.2020 às 21:25

Agradecemos a areia encarnada?!?

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