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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Da crónica semanal de Octávio Ribeiro, em Record, transcrevo estes dois parágrafos, um sobre Eduardo Quaresma, o outro sobre a arbitragem do dérbi.

"De Quaresma já aqui se escreveu que um técnico inspirado, num início de época, devia testá-lo a médio. Será no meio-campo que Quaresma poderá chegar a jogador de topo internacional. Como central, faltar-lhe-á sempre a frieza posicional, a certeza no passe, para ombrear com os melhores da posição. A médio, esses detalhes imperfeitos ficam muito mais ténues. E a forma como ganha bolas divididas – como galga terreno com o esférico, como entra na área em desmarcação, como remata, com os pés e com a cabeça –, a velocidade com que reage à perda poderiam fazer dele um jogador sem preço. Mas Quaresma está onde está e, mesmo assim, dá alegrias aos sportinguistas. Porém, é um desperdício!".

"Da arbitragem para o grande jogo de sábado espera-se total neutralidade, sobriedade, frieza e segurança. Que não caia nas fitas de alguns especialistas em ilusionismo, que alinharão de um lado e de outro. É também exigível que a escolha do árbitro de campo, dos seus auxiliares e do VAR, tenha em conta laços de confiança mútua. A bem do futebol, deste espectáculo maravilhoso, desta indústria milionária, o jogo não pode ser manchado por erros graves de julgamento. E, se estes acontecerem, que sejam revertidos, sem drama, com recurso a imagens, disponibilizadas de todos os ângulos possíveis".
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